Empresas vinculadas com a AmBev, Z-Tech e Bees oferecem 200 bolsas de estudos para aquelas que querem trabalhar com tecnologia.
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Ambev lança unidade de negócios para bebidas alcoólicas
A Ambev criou uma nova divisão de negócios chamada “Future Beverages”, com foco em diferentes tipos de bebidas alcoólicas
Ambev investirá R$ 870 milhões em sua fábrica de garrafas sustentáveis
Unidade da gigante AmBev ficará no Paraná e tem previsão de começar a produzir garrafas recicláveis em 2025.
Ambev traz Spaten, uma cerveja alemã
A Ambev lança no Brasil a Spaten, cerveja criada em 1397 em Munique, na Alemanha.
Ambev faz entrega de cerveja em 2 minutos com drone
A Ambev começou a testar o serviço de entregas por drone. O primeiro teste foi realizado no fim de abril na cidade de Jaguariúna, interior de São Paulo. O iFood já vem realizando testes com drones para reduzir o tempo de entrega. O drone, com capacidade para transportar até 2Kg, percorreu 2km até um condomínio de casas ao lado da cervejaria, trajeto feito em menos de 2 minutos. Por enquanto a empresa ainda está fazendo testes e as entregas não estão confirmadas. A Ambev vai realizar uma nova fase de testes com um novo drone, capaz de voar por até 20Km levando uma carga de 8Kg. A empresa diz que “acredita que o projeto poderá contribuir com a mobilidade urbana e o meio ambiente, já que deve ajudar a diminuir o número de veículos nas ruas e, consequentemente, a emissão de poluentes”.
Queda de vendas da Heineken justifica alta da Ambev?
Os resultados do primeiro trimestre das duas multinacionais cervejeiras mostram que a pandemia pode ter freado o desempenho de ambas, mas Ambev sai na frente. No final de abril, a Heineken divulgou seus resultados do primeiro trimestre de 2021 e os números mostram que o lucro líquido foi a €168 milhões, que é quase 80% maior do que 2020, mas é 40% menor do que 2019. Isso mostra que houve melhora, mas a pandemia segue afetando suas vendas. Principalmente no Brasil, em que houve queda de vendas de 4% a 6% no primeiro trimestre. Essa queda pode ser atribuída ao aumento nos valores de venda que tiveram reajuste, às restrições de capacidade e a diminuição de renda dos consumidores que podem deixar de consumir produtos premium da empresa, o que diminui suas margens. Além disso, o grande problema que a Heineken tem passado é em relação ao fornecimento de garrafas, que tem sido recorrente na maioria das cervejarias brasileiras. Essa desvantagem aumenta o abismo entre os resultados da Ambev, que supriu cerca de 44% da necessidade de garrafas internamente e por fortes contratos com seus fornecedores. A queda no volume total de produção tem relação com a capacidade de produção que está aquém do esperado, e é resultado da dificuldade de manter a cadeia de fornecimento de garrafas em andamento. Mesmo a Heineken afirmando que agora está produzindo sua capacidade máxima, suas marcas de valor estão vendendo menos. Os resultados da Ambev que saíram hoje, demonstram que o lucro líquido subiu 124,9%% em relação ao ano anterior. No Brasil, a receita líquida subiu 26,1% em relação ao mesmo período do ano passado. Abaixo da média mundial, mas ainda confere crescimento à companhia. É possível perceber que a alta capacidade da Ambev de gerir sua cadeia de suprimentos, aliada ao variado mix de produtos, com marcas, posicionamentos e valores diferentes favorece sua alta participação no mercado. Entretanto, é importante lembrar da pesquisa do Credit Suisse que inferiu que a Heineken é a marca preferida do brasileiro, mas não a mais consumida. Isso se reflete nos resultados dessas multinacionais, pois o reajuste da Heineken junto à sua diminuição de capacidade de produção e a redução da renda do consumidor fez com que seu produto mais conhecido, não tenha sido o mais comprado. Além disso, posso incluir aqui minha opinião de sommelier que acredita que muita gente ainda considera a cerveja Heineken muito amarga. Embora eu ache que não precise mudar (o produto é esse e pronto), eu já ouvi de muita gente que a empresa deveria diminuir o amargor para que fosse mais bem recebida pela maioria, ou ainda que o preço deveria diminuir para competir com as cervejas da Ambev. Bom, não creio que o objetivo da Heineken seja oferecer cervejas iguais as de sua maior concorrente (opinião da mera mortal aqui, vai que seja né?), suas vendas estão baseadas na criação de valor e qualidade de suas marcas premium. A Ambev também faz o mesmo, mas obviamente tem uma variedade maior de produtos, com posicionamentos diferentes, que possibilitam oferecer cervejas de massa com preços extremamente acessíveis, bem como cervejas especiais para um nicho mais exigente e com maior capacidade de compra. Isso é mercado, análises como esta fazem parte da realidade de quem está inserido no mercado de cervejas. Precisamos entender as preferências do consumidor, além dos resultados ($) de uma companhia. Sem dúvidas, a forma de consumo de bebidas alcoólicas no Brasil mudou muito após o início da pandemia. A Ambev apostou mais no Zé Delivery, o aplicativo de entrega de cerveja gelada em casa que além de cumprir seu papel comercial com inúmeros pontos de venda cadastrados, traz dados de consumo e preferências do consumidor. E a Heineken lançou recentemente um aplicativo com benefícios e descontos, em que a venda ocorre através de pontos parceiros, com objetivo de agregar ainda mais parceiros para aumentar seu alcance. A criação desses aplicativos representa o tipo de adaptação necessária em tempos de pandemia e aumenta a proximidade com o consumidor, além de o fidelizar através de ações e campanhas. As expectativas para ambos os grupos é de crescimento no próximo trimestre, mas acredito que a Heineken vai ter “rebolar” um pouco mais para continuar ganhando espaço no mercado. Começando pelo planejamento e gestão da cadeia de suprimentos. Tem mais alguma ideia pra discutir? Me manda! Pode ser no insta @aline.sommelier ou no email degustarebeer@gmail.com
Ambev transforma fábrica da Colorado em fábrica de cilindros de oxigênio
Toda ajuda é bem vinda nesse momento complicado, a Ambev anunciou que irá produzir oxigênio para ajudar hospitais que estão entrando em colapso nessa segunda onda da pandemia e, assim, evitar o desabastecimento ocorrido no início do ano em Manaus. A holding – dona das marcas Antárctica, Brahma e Bohemia, entre outras – está convertendo parte de uma de suas cervejarias, no interior de São Paulo, para fabricar e envasar oxigênio hospitalar. A fábrica que está sendo adaptada fica na cidade de Ribeirão Preto e é destinada originalmente à produção da Colorado, uma das marcas de cerveja da companhia. “A usina terá capacidade para produzir 120 cilindros de 10 metros cúbicos por dia e será operada pelos times da Ambev, que trabalharão em turnos para garantir a produção 24h por dia”, informou em nota a dona da Skol e da Brahma. Toda a produção será doada para hospitais e unidades de saúde do estado de São Paulo, onde a ocupação de leitos de UTI já passou dos 90% “Equipamentos já estão sendo adquiridos e a expectativa é que a produção comece no início de abril”, informou a Ambev. Pedido A ajuda atende a um pedido do governo de São Paulo. O vice-governador de São Paulo, Rodrigo Garcia disse que, no momento em que a ocupação das UTIs estão no limite, empresas diferentes garantiram o abastecimento de oxigênio para os hospitais de São Paulo. “A Ambev se prontificou a criar, num prazo de 10 dias, uma usina de oxigênio em Ribeirão Preto e doar integralmente a produção, que será suficiente para 120 cilindros por dia”, disse Garcia, em entrevista coletiva no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista. Distribuição Mais ajuda também chega para a distribuição dos cilindros de oxigênio. “A Copagaz utilizará a sua frota, que distribui hoje botijões de gás, para o transporte e a logística de oxigênio”. Rodrigo Garcia garantiu que a ajuda será enviada a hospitais públicos do estado, dos municípios e a rede de entidades filantrópicas, como as Santas Casas.
Ambev e Embrapa investem na produtividade de mandioca para a cerveja Magnífica
Foram iniciados experimentos da Embrapa Cocais para transferência de tecnologia de manejo, mecanização, cooperativismo e desenvolvimento de cultivares de mandioca, matéria–prima para a produção da Magnífica, cerveja maranhense feita com mandioca plantada no Maranhão. Pesquisadores da Unidade da Embrapa no Maranhão plantaram, nos meses de novembro, dezembro e janeiro, respectivamente nos municípios de Magalhães de Almeida, Itapecuru Mirim e Pedro do Rosário, clones do programa de melhoramento genético da Embrapa, cultivares já existentes na Embrapa Mandioca e Fruticultura e recomendadas para outros estados e também variedades locais já usadas por produtores do estado. Segundo o pesquisador da Embrapa Cocais, Guilherme Abreu, são cerca de 300 genótipos em cada local e se espera como resultado a recomendação de duas ou três variedades de alta produtividade de raízes e alto teor de amido em diferentes condições edafoclimáticas no estado para melhorar a qualidade da cerveja produzida pela Ambev, parceira na pesquisa. “Procura-se produtividade acima de 30 toneladas por hectare e teor de amido igual ou maior a 30%. O trabalho de avaliação das características agronômicas dos genótipos e definição de tecnologias para maximizar o potencial das lavouras e raízes repercutirá também na qualidade dos demais subprodutos de mandioca, como a farinha”, completa. “Estamos mostrando para essas comunidades atendidas o diferencial do manejo técnico, com uso de adubos, herbicidas e defensivos, quando necessário”, detalhou o pesquisador. Para o chefe de pesquisa e desenvolvimento da Unidade da Embrapa no Maranhão, João Zonta, a adoção de tecnologias recomendadas para garantir o fornecimento de raízes em qualidade e quantidade para a indústria processadora vai oferecer nova oportunidade de comercialização, a partir de melhores garantias de compra/venda e de preço das raízes, com venda direta do produtor à indústria, sem a participação dos intermediários. “A cadeia da mandioca ainda está se desenvolvendo no Maranhão e os cultivos no Estado se caracterizam pelo baixo nível tecnológico. Além de disponibilizar material genético de qualidade, percebemos que é necessário atuar em outras áreas, como por exemplo o manejo da cultura e a mecanização, e ainda transferência de tecnologia, o que torna o projeto bastante abrangente”, completou. “A inclusão de inovações tecnológicas no processo produtivo implica na reorganização do trabalho familiar e no entendimento das motivações individuais para o trabalho coletivo na cooperativa. Por isso, identificar objetivos comuns entre os agricultores é fundamental para manter a continuidade do trabalho colaborativo durante e após o período da atuação da Embrapa e demais parceiros institucionais”, resumiu a contribuição da sua atividade. Embora o estado do Maranhão tenha reconhecido potencial para a produção de mandioca, prepondera a baixa produtividade das lavouras, com a média de 8706 kg por hectare, muito abaixo da média nacional que é de 14356 kg por hectare (IBGE 2019). Para exemplificar ainda mais a baixa produtividade das lavouras maranhenses, dentre os 217 municípios que possuem área plantada com mandioca, apenas três apresentam produtividade acima da média nacional.
Ambev vai doar R$ 255 para ambulantes que não poderão vender cerveja no Carnaval
A Ambev vai doar R$ 255 para ambulantes que não vão poder vender cerveja no Carnaval deste ano devido à suspensão das festas. A estimativa da empresa é de que aproximadamente 20 mil trabalhadores sejam contemplados em todos os estados. Para fazer a distribuição, a Ambev criou o site “Ajude um Ambulante” e vai repassar R$ 150 depois que os trabalhadores fizerem o cadastro, comprovando que atuaram na função nos anos anteriores. Os outros R$ 100 serão doados em até 20 parcelas de R$ 5, cada vez que um cliente fizer uma compra de cerveja da fabricante, usando um cupom do programa que será distribuído pelos próprios ambulantes. Quanto às caixas térmicas que seriam usadas pelos ambulantes, a Ambev decidiu dar outra destinação. Cinco mil delas foram doadas para os postos de saúde transportarem vacinas contra a Covid-19.
Caminhões elétricos irão entregar cerveja para a Ambev
Os responsáveis pelo ressurgimento da FNM (Fábrica Nacional de Mobilidades), conhecida como FêNêMê, são os empresários José Antonio e Alberto Martins, filhos do empresário José Antonio Fernandes MA Ambev anunciou recentemente a compra de 1.000 caminhões FNM elétricos para o transporte e distribuição de bebidas pelo país. A produção dos novos caminhões elétricos com a marca FNM foi anunciada em Julho do ano passado. artins, que atuou como executivo da Marcopolo por 53 anos e atualmente é um dos acionistas da fabricante de ônibus. A fabricação e montagem desses caminhões estão sendo realizadas nas instalações da Agrale em Caxias do Sul (RS). Os veículos terão motores da europeia Danfoss, baterias da norte-americana Octillion e baús Randon. Ambas as fabricantes estudam a viabilidade da instalação de fábricas no Brasil. Com a compra desse lote, a Ambev espera reduzir em 25% as emissões de CO2 em toda sua cadeia até 2025. Atualmente, a empresa conta com cerca de 5.300 caminhões. De acordo com a empresa, o primeiro caminhão elétrico entregue fará rotas de distribuição de bebidas no Rio de Janeiro, com autonomia de até 100 quilômetros por dia. Esse veículo deve servir como teste para a implementação nas demais cidades.