A Ambev lança no Brasil a Spaten, cerveja criada em 1397 em Munique, na Alemanha.
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Cade e Ambev selam acordo em investigação no mercado de cervejas
Cade e Ambev firmam acordo para garantir a concorrência no mercado de cervejas no Brasil. Saiba os detalhes do compromisso.
Ambev se une à ONG Cruzando Histórias para ajudar mulheres
100% do lucro obtido com a venda da cerveja colaborativa Desrotuladas, produzida pela companhia no Dia Internacional da Mulher, irá para a instituição
Ambev faz entrega de cerveja em 2 minutos com drone
A Ambev começou a testar o serviço de entregas por drone. O primeiro teste foi realizado no fim de abril na cidade de Jaguariúna, interior de São Paulo. O iFood já vem realizando testes com drones para reduzir o tempo de entrega. O drone, com capacidade para transportar até 2Kg, percorreu 2km até um condomínio de casas ao lado da cervejaria, trajeto feito em menos de 2 minutos. Por enquanto a empresa ainda está fazendo testes e as entregas não estão confirmadas. A Ambev vai realizar uma nova fase de testes com um novo drone, capaz de voar por até 20Km levando uma carga de 8Kg. A empresa diz que “acredita que o projeto poderá contribuir com a mobilidade urbana e o meio ambiente, já que deve ajudar a diminuir o número de veículos nas ruas e, consequentemente, a emissão de poluentes”.
Ambev transforma fábrica da Colorado em fábrica de cilindros de oxigênio
Toda ajuda é bem vinda nesse momento complicado, a Ambev anunciou que irá produzir oxigênio para ajudar hospitais que estão entrando em colapso nessa segunda onda da pandemia e, assim, evitar o desabastecimento ocorrido no início do ano em Manaus. A holding – dona das marcas Antárctica, Brahma e Bohemia, entre outras – está convertendo parte de uma de suas cervejarias, no interior de São Paulo, para fabricar e envasar oxigênio hospitalar. A fábrica que está sendo adaptada fica na cidade de Ribeirão Preto e é destinada originalmente à produção da Colorado, uma das marcas de cerveja da companhia. “A usina terá capacidade para produzir 120 cilindros de 10 metros cúbicos por dia e será operada pelos times da Ambev, que trabalharão em turnos para garantir a produção 24h por dia”, informou em nota a dona da Skol e da Brahma. Toda a produção será doada para hospitais e unidades de saúde do estado de São Paulo, onde a ocupação de leitos de UTI já passou dos 90% “Equipamentos já estão sendo adquiridos e a expectativa é que a produção comece no início de abril”, informou a Ambev. Pedido A ajuda atende a um pedido do governo de São Paulo. O vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia disse que, no momento em que a ocupação das UTIs estão no limite, empresas diferentes garantiram o abastecimento de oxigênio para os hospitais de São Paulo. “A Ambev se prontificou a criar, num prazo de 10 dias, uma usina de oxigênio em Ribeirão Preto e doar integralmente a produção, que será suficiente para 120 cilindros por dia”, disse Garcia, em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. Distribuição Mais ajuda também chega para a distribuição dos cilindros de oxigênio. “A Copagaz utilizará a sua frota, que distribui hoje botijões de gás, para o transporte e a logística de oxigênio”. Rodrigo Garcia garantiu que a ajuda será enviada a hospitais públicos do estado, dos municípios e a rede de entidades filantrópicas, como as Santas Casas.
Ambev e Embrapa investem na produtividade de mandioca para a cerveja Magnífica
Foram iniciados experimentos da Embrapa Cocais para transferência de tecnologia de manejo, mecanização, cooperativismo e desenvolvimento de cultivares de mandioca, matéria–prima para a produção da Magnífica, cerveja maranhense feita com mandioca plantada no Maranhão. Pesquisadores da Unidade da Embrapa no Maranhão plantaram, nos meses de novembro, dezembro e janeiro, respectivamente nos municípios de Magalhães de Almeida, Itapecuru Mirim e Pedro do Rosário, clones do programa de melhoramento genético da Embrapa, cultivares já existentes na Embrapa Mandioca e Fruticultura e recomendadas para outros estados e também variedades locais já usadas por produtores do estado. Segundo o pesquisador da Embrapa Cocais, Guilherme Abreu, são cerca de 300 genótipos em cada local e se espera como resultado a recomendação de duas ou três variedades de alta produtividade de raízes e alto teor de amido em diferentes condições edafoclimáticas no estado para melhorar a qualidade da cerveja produzida pela Ambev, parceira na pesquisa. “Procura-se produtividade acima de 30 toneladas por hectare e teor de amido igual ou maior a 30%. O trabalho de avaliação das características agronômicas dos genótipos e definição de tecnologias para maximizar o potencial das lavouras e raízes repercutirá também na qualidade dos demais subprodutos de mandioca, como a farinha”, completa. “Estamos mostrando para essas comunidades atendidas o diferencial do manejo técnico, com uso de adubos, herbicidas e defensivos, quando necessário”, detalhou o pesquisador. Para o chefe de pesquisa e desenvolvimento da Unidade da Embrapa no Maranhão, João Zonta, a adoção de tecnologias recomendadas para garantir o fornecimento de raízes em qualidade e quantidade para a indústria processadora vai oferecer nova oportunidade de comercialização, a partir de melhores garantias de compra/venda e de preço das raízes, com venda direta do produtor à indústria, sem a participação dos intermediários. “A cadeia da mandioca ainda está se desenvolvendo no Maranhão e os cultivos no Estado se caracterizam pelo baixo nível tecnológico. Além de disponibilizar material genético de qualidade, percebemos que é necessário atuar em outras áreas, como por exemplo o manejo da cultura e a mecanização, e ainda transferência de tecnologia, o que torna o projeto bastante abrangente”, completou. “A inclusão de inovações tecnológicas no processo produtivo implica na reorganização do trabalho familiar e no entendimento das motivações individuais para o trabalho coletivo na cooperativa. Por isso, identificar objetivos comuns entre os agricultores é fundamental para manter a continuidade do trabalho colaborativo durante e após o período da atuação da Embrapa e demais parceiros institucionais”, resumiu a contribuição da sua atividade. Embora o estado do Maranhão tenha reconhecido potencial para a produção de mandioca, prepondera a baixa produtividade das lavouras, com a média de 8706 kg por hectare, muito abaixo da média nacional que é de 14356 kg por hectare (IBGE 2019). Para exemplificar ainda mais a baixa produtividade das lavouras maranhenses, dentre os 217 municípios que possuem área plantada com mandioca, apenas três apresentam produtividade acima da média nacional.
Ambev vai doar R$ 255 para ambulantes que não poderão vender cerveja no Carnaval
A Ambev vai doar R$ 255 para ambulantes que não vão poder vender cerveja no Carnaval deste ano devido à suspensão das festas. A estimativa da empresa é de que aproximadamente 20 mil trabalhadores sejam contemplados em todos os estados. Para fazer a distribuição, a Ambev criou o site “Ajude um Ambulante” e vai repassar R$ 150 depois que os trabalhadores fizerem o cadastro, comprovando que atuaram na função nos anos anteriores. Os outros R$ 100 serão doados em até 20 parcelas de R$ 5, cada vez que um cliente fizer uma compra de cerveja da fabricante, usando um cupom do programa que será distribuído pelos próprios ambulantes. Quanto às caixas térmicas que seriam usadas pelos ambulantes, a Ambev decidiu dar outra destinação. Cinco mil delas foram doadas para os postos de saúde transportarem vacinas contra a Covid-19.
Ambev e escolas de renome se unem para educar setor
Em parceria com o instituto alemão VLB Berlin, a Escola Superior de Cerveja e Malte, o Instituto Ceres e o Instituto Marketing Cervejeiro, a Ambev lançou na última terça-feira (15) a Academia da Cerveja. Trata-se de uma série de cursos online que tem como objetivo democratizar o acesso a conhecimentos sobre o setor cervejeiro e incentivar a alta performance de profissionalização no Brasil. Nesse sentido, especialistas desenvolveram e disponibilizam no centro conteúdos técnicos e exclusivos relacionados a processos de produção, segurança de alimentos, sustentabilidade, tecnologia cervejeira, inovação entre outros temas que potencializam a atuação desse ecossistema. “Entendemos que a profissionalização, educação cervejeira e a democratização de conhecimento são processos essenciais para a solidificação e destaque do mercado brasileiro. Unir a expertise técnica e a experiência de grandes institutos de ensino cervejeiro em um único espaço fomenta o ecossistema e auxilia em um desenvolvimento saudável, conjunto e democrático”, explica Laura Aguiar, mestre-cervejeira e Head de Conhecimento e Cultura Cervejeira da Ambev. Os cursos disponíveis podem ser conferidos neste link.
Ambev, Lohn Bier e microcervejarias catarinenses criam cerveja colaborativa com lúpulo nacional
O avanço na produção de lúpulo nacional ganha mais um capítulo a partir das próximas semanas. Em parceria com nove microcervejarias catarinenses, a Ambev e a Lohn Bier acabam de desenvolver um rótulo colaborativo, feito com lúpulo brasileiro, produzido e cultivado pelo Projeto Hildegarda, em Santa Catarina. A Brazilian Blonde Ale, como foi batizada, é uma cerveja puro malte, de estilo Blond Ale, que chega para fomentar ainda mais a união do setor cervejeiro na Serra Catarinense. A escolha de ingredientes, definição de receita e brassagem aconteceram no último mês, na Lohn Bier, microcervejaria parceira da ZX Ventures, o braço de inovação da Ambev, e foi realizada em conjunto com cervejeiros e especialistas de todas as cervejarias participantes. “Nós criamos uma Ale com uma base de malte, corpo variando de leve a médio, e com uma levedura neutra para que os lúpulos catarinenses imprimam suas características. O resultado foi uma cerveja com bastante equilíbrio de malte e lúpulo – esse com nuance herbal e levemente cítrico, cortando o dulçor do malte, que remete a pão e amêndoa em terceiro plano”, detalha Richard Westphal Brighenti, sommelier e fundador da Lohn Bier. A Brazilian Blonde Ale é uma parceria entre as cervejarias catarinenses Princesa da Serra, Bier Letti, Frostbier, Eiswasser, Embaixada Bar, Cervejaria L’Jaica, Chopp do Zé, União Serrana e GuedBeer, além da Lohn Bier e Cervejaria Ambev. “Estamos muito felizes em dar mais um passo tão importante e representativo para a cadeia cervejeira com a produção de um rótulo feito com lúpulo nacional, nascido de um projeto que busca agregar para todo o ecossistema, seja com o incentivo e fomento à cultura do lúpulo, seja com a possibilidade de geração de renda para a comunidade”, comenta Laura Aguiar, Head de Conhecimento e Cultura Cervejeira da Ambev. Nos últimos dias, os rótulos dessa edição limitada e inédita da Brazilian Blonde Ale foram envasados e serão inteiramente direcionados a um evento beneficente, em dezembro. A população de Lages poderá trocar uma cerveja por alimentos e brinquedos que serão posteriormente doados para instituições carentes. Lúpulo brasileiro já é uma realidade Não é a primeira vez que um rótulo é produzido com o lúpulo colhido na Serra Catarinense. Em agosto, foi lançada a Green Belly, uma Hop Lager em edição limitada feita em conjunto com a Lohn Bier. O Projeto Hildegarda foi lançado pela Ambev, no início do ano, com a proposta de fomentar o cultivo de lúpulo no Brasil, dado que o ingrediente indispensável para a produção das cervejas é, praticamente, 100% importado de países como Estados Unidos e Alemanha. Desde março, a companhia implementou uma lavoura experimental para testes de manejo e variedades, um viveiro com capacidade produtiva de 60 mil mudas ao ano e uma planta para o processamento do ingrediente. A iniciativa prevê contribuir não somente com o desenvolvimento de lúpulo na região, como também com o apoio direto a pequenos produtores, oferecendo auxílio técnico e toda a infraestrutura da Fazenda de Lúpulo Santa Catarina, dentro da Cervejaria Ambev de Lages, incluindo o acesso à planta de beneficiamento do ingrediente. “O ponto principal do projeto é que esses agricultores terão totalmente à disposição a tecnologia e estrutura para o processo de beneficiamento do lúpulo, transformando a planta em matéria-prima para ser comercializada. Além disso, 100% das mudas cultivadas serão doadas a pequenos produtores regionais”, reforça Laura. Para Richard Brighenti, fundador da Lohn Bier, “com altitude e temperaturas atípicas de um país tropical, nossa região é como se fosse um oásis, afinal, a natureza é sempre muito generosa. Ter lúpulo no Brasil com qualidade é cada vez mais realidade e agora o beneficiamento começa a nos dar oportunidade de ter esse importante ingrediente da cerveja em todas as datas do ano com o projeto Hildegarda, não apenas flores.” A expectativa é que, nos próximos meses, a planta piloto para processamento de lúpulo seja inaugurada e que 500 famílias sejam contempladas dentro do Projeto Hildegarda nos próximos cinco anos.
Ambev lança a cerveja Berrió, com caju e inspirada no Piauí
Em homenagem ao Dia do Piauí, a Ambev apresentou nesta segunda-feira (19/10), em um evento exclusivo para a imprensa, a cerveja Berrió, uma cerveja inspirada na identidade, valores culturais, tradições e costumes do povo piauiense. A bebida, que leva na sua composição o caju produzido no estado, é leve e refrescante – ideal para os dias quentes do Piauí. O nome foi escolhido para lembrar uma expressão típica do Piauí – Berrió-BRÓ – período mais quente do ano no estado. “A Berrió tem o sol do Piauí até no rótulo e nasce com a vocação de despertar o orgulho do piauiense”, destaca o gerente de marketing da cerveja, Leandro Thot. Com a embalagem em amarelo e preto, a cervejaria procurou homenagear as cores do caju, do sol e representar a alegria do povo piauiense. Thot conta ainda que, durante a fase de planejamento, foram realizadas centenas de entrevistas para entender a relação do piauiense com a cerveja. “Entrevistamos especialistas de diversas áreas para aprofundamento na cultura local e recrutamos dezenas de piauienses para avaliar a marca e o produto. O time Ambev Piauí esteve presente em 100% do processo”, revela o gestor. Todo o processo de produção da Berrió é feito no Piauí. “A Berrió é uma cerveja piauiense do campo ao copo. O caju é produzido por agricultores locais, e a produção da cerveja acontece na Cervejaria Teresina”, explica a piauiense Lanessa Vieira, supervisora de Agro da AMBEV e uma das responsáveis pela implantação do projeto. “A produção da nova cerveja movimenta a economia do estado e gera expectativas na cadeia produtiva do caju”, explica Lanessa. A AMBEV comprou na última colheita, 241,7 toneladas de caju, de produtores da agricultura familiar de cinco municípios – Monsenhor Hipólito, Francisco Santos, Campo Grande do Piauí, Canto do Buriti e Pio IX – por meio da Cooperativa Mista Agroindustrial de Francisco Santos, Cooperativa Mista Agroindustrial de Monsenhor Hipólito, e o Assentamento Nova Esperança de Pio IX. Atualmente o projeto envolve 1.400 pessoas, entre produtores, colhedores, ajudantes de carregamento e descarregamento e transportadores. Ao todo são mais de 600 famílias impactadas positivamente pela produção local. A expectativa é chegar a 4 mil pessoas até 2025. Assim como todas as cervejas da Ambev, a Berrió passa rígidos critérios de controle e qualidade. Todo o processo de produção se dá na Cervejaria Teresina. A comercialização da Berrió será exclusiva no Piauí, em garrafas retornáveis e em latas. A nova cerveja estará disponível no mercado a partir de novembro nos principais bares e mercados do estado. Homenagem na Ponte Estaiada Para encerrar o Dia do Piauí em alto estilo, a Berrió fará uma homenagem a todos os piauienses, em um espetáculo de imagens, luzes e cores, a partir das 18h, na Ponte Estaiada, um dos principais pontos turísticos de Teresina. Entre os dias 14 e 18 de outubro a Berrió convidou as pessoas a postarem fotos em homenagem ao Piauí, marcando o perfil @berriodopiaui . Estas fotos serão projetadas até domingo (25), das 18h às 23h na ponte. Será uma grande homenagem ao estado e ao seu povo.