Sommelieria Brasileira

Microcervejarias reduzem em 20% o custo de exportação utilizando barris de PET

O uso de barril de PET 100% nacional para o transporte e armazenamento de cerveja artesanal está reduzindo em 20% o custo das microcervejarias e ampliando a possibilidade de exportação da bebida para outros estados e países. Desde o início deste ano, Europa, Estados Unidos e Argentina estão recebendo cervejas brasileiras exportadas no barril feito de PET, fabricado em Araucária, Região Metropolitana de Curitiba. Ao todo, mais de 150 cervejarias no Brasil e exterior compram o produto para armazenar e transportar cerveja. Diretores da Beerkeg Eduardo de Liz e Hamilcar Pizatto Neto (Imagem: Divulgação) Competitividade – A entrada e a aceitação do Beerkeg no mercado internacional se deve a alguns fatores decisivos para os fabricantes de cervejas, redução nos custos. O empresário André Franken, da cervejaria Startup Brewing, de Itupeva , em São Paulo, – que produz cerca de 70 mil litros e passou a utilizar cerca de 600 barris de PET da Beerkeg mensalmente – conta que as vantagens foram imediatas na escolha do novo barril. “Tivemos 20% de economia se comparado ao outros barris”, afirmou André. Ele enumera ainda outras vantagens. “O modelo novo ficou mais ergonômico, compacto, permite empilhamento e trouxe redução no custo de armazenamento e do transporte devido ao peso, incomparavelmente menor”, afirmou. Recentemente a Servus Bier exportou 720 litros de cervejas especiais para Viena, na Áustria, usando os Beerkegs. Segundo o gerente comercial, Saulo Imparato, os barris de PET representam o diferencial nas operações de exportação. “São a única forma de exportar. Se fossemos usar o barril de inox, teríamos que pagar mais caro pelo barril e arcar com os custos de trazê-lo de volta”, pontuou. As bebidas foram enviadas para um festival chamado Braukultur – Wochen, organizado pela cervejaria Ottakringer. NÚMEROS Segundo o Ministério da Economia, a exportação de cerveja brasileira movimentou US$ 88,47 milhões, em 2018. São cerca de 135 mil litros. Em 2019, o mês com maior exportação de cerveja foi abril, com US$ 8,74 mi movimentados pelo mercado nacional. O último levantamento realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) aponta 679 microcervejarias no país, com a maior concentração no Rio Grande do Sul (142) e São Paulo (124). No mesmo período, o número de novos registros de chopes e cervejas chegou a 8.903. Uma pesquisa realizada pela Kirin Beer University, divulgada pelo Anuário da Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil), aponta o Brasil como o 3º maior produtor de cerveja do mundo. As microcervejarias, que produzem cervejas especiais, representam 1% desse mercado, segundo a Associação Brasileira de Bebibas (Ababe). DIFERENCIAL O sócio da Beerkeg, Hamilcar Pizzato Neto, afirma que o barril de PET foi idealizado para ser econômico. “Por reduzir custos e simplificar o processo de envase dentro das cervejarias, permite que a produção de cerveja seja maior e os preços menores. Eles já são entregues sanitizados, eliminando gastos com equipamentos e funcionários. Tem pronta entrega, o que acaba com o gasto em espaço para armazenamento. Por ser mais leve diminui o custo do frete e não requer logística reversa”. Também sócio da Beerkeg, Eduardo de Liz, conta que o barril passou por mudanças recentes “A última versão, geração 8 do nosso barril, melhorou alguns detalhes como a possibilidade de empilhamento e a facilidade para carregar o keg, que ficou mais robusto”, afirma. A fábrica da Beerkeg fica em Araucária (PR). O produto é vendido em todo o Brasil e exportado para cervejarias de diversos países, com capacidades para 30 litros e 20 litros de chope. #BarrildePET #BeerKeg #CervejaArtesanal #Logística

Por que a Bierland trocou as garrafas de vidro por cervejas em lata

Uma das mais antigas cervejarias de Blumenau está consolidando um arrojado reposicionamento de mercado. Fundada em 2003, a Bierland abandonou no início deste ano as garrafas de vidro e readaptou a produção de sua fábrica, de onde agora saem apenas latas de 350ml. O movimento já vinha sendo planejado desde que a marca lançou uma linha neste formato de embalagem, em setembro do ano passado. A boa aceitação do público à novidade, segundo o gerente executivo da empresa, Rubens Deeke, deu ainda mais fôlego a essa transformação. A estratégia passa pelo aumento de escala, que a Bierland entendeu que seria mais viável com latas do que com garrafas. Ao ampliar o volume, a empresa reduziu custos de produção ao ponto de poder colocar nas prateleiras de lojas especializadas e supermercados cervejas especiais com preços melhores – a partir de R$ 2,99. A marca intensificou o relacionamento com pontos de venda para manter os valores propostos, dentro da principal diretriz do negócio hoje, que é democratizar o acesso às artesanais por parte do público. — Precisamos de escala para justificar os investimentos. Há uma pressão do mercado por preços mais justos — diz Deeke ao avaliar a ascensão deste nicho. A decisão por essa virada de página, no entanto, não foi nada fácil. Para validar o modelo, a Bierland precisou dar alguns passos atrás. Cortou o portfólio pela metade – de 15 estilos, apenas seis continuam sendo produzidos – e restringiu a distribuição, que com a linha de garrafas chegava a vários pontos do país, apenas a Santa Catarina. Num primeiro momento, a margem do negócio também foi reduzida. — É o preço de ser o pioneiro — considera Deeke. Passada essa fase de maturação, a marca prevê novas etapas de crescimento. Já iniciou contatos para vender latas para o Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo. Para atender a demanda de novos mercados, a Bierland prevê triplicar a produção de 100 mil para 300 mil litros por mês. Também está investindo na construção de um novo centro administrativo, ao lado da fábrica, que deve ficar pronto ainda neste ano. Bierland troca garrafas de vidro por cervejas em lata (Imagem: Divulgação) Fonte: NSC Total #BlumenauSC #CervejaArtesanal #cervejaemlata #CervejariaBierland

Lucro da Ambev cresce no 1º trimestre, mas fica aquém do esperado

Ambev 9Imagem: Divulgação) A fabricante de bebidas Ambev divulgou alta de 6,2% no lucro líquido do primeiro trimestre nesta terça-feira, abaixo do esperado por analistas, em meio a um aumento de dois dígitos nos custos de produtos vendidos e maiores despesas financeiras. A subsidiária latino-americana da Anheuser Busch InBev obteve lucro líquido de 2,749 bilhões de reais, abaixo da estimativa média de analistas de 2,969 bilhões de reais, de acordo com dados da Refinitiv. A receita líquida trimestral da companhia cresceu 8,6%, para 12,64 bilhões de reais, enquanto os volumes subiram 6,1%, para 41,3 milhões de hectolitros. Como resultado, a receita por hectolitro aumentou 2,3 por cento na comparação ano a ano. O custo dos produtos vendidos (CPV) atingiu 5,1 bilhões de reais, alta de 14,6% em relação ao mesmo período de 2018, em parte devido a preços mais elevados de commodities e pressão inflacionária na Argentina. As despesas financeiras tiveram acréscimo de 12,2% no primeiro trimestre, enquanto as despesas gerais, com vendas e administrativas subiram 1,6% no período. O lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado totalizou 5,12 bilhões de reais, alta de 7% ante os primeiros três meses de 2018. A subsidiária brasileira Ambev , na qual a AB InBev detém participação de 61,9%, está presente em 16 países nas Américas, incluindo Argentina e Canadá. As ações da Ambev na bolsa paulista acumulam alta de mais de 17% até o momento neste ano, recuperando-se parcialmente do declínio de 25% em 2018. Donte: Época Negócios #Ambev #AnheuserBuschInBev

Campanha da Cacildis traz árvore de cerveja como estrela principal

Campanha da Cacildis traz árvore de cerveja como estrela principal (Imagem: Divulgação) Depois de trazer o humorista Mussum de volta para a casa dos brasileiros em um filme publicitário pra lá de criativo, a Cacildis inova em campanha que marca o movimento da Brassaria Ampolis para resgatar a força do termo imortalizado por Mussum para se referir às bebidas e transformá-lo em sinônimo de cerveja de qualidade e em um apelido carinhoso da Cacildis. Com criação assinada pelo publicitário Diogo Mello, fundador da cervejaria junto com Sandro Gomes, filho do Mussum, em parceria com os criativos da agência Y&R, o novo filme batizado “Pé de Mé” tem o objetivo de reforçar o slogan “a cerveja, a lenda, o verdadeiro Mé”, que promete acompanhar a Cacildis ao longo de 2019. O teaser do filme foi ao ar no dia 15 de abril e a versão completa foi lançada em 17 de abril. Diferente da primeira campanha que trouxe como protagonistas Mussum e o filho em um divertido diálogo, dessa vez a estrela é o “Pé de Mé”, uma árvore de cerveja que aparece cultivada em situações corriqueiras de consumo. O “Mé” acompanha os fãs em casa, no bar, na praia, na balada, no churrasco, no futebol. “De forma inusitada, divertida e simples – atributos chave da marca – a nova campanha mostra essa árvore divina sendo cultivada pelos apreciadores de uma bela cerveja em ambientes diversos, ajudando a desmistificar a imagem de que cerveja de alta qualidade é inacessível ao grande público. Nossa ideia é deixar claro que apesar de ser um rótulo diferenciado, a Cacildis é perfeita para todas essas situações”, explica Diogo Mello Para marcar o lançamento, o filme será exibido no Comedy Central. O canal que virou referência em comédia nacional selecionou alguns dos comerciais mais engraçados da publicidade e vai exibi-los durante o mês de abril sem custos para os anunciantes em seu break comercial. Entre as marcas convidadas e filmes selecionados está a nova campanha da cerveja Cacildis. Confira: #CervejaArtesanal #Mussum #PropagandadeCerveja

Como reinventar seu bar?

Mudar, virar a página e se reinventar é necessário em diversos momentos de nossas vidas pessoais e profissionais. No caso dos negócios gastronômicos não é diferente. A sociedade muda, novas tendências surgem e isso precisa ser acompanhado. Mas afinal, como reinventar seu bar? Essa pergunta não tem uma única resposta. Para fazer mudanças é necessário um profundo estudo do perfil de público, dos objetivos do restaurante, entre outras questões importantes. De maneira geral, existem alguns tópicos que devem sempre ser levados em consideração ao reinventar um bar. Como reinventar seu bar (Imagem: Divulgação) Identidade visual Engana-se quem pensa que a identidade visual se resume ao logotipo de uma empresa. Ela compreende muito mais do que isso, envolvendo também todos os grafismos, uso de fontes, a aplicação correta das cores e outros elementos visuais. A identidade visual bem aplicada é importante para conquistar mais clientes! Prova disso é uma pesquisa publicada pela revista Ciências Administrativas, que analisou diversos aspectos dos restaurantes de um shopping na Bahia. O estudo comprovou que os estabelecimentos com um alto índice de pregnância da identidade visual, também são os que tem um melhor ticket médio. Ou seja, eles vendem mais. Que tal então realizar essa mudança para reinventar seu bar? Decoração Ainda falando sobre aspectos visuais para reinventar seu bar, algo que precisa sempre ser considerado em um processo de reinvenção de um bar é a decoração. Para isso, verifique como está a sua fachada, o estofamento das cadeiras, a pintura das paredes e faça mudanças se julgar necessário. Com a facilidade que os serviços delivery trouxeram, a decoração ganhou ainda mais relevância para aqueles que saem de casa e vão ao bar ou restaurante.  Deve-se compreender, portanto, que ir a um bar é hoje uma imersão cultural. Se o seu restaurante é de comida típica italiana, por exemplo, deve também trazer uma decoração e elementos que façam lembrar a cultura da Itália. Assim, os seus clientes não apenas saborearão bons pratos, mas também terão uma experiência inesquecível. Preço Você já parou para pensar sobre como os clientes percebem o preço praticado no seu bar? É claro que existem diversos métodos para precificar os pratos, porém é preciso ir além e compreender sobre o preço percebido. De acordo com pesquisadores da Universidade Federal do RS, o cliente tende a voltar a consumir um produto ou serviço quando percebe que o preço é justo. Independente da ideia de caro ou barato, mas sim ao custo-benefício. É aí que questões como um ambiente diferenciado e um bom atendimento podem justificar preços mais altos.  Aqui fica então uma questão: o que você tem feito para melhorar o preço percebido dos pratos de seu restaurante? Reflita e veja se isso precisa entrar para a lista de itens a serem reinventados! Atendimento Pode até parecer um assunto batido, mas falar sobre a importância do bom atendimento nunca é demais. A experiência do cliente vai sempre por água abaixo quando o atendimento não é tão bom quanto se espera. Cabe ao proprietário do restaurante, portanto, garantir que todos os colaboradores do estabelecimento atendam aos clientes com excelência. O estudo “O Estado do Atendimento ao Cliente no Brasil”, demonstra que 68% dos consumidores pagariam mais por um produto, caso o atendimento fosse melhor. Mas além de garantir meios para melhorar o atendimento, também é preciso mensurar o nível de satisfação dos clientes. Segundo o mesmo estudo, apenas 49% das empresas buscam saber como os consumidores percebem o seu negócio. Uma boa alternativa para melhorar o atendimento no restaurante é proporcionar treinamentos, como minicursos e workshops para os profissionais. Ouvir o seu cliente e conhecer suas impressões sobre seu bar ou restaurante pode ser uma peça-chave para implementar melhorias. Tente fazer pesquisas de satisfação por diferentes canais para entender o recado da sua clientela. Cardápio Finalmente chegamos a um dos tópicos mais importantes quando falamos na reinvenção de um bar: o cardápio. Uma reportagem produzida pelo Jornal da Globo mostrou que, devido à crise econômica, muitas pessoas deixaram de gastar  dinheiro em bares. Para driblar essa situação, mudanças precisaram ser realizadas no cardápio dos estabelecimentos.Um exemplo de reestruturação do cardápio é o menu em que um único ingrediente serve para a elaboração de vários pratos. Isso reduz desperdícios, diminui custos e possibilita a prática de um preço mais em conta para o consumidor. Porém, os fatores relacionados ao preço não devem ter exclusividade nessa mudança. É necessário também conhecer os desejos do seu público-alvo e a possibilidade de buscar novos perfis de consumidores para lucrar mais. Fonte: Ultragaz #Bar #Empreendedorismo

Falke Bier alça novos voos e promete muitas novidades e lançamentos em 2019

A Falke Bier – uma das cervejarias artesanais mais icônicas e tradicionais do país – tem passado por um grande processo de renovação para ampliar sua produção e trazer ao mercado cervejeiro inovação e criatividade. Os primeiros frutos dessa mudança já começaram a ser colhidos como, por exemplo, o lançamento da Falke Peregrinus, a nova American Pale Ale de sua linha que até já foi premiada na edição deste ano da Copa Cervezas de America; o tão esperado lançamento da Red Baron em garrafas de 600 ml e ainda a chegada recente ao mercado da Brüt IPA Fly Away. Um dos planos primordiais para a cervejaria nos próximos meses é dividir seus rótulos em três linhas distintas: Linha Clássica que engloba as cervejas mais tradicionais como Weiss, Villa Rica, Ouro Preto e Diamantina; Linha Especial que hoje enquadra a Monasterium, mas que até início de 2019 ganhará duas novas companheiras e a Linha Falcoaria que possui a Falke Peregrinus e a novíssima Fly Away. “Estamos muito animados com esses lançamentos. A próxima será uma farmhouse em garrafa de champagne muito interessante, com uso de leveduras selvagens. Já fizemos alguns testes e tivemos um ótimo resultado. Acabamos de lançar a Brüt IPA, que seca tanto no final que se assemelha a um champagne brut, mas com lúpulos e características de uma IPA. E ainda estamos em fase de estudos da futura Falke Femoralis (nome científico do falcão símbolo da Falke), que vai entrar na Linha Falcoaria. E essas são apenas algumas das novidades que temos pela frente”, antecipa Marco Falcone, um dos sócios proprietários da Falke Bier. Renovação total Outro grande projeto, em andamento desde 2015, é a construção da nova fábrica e ampliação do volume de produção. Segundo Falcone, a nova fábrica foi construída para substituir a antiga, uma em frente a outra no mesmo condomínio em Ribeirão das Neves, com novos equipamentos e estrutura, mas os custos eram muito altos para a cervejaria. A dificuldade de empreender no Brasil se mostrou real e presente. “Chegamos a um impasse, pois sempre utilizamos recursos próprios e foi se tornando insustentável manter o negócio. Procuramos linhas de crédito e financiamentos, mas como nunca tínhamos solicitado antes, não estávamos conseguindo. Então, diante das dificuldades, abrimos para investidores que tivessem interesse e obtivemos um aporte financeiro que nos permitiu finalizar nossa expansão e também remanejar a equipe”, explica o cervejeiro. Esse aporte possibilitou uma verdadeira repaginada em toda estrutura da cervejaria, que começou a construção da nova fábrica com as próprias pernas, mas que agora já ampliou o galpão original para receber ainda mais equipamentos. Entre as novas aquisições estão uma centrífuga, responsável pela melhora na qualidade das cervejas e aumento da segurança no processo produtivo, novos tanques, nova rotuladora e também está em análise a possível aquisição de um equipamento para envasamento de latas. Hoje, a Falke Bier produz 20 mil litros por mês e o objetivo até 2020, quando toda a obra estiver concluída, é que alcance a produção de 80 mil litros/mês. Uma nova sede também faz parte de toda essa remodelação da empresa que ganha outro centro administrativo em Belo Horizonte, no bairro São Pedro. Ele está sendo reformado e, além da parte de escritórios, concentrará também estoque e logística, pois terá câmaras frias para guardar os barris. “Vamos também investir em uma growleria própria, além de outros pontos de distribuição e montaremos um pub/restaurante no local para receber o público”, complementa Falcone. Expansão e sucessão Quanto ao mercado consumidor, o aumento de pontos de venda também já está em andamento com a contratação de um novo gerente administrativo-financeiro e um novo gerente comercial que já começou a atuar nessa expansão. A abertura da loja no Mercado Cervejeiro, no Jardim Canadá, foi uma das ações principais deste ano, já com a nova identidade da marca, assim como o investimento em espaço maiores no Alphaville e também na Cidade Nova. “Expandimos também no interior de Minas, com mais destaque para Ouro Preto e Tiradentes e, fora do estado estamos em negociação em pontos do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia. Tivemos pedidos de exportação, mas não vamos investir nisso por enquanto porque o objetivo inicial é conquistar o bar da esquina antes de sair do país”, reforça Marco. O uso de novos formatos também está nos novos projetos para ampliação de portfólio, como os latões de cinco litros e as latinhas de 355 ml e também as long necks, perfeitas para o que é considerado mercado exóticos como as barbearias. “O uso de copos não é recomendado nesse tipo de negócio, pois podem cair cabelos. Logo, as long necks são ideais. Mas estamos estudando todas as possibilidades dentro deste nosso grande projeto de expansão”. Marco Falcone da Falke Bier (Imagem: Reprodução) A antiga fábrica, uma bela construção que lembra a arquitetura alemã, também será reaproveitada e transformada em uma adega para maturação de cervejas em barris de madeira, com utilização de diversas madeiras diferentes para distintos tipos de cervejas e também um espaço de degustação bonito e temático. “Vamos começar a comprar os barris ano que vem para começar esta atividade que se tornará, em um breve futuro, uma quarta linha da Falke, de cervejas ne madeira. São realmente muitos planos e, até 2020, todos estarão em andamento. Inclusive, o início de uma produção de cervejas colaborativas com cervejarias da Europa. Já estamos conversando sobre isso e combinando algumas datas”, comenta Falcone. E se as novidades não forem suficientes, há também um reforço no quadro pessoal da empresa com a chegada da nova geração de Falcones. Tiago e Max, dois dos filhos de Marco Falcone, já estão totalmente inseridos neste universo e prometem ampliar as perspectivas e inovações que a cervejaria se propõe neste novo ciclo de vida. Max Falcone acaba de assumir, desde outubro de 2018, o posto de segundo cervejeiro da Falke Bier, ao lado do tio Ronaldo que comanda como mestre cervejeiro. Max foi o responsável por elaborar a receita da Falke Peregrinus e ainda promete

My Growler explica o porquê deve-se optar por cerveja artesanal

Que a cerveja é uma das bebidas mais queridas entre os brasileiros, disso ninguém duvida. Acredita-se, inclusive, que ela é consumida desde a antiguidade e não só por prazer, mas também com finalidades cosméticas e medicinais. Pensando por esse lado, você conhece os benefícios que a cerveja pode trazer para a sua saúde? Por ser uma bebida diurética, ela faz bem para os rins. Segundo estudos feitos por cientistas finlandeses (2016), degustar uma cerveja por dia reduz em 40% os riscos de ter pedras nos rins. Ela também é uma bebida nutritiva; além de ser fonte de energia devido ao teor de carboidratos, os componentes da bebida, em seu estado puro – malte, cevada e lúpulo – são fontes de vitaminas com complexo B e sais minerais, como fósforo e magnésio. Existem mais de 100 estudos apontando que o consumo moderado de cerveja diminui de 25% a 40% o risco de morte por doença cardiovascular e ataque cardíaco, isso porque seus cereais possuem flavonoides, antioxidante naturais que protegem o sistema cardiovascular. Apesar dos benefícios estarem nos componentes da bebida, também existe uma diferença entre a cerveja artesanal e a industrializada. Além de possuir ingredientes de alta qualidade em sua fabricação, as crafts beers, não contém acidulantes, conservantes, estabilizantes, antioxidantes e outros aditivos que estão presentes na industrial. Outro ponto a ser observado é que as cervejas que contêm altos níveis de malte de cevada e lúpulo são as mais ricas em silício, ou seja, as artesanais. “A grande perda das cervejas produzidas em grande escala está nos adjuntos. Muitas vezes eles são usados em proporção excessiva, apenas para diminuir custos e sem preocupação com a qualidade, que está diretamente relacionada à saúde do consumidor final. Também existe uma pressa desesperada na linha de produção, visando ao aumento de lucros, o que leva a colocar em uma semana no mercado cervejas que precisariam ficar 30 dias ou mais fermentando e maturando”, explica Rodrigo Fernandes, CEO da My Growler. A My Growler oferece 3 tamanhos diferentes para você consumir sua cerveja favorita onde, quando e com quem quiser (Imagem Divulgação) Esses pontos também foram motivos para o aumento na busca pelas cervejas artesanais em todo país. Apesar da menor quantidade, os consumidores optam pela maior qualidade, liberdade de escolha e personalidade do líquido aos produtos de macro corporação. Os growlers são os utensílios cervejeiros ideais para quem está adepto a essa nova maneira de consumo. Com eles você pode ter em casa litros de sua cerveja artesanal preferida para consumir onde e com quem desejar. Ele nada mais é do que um garrafão retornável próprio para chope, que consegue conservar a bebida por até 30 dias, mas, depois de aberto, o líquido deve ser consumido em até 24 horas. Muito popular nos Estados Unidos, ele funciona assim: você vai até uma Growler Station (https://www.mygrowler.club/rede), enche com o cerveja dos taps direto do barril, tampa e leva para casa. Consumir cerveja em growler, além de sustentável, ainda é mais econômico porque não são utilizadas embalagens descartáveis como latas, garrafas, tampinhas, rótulos e tudo mais necessário para que a garrafa industrial chega até a prateleira do supermercado como processos industriais de envase e pasteurização e logística. Assim, são menos materiais poluindo o planeta. Essa perspectiva para o futuro tem incentivado muita gente a encher seus growlers. E aí, quando bate a vontade de tomar aquela cerveja gelada ele está ali do seu lado. Cheinho. #CervejaArtesanal #GrowlerStation #MyGrowler

Microcervejarias entram no SIMPLES

O presidente da República, Michel Temer, sancionou nesta quinta-feira, 27 de outubro, no Palácio do Planalto, o Projeto de Lei Complementar (PLC) 25/2007 – Crescer sem Medo. Um dos principais pontos é a ampliação do prazo de parcelamento de dívidas tributárias de micro e pequenas empresas de 60 para 120 meses. As novas regras para quitação dos débitos entram em vigor logo após a regulamentação, que será feita em até 90 dias pelo Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN), vinculado à Receita Federal. Cerca de 600 mil micro e pequenas empresas devem R$ 21,3 bilhões para a Receita Federal. De acordo com o presidente do SEBRAE, Guilherme Afif Domingos, a ampliação do prazo é essencial para que esses negócios consigam permanecer no Simples Nacional. “É um fôlego a mais para que os pequenos negócios continuem com as portas abertas e gerando empregos. Nós lutamos e conseguimos um prazo excepcional, ou seja, de exceção. Nós podemos refinanciar essas dívidas em até 120 meses”, comemorou. O presidente do SEBRAE também lançou o Mutirão de Renegociação, que vai incentivar os empreendedores a regularizarem dívidas tributária, bancária, locatícia e com fornecedores. “Estamos todos irmanados para abrir a temporada de renegociação”. O presidente da República, Michel Temer, destacou que o Crescer sem Medo é fruto de uma negociação intensa entre os poderes Executivo e Legislativo e sociedade. “Dialogamos com a classe empresarial e com os trabalhadores. O emprego é o primeiro dos direitos sociais. Esse ato é um gerador de empregos”, declarou. Além do aumento do prazo de parcelamento dos débitos tributários, o Crescer sem Medo eleva, a partir de 2018, o teto anual de faturamento do Microempreendedor Individual (MEI) de R$ 60 mil para R$ 81 mil e cria uma faixa de transição de até R$ 4,8 milhões de faturamento anual para as empresas que ultrapassarem o teto de R$ 3,6 milhões. A redução de seis para cinco tabelas e de 20 par Presidente Michel Temer durante a assinatura do projeto Crescer sem Medo que aprova a inclusão das Microcervejarias no SIMPLES (Foto: Charles Damasceno) a seis faixas, com a progressão de alíquota já praticada no Imposto de Renda de Pessoa Física, é outra alteração prevista para 2018. Assim, quando uma empresa exceder o limite de faturamento da sua faixa, a nova alíquota será aplicada somente no montante ultrapassado. A proposta também regulamenta a figura dos investidores-anjo, aquelas pessoas que financiam com recursos próprios empreendimentos ainda em seu estágio inicial, como as startups, e permite que os pequenos negócios do segmento de bebidas (cervejas, vinhos e cachaças) possam optar pelo Simples Nacional. Outro ponto de destaque é que os donos de salão de beleza poderão dividir os custos tributários com os profissionais que trabalham em parceria, além do estimulo à exportação com a simplificação dos procedimentos de logística internacional. Microcervejarias e vinícolas poderão optar pelo Simples Nacional Para o diretor-superintendente do SEBRAE/RS, Derly Fialho, que participou da cerimônia em Brasília, a sanção de grande parte dos pontos que compõem o Crescer sem Medo representa um avanço significativo para os pequenos negócios, sobretudo do Rio Grande do Sul. “Com as alterações na lei, fabricantes de bebidas como microcervejarias, vinícolas e produtores de cachaça e licores poderão optar pelo regime de tributação estabelecido pelo Simples Nacional. Essa medida deixará as empresas ainda mais competitivas, já que a concorrência que temos com países vizinhos como Argentina, Uruguai e Chile é muito forte”. Outro ponto que merece ser valorizado, na análise de Fialho, é a possibilidade de parcelamento dos débitos tributários em até 120 meses. “É a chance de as empresas saírem da inadimplência, condição que restringe o empreendedor a inúmeras oportunidades como licitações públicas e acesso ao crédito, além de permanecerem no Simples Nacional”. As palavras do Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, também chamaram a atenção do dirigente de forma positiva. Segundo Fialho, o ministro foi categórico em afirmar o papel de desenvolvimento econômico e social que as micro e pequenas empresas (MPEs) exercem no País e que, por isso, merecem atenção especial dos governos. “Meirelles também ressaltou que a função das MPEs vai além da atividade econômica, pois são criativas e, portanto, geradoras de novas tecnologias e modelos de negócios, como é o caso das startups”. Fonte: SEBRAE/RS #CrescersemMedo #Microcervejarias #SIMPLES #Tributação

Cerveja com Glifosato

Cerveja com Glifosato – Imagem oindigenista.com Esta semana a página no Facebook, Brasil sem Monsanto publicou uma atualização com um pedido de ajuda aos internautas, o pedido solicita que o leitor envie um e-mail para a Procuradora da República de Goiás, Mariane Guimarães de Mello Oliveira, solicitando à ela um pedido de fiscalização por algum órgão público como a ANVISA ou Fiocruz, para avaliar a quantidade de resíduo do componente glifosato existe nas principais cervejas do país. Junto ao pedido, veio a seguinte explicação: “Foram achados resíduos de glifosato nas 14 principais marcas de cervejas da Alemanha este mês. [1.2,3] Se há resíduos do agrotóxico glifosato nas cervejas alemães, imagine no Brasil. A Organização Mundial da Saúde classifica o glifosato como provavelmente cancerígeno para humanos. [4,5,6] O principal fabricante desse agrotóxico é a Monsanto, através do seu produto Roundup. O nível máximo registrado, de 29,4 microgramas por litro, está cerca de 300 vezes acima do limite legal para a água potável na Alemanha. [3] A Procurado Mariane Guimarães está atualmente investigando irregularidades de diversas marcas brasileiras de cervejas que não informam no rótulo do produto se a cevada foi substituída por outro cereal e em que quantidade. [9] No Brasil, é permitido que as cervejarias substituam até 45% do malte de cevada por outros cereais como milho ou arroz. Quanto menos cevada, porém, menos pura é considerada a cerveja. Para baratear custos, muitas fabricantes optam pelo milho transgênico (geneticamente modificado). [9] No entanto, se a embalagem não informar qual o cereal substituto e a porcentagem usada, o consumidor pode ser induzido ao erro, segundo a Procuradora da República Mariane Guimarães de Mello Oliveira. [9] “O consumidor tem direito à informação clara a respeito do produto que está consumindo, principalmente devido aos eventuais riscos à saúde do consumo de milho transgênico, além de eventuais alergias a determinados produtos presentes nas fórmulas”, diz. [9] No artigo abaixo, eles mencionam a opinião da BfR. A BfR é uma das agências alemães que avalia agrotóxicos naquele país. Eu pessoalmente não confiaria neles quando eles dizem que, “ A quantidade achado é muito pequena pra prejudicar a saúde”. A BfR é aparelhada pela indústria, não tem muita credibilidade na europa e eles nem sequer avaliaram os estudos toxicológicos do glifosato. Em vez disso, eles se basearam num resumo dado pelo grupo privado Força Tarefa Glifosato (Glyphosate Task Force). Essa “ Força Tarefa Glifosato” é formado por Monsanto, Syngenta, DOW e outras empresas químicas da Europa. Enfim, quase todas as avaliações toxicológicas vieram desse grupo de empresas de agrotóxicos. [7,8] Instituto detecta glifosato na cerveja alemã Lúpulo, malte, fermento, água – e glifosato: justamente nos 500 anos da Lei de Pureza, testes identificam a presença do herbicida na bebida mais famosa da Alemanha. Lúpulo, malte, fermento e água são os quatro ingredientes permitidos na cerveja alemã, segundo a famosa Lei de Pureza da Baviera, datada de 23 de abril de 1516. O Instituto Ambiental de Munique anunciou nesta quinta-feira (25/02) que encontrou um quinto ingrediente: o glifosato, o herbicida mais usado no mundo e amplamente difundido também no Brasil, principalmente em lavouras de soja. Segundo o instituto, testes em amostras de 14 das cervejas mais populares do país constataram, em todos os casos, traços do herbicida. A quantidade varia de 0,46 a 29,74 microgramas por litro. Não há um limite legal para a presença de glifosato na popular bebida, mas o instituto afirma que a quantidade máxima de herbicidas permitida na água potável é de 0,1 micrograma por litro. O Instituto Federal Alemão de Avaliação de Riscos (BfR), órgão responsável por examinar potenciais ameaças à saúde pública, afirmou que a presença de glifosato na cerveja é esperada devido à aplicação nas lavouras e que os níveis detectados não representam riscos à saúde humana, segundo o que se sabe até o momento sobre o herbicida. Sobre a quantidade detectada pelo instituto de Munique, no caso mais extremo de cerca de 30 microgramas por litro, o BfR declarou que seria necessário consumir mil litros de cerveja por dia para que o produto oferecesse riscos à saúde de um adulto. “Eu ainda não vi ninguém na Baviera que beba mil litros. E se alguém beber tudo isso, a morte não vai chegar por causa do herbicida, mas por outros motivos que você e eu podemos imaginar”, afirmou o ministro alemão da Alimentação, Christian Schmidt, à emissora N-TV. “Em termos absolutos, a quantidade é pequena”, afirma a instituição. “Mas, para substâncias carcinogênicas e que afetam os hormônios, não há limite inferior de segurança.” Para os ambientalistas, o glifosato provavelmente chega até a cerveja pelo trigo ou pela cevada, já que nas lavouras convencionais o herbicida é amplamente usado. A instituição pediu às cervejarias que realizem testes nos ingredientes que utilizam. A Associação dos Agricultores da Alemanha (DBV) afirmou que cerca da metade da cevada consumida no país é importada de locais onde as exigências para a aplicação de glifosato são menos rígidas. Na Alemanha, o produto não é aprovado para o uso antes da colheita. No caso do lúpulo, o herbicida não é utilizado, afirmou o DBV. A Associação Alemã dos Fabricantes de Cerveja rebateu as críticas do instituto ao controle de qualidade das matérias-primas, afirmando que elas são “absurdas e totalmente infundadas”. O glifosato é o herbicida mais utilizado em todo o mundo. Na Alemanha, ele é aplicado em cerca de 40% das terras usadas na agricultura. Críticos afirmam que ele é cancerígeno, mas a empresa americana Monsanto, fabricante do produto, afirma que nenhum teste comprovou a periculosidade do herbicida. A lista das cervejas avaliadas: Krombacher Pils (2,99 microgramas (μg) por litro) Oettinger Pils (3,86 μg/l) Bitburger Pils (0,55 μg/l) Veltins Pilsener (5,78 μg/l) Beck’s Pils (0,50 μg/l) Paulaner Weissbier (0,66 μg/l) Warsteiner Pils (20,73 μg/l) Hasseröder Pils (29,74 μg/l) Radeberger Pilsner (12,01 μg/l) Erdinger Weissbier (2,92 μg/l) Augustiner Helles (0,46 μg/l) Franziskaner Weissbier (0,49 μg/l) König Pilsener (3,35 μg/l) Jever Pils (23,04 μg/l) Referências: 1) Instituto detecta glifosato na cerveja alemã 2) German Beer Industry in Shock over Glyphosate Contamination 3)

Cerveja terá aumento de imposto em São Paulo

Foi aprovada nesta quarta-feira na Assembleia Legislativa de São Paulo o projeto de lei 1404/2015,encaminhado ao governador Geraldo Alckmin (PSDB) que incide no aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), aumentando a alíquota do imposto da cerveja de 18% para 20%, onde a proposta do governador era de chegar a 23%, a diminuição da elevação proposta ocorreu após diálogo entre o governo e a indústria da cerveja, que se comprometeu a buscar absorver os custos maiores com o tributo. Motivo do aumento de imposto em São Paulo Cerveja terá aumento de imposto em São Paulo / Foto: Reprodução O projeto é parte do pacote enviado em outubro por Alckmin à Assembleia Legislativa, onde há aumento da arrecadação sobre produtos supérfluos. No pacote há a criação de um fundo estadual de combate à pobreza. Esse fundo será abastecido com cerca de R$ 1 bilhão gerado com o aumento do imposto sobre supérfluos. Outro R$ 1 bilhão será destinado ao tesouro estadual e R$ 500 milhões aos municípios. Paulo Pretoni, presidente da CervBrasil (Associação Brasileira da Indústria da Cerveja) disse que não é possível prever como o aumento irá afetar os preços praticados pelos varejistas. “Cada empresa tem uma situação diferente para definir a sua política de precificação. A associação não tem como fazer isso. Um aumento de 25% seria mais difícil de absorver, e 22% dá uma margem maior para as empresas. Toda empresa tem a sua estratégia própria para fazer a precificação, quem sabe sem repasse do aumento para o comércio”, diz Petroni. As mudanças começam a valer a partir de 1º de janeiro do ano que vem. Apesar dos aumentos significativos para os empresários, ainda está sob discussão na Assembleia um adicional de dois pontos percentuais no ICMS da cerveja. Aumentar os impostos de um produto que tem em seu preço final mais da metade atribuída aos impostos com a alegação de ser um produto supérfluo e com a ideia de compensar os outros impostos baixados? Seria mais viável diminuir o número de vereadores, diminuir o valor que cada político ganha para “trabalhar”, retirar todos estes benefícios de transporte e moradia, alterar esta proporção em que 60% do imposto (R$1,5 bilhões) voltam para os governos estaduais e municipais e apenas 40% é realmente voltado para o fundo no qual a lei é baseada. Fonte: G1 #Atualidades #Cerveja #CervejaePolítica #Legislação

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