A Ambev (ABEV3) registrou lucro líquido atribuído ao controlador de R$ 4,099 bilhões no quarto trimestre de 2019, alta de 22% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano de 2019, o montante foi de R$ 11,780 bilhões, número 7,13% maior do que em 2018. A melhor performance é atribuída, principalmente, a expansão do Ebitda, menor alíquota efetiva de imposto de renda e menores despesas financeiras. O lucro líquido ajustado da fabricante de bebidas foi de R$ 4,633 bilhões no quarto trimestre de 2019, 24,4% acima do registrado em igual período do ano passado. Em informe de resultados, a companhia afirma que a alta se deve a uma menor despesa de imposto de renda. No acumulado de 2019, o lucro líquido ajustado cresceu 8,5% ante 2018, atingindo R$ 12,549 bilhões. O lucro consolidado do quarto trimestre foi de R$ 4,219 bilhões, alta de 21,80% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2019, o montante foi de R$ 12,188 bilhões. Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da Ambev atingiu R$ 6,924 bilhões no quarto trimestre, recuo de 9,3% ante o mesmo período do ano anterior. Na comparação de 2019 com 2018, a queda foi de 2,5%, para R$ 21,147 bilhões. A empresa reportou uma margem Ebitda do quarto trimestre de 2019 de 43,7%, contração de 390 pontos-base em relação ao quarto trimestre de 2018. “A margem Ebitda foi impactada principalmente pelo maior custo do produto vendido decorrente de preços de commodities e taxa de câmbio significativamente desfavoráveis”, diz o relatório da empresa. A receita líquida da Ambev teve queda de 1% no quarto trimestre de 2019 ante quarto trimestre de 2018, montante de R$ 15,856 bilhões. No acumulado de 2019 ante 2018, o indicador teve alta de 4,7%, somando R$ 52,599 bilhões. No documento, a administração da empresa afirma que “o crescimento decorrente da contínua expansão do segmento premium foi parcialmente compensado pelo avanço da estratégia de acessibilidade inteligente e pelo mix geográfico”. No ano, o volume de vendas no Brasil teve alta de 5,1%: o volume de cerveja vendido no Brasil cresceu 3,2%, alcançando 80,3 milhões de hectolitros. Incluindo não alcoólicos, esse índice cresceu 5,1%, chegando aos 106,8 milhões de hectolitros. A receita líquida da operação brasileira no ano somou R$ 28,7 bilhões e cresceu 7,1%. Já as vendas de bebidas não alcoólicas tiveram aumento de 11,3% no volume e 16,1% na receita líquida em 2019. O volume vendido na região CAC (América Central e Caribe) aumentou 5,3% no ano, enquanto seu EBITDA anual atingiu R$ 3 bilhões – um aumento de 22% na comparação com 2018. Já a zona LAS (Latin America South) teve queda de 3,5% no volume de vendas e cresceu o EBITDA em 12,3% No quarto trimestre de 2019, o volume total de vendas (cerveja + não alcoólicos) cresceu em 4,7% na base de comparação anual, para 31,4 milhões de hectolitros, com queda de 1,8% na receita por hectolitro. Em cerveja, o volume de vendas aumentou em 1,4% para 23,6 milhões de hectolitros. A receita líquida da venda de cerveja cresceu 1,2% e atingiu R$ 7,6 bilhões, e a receita por hectolitro decresceu ligeiramente em 0,2%. No segmento de bebidas não alcoólicas, o volume de venda cresceu 16% no trimestre, com alta de 13% na receita líquida. O Credit Suisse destacou que os números da Ambev foram fracos, com o crescimento de volume de 3,4% na base de comparação anual sendo mais que compensado do lado negativo pela queda de 4,2% de receita por hectolitro. Os analistas destacam reação negativa do mercado considerando principalmente o guidance de 2020 menos detalhado e a indicação de uma menor rentabilidade para o segmento de cerveja no Brasil no primeiro trimestre de 2020, sem a clareza de que isso levará a uma melhora de volume. O Bradesco BBI destacou que a Ambev reportou um Ebitda 2% abaixo do consenso do mercado para o quarto trimestre de 2019, embora o lucro tenha sido 6% superior às estimativas do banco. “Os resultados do quarto trimestre mostram que a Ambev praticou descontos no Brasil e eles foram maiores do que esperávamos. Os desafios permanecem para 2020 porque Heineken e Petrópolis têm aumento da capacidade de produção”, avalia o BBI. O banco observa que o guidance para 2020 indica custos maiores já para o começo deste ano. A avaliação do Itaú BBA destaca que os resultados foram mais fracos que os projetados para a divisão de cervejas, com um Ebitda 4% abaixo das estimativas do banco. Como destaques positivos, o BBA indicou o crescimento de 16% nas vendas das bebidas não alcoólicas da Ambev e o lucro líquido 1% superior às projeções. O cenário para 2020, contudo, não é positivo, porque são esperadas maiores pressões de custos e competição no mercado brasileiro de cervejas. O Itaú BBA manteve a nota “market perform” (média do mercado) para o papel ABEV3, com preço-alvo de R$ 22,00 para ação – uma alta de 39,1% sobre R$ 15,82. Números da AB InBev e alerta sobre coronavírus A Anheuser-Busch InBev, controladora da Ambev e maior cervejaria do mundo, divulgou lucro líquido de US$ 114 milhões no quarto trimestre de 2019, bem menor do que o ganho de US$ 456 milhões apurado em igual período de 2018. A empresa também alertou que perdeu US$ 170 milhões em lucro nos primeiros dois meses de 2020 por causa dos efeitos da epidemia de coronavírus. A receita da AB InBev totalizou US$ 13,33 bilhões entre outubro e dezembro, ante US$ 13,79 bilhões no quarto trimestre do ano anterior. Analistas consultados pela FactSet previam receita um pouco maior, de US$ 13,67 bilhões. Também em razão do Covid-19, como é conhecido o coronavírus, a AB InBev estima que perdeu US$ 285 milhões em receita no primeiro bimestre deste ano. O Ebitda normalizado da AB InBev – medida preferida da empresa que exclui itens extraordinários – caiu de US$ 6,02 bilhões para US$ 5,43 bilhões na mesma comparação trimestral. Também neste
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Queda no preço do alumínio anima fabricantes de cerveja
Queda no preço do alumínio anima fabricantes de cerveja (Imagem: Pixabay) As cervejarias globais estão alinhadas com os menores custos de insumos, como resultado da queda no preço anteriormente alto do alumínio usado na fabricação de latas, as fabricantes estão empolgadas com o ano de 2020, de acordo com o analista Trevor Stirling . O ano passado viu quedas “significativas” nos preços do alumínio, disse Trevor Stirling, da AB Bernstein. Como as grandes indústrias normalmente compram as embalagens de metal com cerca de um ano de antecedência, 2020 deve ter um declínio de 5% a 10% nos custos de latas, prevê Stirling. O alumínio corresponde por cerca da metade do custo total de uma lata, de acordo com o analista. Stirling alega que os fabricantes de cerveja nos EUA, Europa Ocidental e Japão devem se beneficiar mais com a queda nos custos de latas, pois usam mais as embalagens do que as empresas nos mercados em desenvolvimento, onde o vidro é preferido. O analista acrescentou que os fabricantes de cerveja da Europa Ocidental provavelmente sofrerão a menor pressão sobre os custos em 2020, por causa da forte colheita de cevada no nordeste do continente. Stirling disse que os preços da cevada para maltagem na safra de 2019 caíram 25% em relação ao ano anterior, com uma queda de 15% no malte. Os EUA estão na linha de um declínio de 5 a 10% nos preços da cevada para maltagem. Apesar da perspectiva otimista de custos de insumos, Stirling alertou que as cervejarias competirão com a inflação de salários e os preços potencialmente mais altos de energia e das garrafas em 2020. Nos últimos dois anos, as cervejarias globais apontaram os altos preços do alumínio como um empecilho para os lucros. Nos EUA, o aumento foi atribuído por algumas empresas às tarifas de importação do metal implementado pelo governo dos EUA em 2018. #alumínio #Cerveja #Latadecerveja #MercadodeCervejas
Menos expositores e ingressos mais baratos: Festival da Cerveja terá mudanças em 2020
Festival Brasileiro da Cerveja (Foto Divulgação) O Festival Brasileiro da Cerveja terá mudanças a partir do próximo ano. Duas delas serão mais visíveis ao público que visitar a Vila Germânica entre os dias 11 e 14 de março: a redução do número de expositores, que ficará limitado a 100 – foram 116 cervejarias neste ano –, e uma eventual diminuição dos valores dos ingressos, algo que está em análise. Ambas as medidas têm como pano de fundo tornar o festival mais atrativo financeiramente para as cervejarias. Para muitas delas, sobretudo as que vêm de outros Estados e que, por isso, têm custos maiores de logística, a conta não estava fechando. Um dos receios é de que essa realidade espantasse essas empresas, o que enfraqueceria a proposta de abrangência nacional do evento. Por outro lado, ingressos mais acessíveis poderiam atrair mais público, aumentando o consumo nos estandes. As alterações também atingirão a estrutura da organização. Promotora do festival, a Associação Blumenauense de Turismo, Eventos e Cultura (Ablutec) criou um comitê de profissionais ligados ao mercado cervejeiro, que fará a ponte entre a entidade e os expositores. Como primeira ação, esse grupo disparou um questionário para todas as cervejarias que já participaram do evento para entender suas principais demandas e objetivos. O comitê é formado por Develon da Rocha e Ulysses Kreutzfeld, representando a Ablutec, e pelos empresários Valmir Zanetti (Cerveja Blumenau), Carlo Bressiani (Escola Superior de Cerveja e Malte) e Maurício Zipf (Schornstein). As medidas a serem tomadas representam um passo atrás em termos de volume, mas são necessárias para qualificar o festival e garantir que ele cresça no futuro, na avaliação de Zanetti. Concurso e rodadas de negócios O Concurso Brasileiro da Cerveja também passará por mudanças. A Escola Superior de Cerveja e Malte assumirá em definitivo a organização da competição. Outra novidade prevista para o festival no ano que vem será a promoção de rodadas de negócios entre as empresas com apoio do Sebrae. #BlumenauSC #CervejaArtesanal #FestivalBrasileirodaCerveja #FestivalCervejeiro
Microcervejarias reduzem em 20% o custo de exportação utilizando barris de PET
O uso de barril de PET 100% nacional para o transporte e armazenamento de cerveja artesanal está reduzindo em 20% o custo das microcervejarias e ampliando a possibilidade de exportação da bebida para outros estados e países. Desde o início deste ano, Europa, Estados Unidos e Argentina estão recebendo cervejas brasileiras exportadas no barril feito de PET, fabricado em Araucária, Região Metropolitana de Curitiba. Ao todo, mais de 150 cervejarias no Brasil e exterior compram o produto para armazenar e transportar cerveja. Diretores da Beerkeg Eduardo de Liz e Hamilcar Pizatto Neto (Imagem: Divulgação) Competitividade – A entrada e a aceitação do Beerkeg no mercado internacional se deve a alguns fatores decisivos para os fabricantes de cervejas, redução nos custos. O empresário André Franken, da cervejaria Startup Brewing, de Itupeva , em São Paulo, – que produz cerca de 70 mil litros e passou a utilizar cerca de 600 barris de PET da Beerkeg mensalmente – conta que as vantagens foram imediatas na escolha do novo barril. “Tivemos 20% de economia se comparado ao outros barris”, afirmou André. Ele enumera ainda outras vantagens. “O modelo novo ficou mais ergonômico, compacto, permite empilhamento e trouxe redução no custo de armazenamento e do transporte devido ao peso, incomparavelmente menor”, afirmou. Recentemente a Servus Bier exportou 720 litros de cervejas especiais para Viena, na Áustria, usando os Beerkegs. Segundo o gerente comercial, Saulo Imparato, os barris de PET representam o diferencial nas operações de exportação. “São a única forma de exportar. Se fossemos usar o barril de inox, teríamos que pagar mais caro pelo barril e arcar com os custos de trazê-lo de volta”, pontuou. As bebidas foram enviadas para um festival chamado Braukultur – Wochen, organizado pela cervejaria Ottakringer. NÚMEROS Segundo o Ministério da Economia, a exportação de cerveja brasileira movimentou US$ 88,47 milhões, em 2018. São cerca de 135 mil litros. Em 2019, o mês com maior exportação de cerveja foi abril, com US$ 8,74 mi movimentados pelo mercado nacional. O último levantamento realizado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) aponta 679 microcervejarias no país, com a maior concentração no Rio Grande do Sul (142) e São Paulo (124). No mesmo período, o número de novos registros de chopes e cervejas chegou a 8.903. Uma pesquisa realizada pela Kirin Beer University, divulgada pelo Anuário da Associação Brasileira da Indústria da Cerveja (CervBrasil), aponta o Brasil como o 3º maior produtor de cerveja do mundo. As microcervejarias, que produzem cervejas especiais, representam 1% desse mercado, segundo a Associação Brasileira de Bebibas (Ababe). DIFERENCIAL O sócio da Beerkeg, Hamilcar Pizzato Neto, afirma que o barril de PET foi idealizado para ser econômico. “Por reduzir custos e simplificar o processo de envase dentro das cervejarias, permite que a produção de cerveja seja maior e os preços menores. Eles já são entregues sanitizados, eliminando gastos com equipamentos e funcionários. Tem pronta entrega, o que acaba com o gasto em espaço para armazenamento. Por ser mais leve diminui o custo do frete e não requer logística reversa”. Também sócio da Beerkeg, Eduardo de Liz, conta que o barril passou por mudanças recentes “A última versão, geração 8 do nosso barril, melhorou alguns detalhes como a possibilidade de empilhamento e a facilidade para carregar o keg, que ficou mais robusto”, afirma. A fábrica da Beerkeg fica em Araucária (PR). O produto é vendido em todo o Brasil e exportado para cervejarias de diversos países, com capacidades para 30 litros e 20 litros de chope. #BarrildePET #BeerKeg #CervejaArtesanal #Logística
Por que a Bierland trocou as garrafas de vidro por cervejas em lata
Uma das mais antigas cervejarias de Blumenau está consolidando um arrojado reposicionamento de mercado. Fundada em 2003, a Bierland abandonou no início deste ano as garrafas de vidro e readaptou a produção de sua fábrica, de onde agora saem apenas latas de 350ml. O movimento já vinha sendo planejado desde que a marca lançou uma linha neste formato de embalagem, em setembro do ano passado. A boa aceitação do público à novidade, segundo o gerente executivo da empresa, Rubens Deeke, deu ainda mais fôlego a essa transformação. A estratégia passa pelo aumento de escala, que a Bierland entendeu que seria mais viável com latas do que com garrafas. Ao ampliar o volume, a empresa reduziu custos de produção ao ponto de poder colocar nas prateleiras de lojas especializadas e supermercados cervejas especiais com preços melhores – a partir de R$ 2,99. A marca intensificou o relacionamento com pontos de venda para manter os valores propostos, dentro da principal diretriz do negócio hoje, que é democratizar o acesso às artesanais por parte do público. — Precisamos de escala para justificar os investimentos. Há uma pressão do mercado por preços mais justos — diz Deeke ao avaliar a ascensão deste nicho. A decisão por essa virada de página, no entanto, não foi nada fácil. Para validar o modelo, a Bierland precisou dar alguns passos atrás. Cortou o portfólio pela metade – de 15 estilos, apenas seis continuam sendo produzidos – e restringiu a distribuição, que com a linha de garrafas chegava a vários pontos do país, apenas a Santa Catarina. Num primeiro momento, a margem do negócio também foi reduzida. — É o preço de ser o pioneiro — considera Deeke. Passada essa fase de maturação, a marca prevê novas etapas de crescimento. Já iniciou contatos para vender latas para o Rio Grande do Sul, Paraná e São Paulo. Para atender a demanda de novos mercados, a Bierland prevê triplicar a produção de 100 mil para 300 mil litros por mês. Também está investindo na construção de um novo centro administrativo, ao lado da fábrica, que deve ficar pronto ainda neste ano. Bierland troca garrafas de vidro por cervejas em lata (Imagem: Divulgação) Fonte: NSC Total #BlumenauSC #CervejaArtesanal #cervejaemlata #CervejariaBierland
Lucro da Ambev cresce no 1º trimestre, mas fica aquém do esperado
Ambev 9Imagem: Divulgação) A fabricante de bebidas Ambev divulgou alta de 6,2% no lucro líquido do primeiro trimestre nesta terça-feira, abaixo do esperado por analistas, em meio a um aumento de dois dígitos nos custos de produtos vendidos e maiores despesas financeiras. A subsidiária latino-americana da Anheuser Busch InBev obteve lucro líquido de 2,749 bilhões de reais, abaixo da estimativa média de analistas de 2,969 bilhões de reais, de acordo com dados da Refinitiv. A receita líquida trimestral da companhia cresceu 8,6%, para 12,64 bilhões de reais, enquanto os volumes subiram 6,1%, para 41,3 milhões de hectolitros. Como resultado, a receita por hectolitro aumentou 2,3 por cento na comparação ano a ano. O custo dos produtos vendidos (CPV) atingiu 5,1 bilhões de reais, alta de 14,6% em relação ao mesmo período de 2018, em parte devido a preços mais elevados de commodities e pressão inflacionária na Argentina. As despesas financeiras tiveram acréscimo de 12,2% no primeiro trimestre, enquanto as despesas gerais, com vendas e administrativas subiram 1,6% no período. O lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado totalizou 5,12 bilhões de reais, alta de 7% ante os primeiros três meses de 2018. A subsidiária brasileira Ambev , na qual a AB InBev detém participação de 61,9%, está presente em 16 países nas Américas, incluindo Argentina e Canadá. As ações da Ambev na bolsa paulista acumulam alta de mais de 17% até o momento neste ano, recuperando-se parcialmente do declínio de 25% em 2018. Donte: Época Negócios #Ambev #AnheuserBuschInBev
Campanha da Cacildis traz árvore de cerveja como estrela principal
Campanha da Cacildis traz árvore de cerveja como estrela principal (Imagem: Divulgação) Depois de trazer o humorista Mussum de volta para a casa dos brasileiros em um filme publicitário pra lá de criativo, a Cacildis inova em campanha que marca o movimento da Brassaria Ampolis para resgatar a força do termo imortalizado por Mussum para se referir às bebidas e transformá-lo em sinônimo de cerveja de qualidade e em um apelido carinhoso da Cacildis. Com criação assinada pelo publicitário Diogo Mello, fundador da cervejaria junto com Sandro Gomes, filho do Mussum, em parceria com os criativos da agência Y&R, o novo filme batizado “Pé de Mé” tem o objetivo de reforçar o slogan “a cerveja, a lenda, o verdadeiro Mé”, que promete acompanhar a Cacildis ao longo de 2019. O teaser do filme foi ao ar no dia 15 de abril e a versão completa foi lançada em 17 de abril. Diferente da primeira campanha que trouxe como protagonistas Mussum e o filho em um divertido diálogo, dessa vez a estrela é o “Pé de Mé”, uma árvore de cerveja que aparece cultivada em situações corriqueiras de consumo. O “Mé” acompanha os fãs em casa, no bar, na praia, na balada, no churrasco, no futebol. “De forma inusitada, divertida e simples – atributos chave da marca – a nova campanha mostra essa árvore divina sendo cultivada pelos apreciadores de uma bela cerveja em ambientes diversos, ajudando a desmistificar a imagem de que cerveja de alta qualidade é inacessível ao grande público. Nossa ideia é deixar claro que apesar de ser um rótulo diferenciado, a Cacildis é perfeita para todas essas situações”, explica Diogo Mello Para marcar o lançamento, o filme será exibido no Comedy Central. O canal que virou referência em comédia nacional selecionou alguns dos comerciais mais engraçados da publicidade e vai exibi-los durante o mês de abril sem custos para os anunciantes em seu break comercial. Entre as marcas convidadas e filmes selecionados está a nova campanha da cerveja Cacildis. Confira: #CervejaArtesanal #Mussum #PropagandadeCerveja
Como reinventar seu bar?
Mudar, virar a página e se reinventar é necessário em diversos momentos de nossas vidas pessoais e profissionais. No caso dos negócios gastronômicos não é diferente. A sociedade muda, novas tendências surgem e isso precisa ser acompanhado. Mas afinal, como reinventar seu bar? Essa pergunta não tem uma única resposta. Para fazer mudanças é necessário um profundo estudo do perfil de público, dos objetivos do restaurante, entre outras questões importantes. De maneira geral, existem alguns tópicos que devem sempre ser levados em consideração ao reinventar um bar. Como reinventar seu bar (Imagem: Divulgação) Identidade visual Engana-se quem pensa que a identidade visual se resume ao logotipo de uma empresa. Ela compreende muito mais do que isso, envolvendo também todos os grafismos, uso de fontes, a aplicação correta das cores e outros elementos visuais. A identidade visual bem aplicada é importante para conquistar mais clientes! Prova disso é uma pesquisa publicada pela revista Ciências Administrativas, que analisou diversos aspectos dos restaurantes de um shopping na Bahia. O estudo comprovou que os estabelecimentos com um alto índice de pregnância da identidade visual, também são os que tem um melhor ticket médio. Ou seja, eles vendem mais. Que tal então realizar essa mudança para reinventar seu bar? Decoração Ainda falando sobre aspectos visuais para reinventar seu bar, algo que precisa sempre ser considerado em um processo de reinvenção de um bar é a decoração. Para isso, verifique como está a sua fachada, o estofamento das cadeiras, a pintura das paredes e faça mudanças se julgar necessário. Com a facilidade que os serviços delivery trouxeram, a decoração ganhou ainda mais relevância para aqueles que saem de casa e vão ao bar ou restaurante. Deve-se compreender, portanto, que ir a um bar é hoje uma imersão cultural. Se o seu restaurante é de comida típica italiana, por exemplo, deve também trazer uma decoração e elementos que façam lembrar a cultura da Itália. Assim, os seus clientes não apenas saborearão bons pratos, mas também terão uma experiência inesquecível. Preço Você já parou para pensar sobre como os clientes percebem o preço praticado no seu bar? É claro que existem diversos métodos para precificar os pratos, porém é preciso ir além e compreender sobre o preço percebido. De acordo com pesquisadores da Universidade Federal do RS, o cliente tende a voltar a consumir um produto ou serviço quando percebe que o preço é justo. Independente da ideia de caro ou barato, mas sim ao custo-benefício. É aí que questões como um ambiente diferenciado e um bom atendimento podem justificar preços mais altos. Aqui fica então uma questão: o que você tem feito para melhorar o preço percebido dos pratos de seu restaurante? Reflita e veja se isso precisa entrar para a lista de itens a serem reinventados! Atendimento Pode até parecer um assunto batido, mas falar sobre a importância do bom atendimento nunca é demais. A experiência do cliente vai sempre por água abaixo quando o atendimento não é tão bom quanto se espera. Cabe ao proprietário do restaurante, portanto, garantir que todos os colaboradores do estabelecimento atendam aos clientes com excelência. O estudo “O Estado do Atendimento ao Cliente no Brasil”, demonstra que 68% dos consumidores pagariam mais por um produto, caso o atendimento fosse melhor. Mas além de garantir meios para melhorar o atendimento, também é preciso mensurar o nível de satisfação dos clientes. Segundo o mesmo estudo, apenas 49% das empresas buscam saber como os consumidores percebem o seu negócio. Uma boa alternativa para melhorar o atendimento no restaurante é proporcionar treinamentos, como minicursos e workshops para os profissionais. Ouvir o seu cliente e conhecer suas impressões sobre seu bar ou restaurante pode ser uma peça-chave para implementar melhorias. Tente fazer pesquisas de satisfação por diferentes canais para entender o recado da sua clientela. Cardápio Finalmente chegamos a um dos tópicos mais importantes quando falamos na reinvenção de um bar: o cardápio. Uma reportagem produzida pelo Jornal da Globo mostrou que, devido à crise econômica, muitas pessoas deixaram de gastar dinheiro em bares. Para driblar essa situação, mudanças precisaram ser realizadas no cardápio dos estabelecimentos.Um exemplo de reestruturação do cardápio é o menu em que um único ingrediente serve para a elaboração de vários pratos. Isso reduz desperdícios, diminui custos e possibilita a prática de um preço mais em conta para o consumidor. Porém, os fatores relacionados ao preço não devem ter exclusividade nessa mudança. É necessário também conhecer os desejos do seu público-alvo e a possibilidade de buscar novos perfis de consumidores para lucrar mais. Fonte: Ultragaz #Bar #Empreendedorismo
Falke Bier alça novos voos e promete muitas novidades e lançamentos em 2019
A Falke Bier – uma das cervejarias artesanais mais icônicas e tradicionais do país – tem passado por um grande processo de renovação para ampliar sua produção e trazer ao mercado cervejeiro inovação e criatividade. Os primeiros frutos dessa mudança já começaram a ser colhidos como, por exemplo, o lançamento da Falke Peregrinus, a nova American Pale Ale de sua linha que até já foi premiada na edição deste ano da Copa Cervezas de America; o tão esperado lançamento da Red Baron em garrafas de 600 ml e ainda a chegada recente ao mercado da Brüt IPA Fly Away. Um dos planos primordiais para a cervejaria nos próximos meses é dividir seus rótulos em três linhas distintas: Linha Clássica que engloba as cervejas mais tradicionais como Weiss, Villa Rica, Ouro Preto e Diamantina; Linha Especial que hoje enquadra a Monasterium, mas que até início de 2019 ganhará duas novas companheiras e a Linha Falcoaria que possui a Falke Peregrinus e a novíssima Fly Away. “Estamos muito animados com esses lançamentos. A próxima será uma farmhouse em garrafa de champagne muito interessante, com uso de leveduras selvagens. Já fizemos alguns testes e tivemos um ótimo resultado. Acabamos de lançar a Brüt IPA, que seca tanto no final que se assemelha a um champagne brut, mas com lúpulos e características de uma IPA. E ainda estamos em fase de estudos da futura Falke Femoralis (nome científico do falcão símbolo da Falke), que vai entrar na Linha Falcoaria. E essas são apenas algumas das novidades que temos pela frente”, antecipa Marco Falcone, um dos sócios proprietários da Falke Bier. Renovação total Outro grande projeto, em andamento desde 2015, é a construção da nova fábrica e ampliação do volume de produção. Segundo Falcone, a nova fábrica foi construída para substituir a antiga, uma em frente a outra no mesmo condomínio em Ribeirão das Neves, com novos equipamentos e estrutura, mas os custos eram muito altos para a cervejaria. A dificuldade de empreender no Brasil se mostrou real e presente. “Chegamos a um impasse, pois sempre utilizamos recursos próprios e foi se tornando insustentável manter o negócio. Procuramos linhas de crédito e financiamentos, mas como nunca tínhamos solicitado antes, não estávamos conseguindo. Então, diante das dificuldades, abrimos para investidores que tivessem interesse e obtivemos um aporte financeiro que nos permitiu finalizar nossa expansão e também remanejar a equipe”, explica o cervejeiro. Esse aporte possibilitou uma verdadeira repaginada em toda estrutura da cervejaria, que começou a construção da nova fábrica com as próprias pernas, mas que agora já ampliou o galpão original para receber ainda mais equipamentos. Entre as novas aquisições estão uma centrífuga, responsável pela melhora na qualidade das cervejas e aumento da segurança no processo produtivo, novos tanques, nova rotuladora e também está em análise a possível aquisição de um equipamento para envasamento de latas. Hoje, a Falke Bier produz 20 mil litros por mês e o objetivo até 2020, quando toda a obra estiver concluída, é que alcance a produção de 80 mil litros/mês. Uma nova sede também faz parte de toda essa remodelação da empresa que ganha outro centro administrativo em Belo Horizonte, no bairro São Pedro. Ele está sendo reformado e, além da parte de escritórios, concentrará também estoque e logística, pois terá câmaras frias para guardar os barris. “Vamos também investir em uma growleria própria, além de outros pontos de distribuição e montaremos um pub/restaurante no local para receber o público”, complementa Falcone. Expansão e sucessão Quanto ao mercado consumidor, o aumento de pontos de venda também já está em andamento com a contratação de um novo gerente administrativo-financeiro e um novo gerente comercial que já começou a atuar nessa expansão. A abertura da loja no Mercado Cervejeiro, no Jardim Canadá, foi uma das ações principais deste ano, já com a nova identidade da marca, assim como o investimento em espaço maiores no Alphaville e também na Cidade Nova. “Expandimos também no interior de Minas, com mais destaque para Ouro Preto e Tiradentes e, fora do estado estamos em negociação em pontos do Rio de Janeiro, São Paulo e Bahia. Tivemos pedidos de exportação, mas não vamos investir nisso por enquanto porque o objetivo inicial é conquistar o bar da esquina antes de sair do país”, reforça Marco. O uso de novos formatos também está nos novos projetos para ampliação de portfólio, como os latões de cinco litros e as latinhas de 355 ml e também as long necks, perfeitas para o que é considerado mercado exóticos como as barbearias. “O uso de copos não é recomendado nesse tipo de negócio, pois podem cair cabelos. Logo, as long necks são ideais. Mas estamos estudando todas as possibilidades dentro deste nosso grande projeto de expansão”. Marco Falcone da Falke Bier (Imagem: Reprodução) A antiga fábrica, uma bela construção que lembra a arquitetura alemã, também será reaproveitada e transformada em uma adega para maturação de cervejas em barris de madeira, com utilização de diversas madeiras diferentes para distintos tipos de cervejas e também um espaço de degustação bonito e temático. “Vamos começar a comprar os barris ano que vem para começar esta atividade que se tornará, em um breve futuro, uma quarta linha da Falke, de cervejas ne madeira. São realmente muitos planos e, até 2020, todos estarão em andamento. Inclusive, o início de uma produção de cervejas colaborativas com cervejarias da Europa. Já estamos conversando sobre isso e combinando algumas datas”, comenta Falcone. E se as novidades não forem suficientes, há também um reforço no quadro pessoal da empresa com a chegada da nova geração de Falcones. Tiago e Max, dois dos filhos de Marco Falcone, já estão totalmente inseridos neste universo e prometem ampliar as perspectivas e inovações que a cervejaria se propõe neste novo ciclo de vida. Max Falcone acaba de assumir, desde outubro de 2018, o posto de segundo cervejeiro da Falke Bier, ao lado do tio Ronaldo que comanda como mestre cervejeiro. Max foi o responsável por elaborar a receita da Falke Peregrinus e ainda promete
My Growler explica o porquê deve-se optar por cerveja artesanal
Que a cerveja é uma das bebidas mais queridas entre os brasileiros, disso ninguém duvida. Acredita-se, inclusive, que ela é consumida desde a antiguidade e não só por prazer, mas também com finalidades cosméticas e medicinais. Pensando por esse lado, você conhece os benefícios que a cerveja pode trazer para a sua saúde? Por ser uma bebida diurética, ela faz bem para os rins. Segundo estudos feitos por cientistas finlandeses (2016), degustar uma cerveja por dia reduz em 40% os riscos de ter pedras nos rins. Ela também é uma bebida nutritiva; além de ser fonte de energia devido ao teor de carboidratos, os componentes da bebida, em seu estado puro – malte, cevada e lúpulo – são fontes de vitaminas com complexo B e sais minerais, como fósforo e magnésio. Existem mais de 100 estudos apontando que o consumo moderado de cerveja diminui de 25% a 40% o risco de morte por doença cardiovascular e ataque cardíaco, isso porque seus cereais possuem flavonoides, antioxidante naturais que protegem o sistema cardiovascular. Apesar dos benefícios estarem nos componentes da bebida, também existe uma diferença entre a cerveja artesanal e a industrializada. Além de possuir ingredientes de alta qualidade em sua fabricação, as crafts beers, não contém acidulantes, conservantes, estabilizantes, antioxidantes e outros aditivos que estão presentes na industrial. Outro ponto a ser observado é que as cervejas que contêm altos níveis de malte de cevada e lúpulo são as mais ricas em silício, ou seja, as artesanais. “A grande perda das cervejas produzidas em grande escala está nos adjuntos. Muitas vezes eles são usados em proporção excessiva, apenas para diminuir custos e sem preocupação com a qualidade, que está diretamente relacionada à saúde do consumidor final. Também existe uma pressa desesperada na linha de produção, visando ao aumento de lucros, o que leva a colocar em uma semana no mercado cervejas que precisariam ficar 30 dias ou mais fermentando e maturando”, explica Rodrigo Fernandes, CEO da My Growler. A My Growler oferece 3 tamanhos diferentes para você consumir sua cerveja favorita onde, quando e com quem quiser (Imagem Divulgação) Esses pontos também foram motivos para o aumento na busca pelas cervejas artesanais em todo país. Apesar da menor quantidade, os consumidores optam pela maior qualidade, liberdade de escolha e personalidade do líquido aos produtos de macro corporação. Os growlers são os utensílios cervejeiros ideais para quem está adepto a essa nova maneira de consumo. Com eles você pode ter em casa litros de sua cerveja artesanal preferida para consumir onde e com quem desejar. Ele nada mais é do que um garrafão retornável próprio para chope, que consegue conservar a bebida por até 30 dias, mas, depois de aberto, o líquido deve ser consumido em até 24 horas. Muito popular nos Estados Unidos, ele funciona assim: você vai até uma Growler Station (https://www.mygrowler.club/rede), enche com o cerveja dos taps direto do barril, tampa e leva para casa. Consumir cerveja em growler, além de sustentável, ainda é mais econômico porque não são utilizadas embalagens descartáveis como latas, garrafas, tampinhas, rótulos e tudo mais necessário para que a garrafa industrial chega até a prateleira do supermercado como processos industriais de envase e pasteurização e logística. Assim, são menos materiais poluindo o planeta. Essa perspectiva para o futuro tem incentivado muita gente a encher seus growlers. E aí, quando bate a vontade de tomar aquela cerveja gelada ele está ali do seu lado. Cheinho. #CervejaArtesanal #GrowlerStation #MyGrowler