Sommelieria Brasileira

Ambev irá produzir álcool em gel a partir de Brahma 0,0%

Em meio à pandemia do novo coronavírus, a cervejaria Ambev – dona de marcas como Brahma, Skol e Antarctica – anunciou que vai produzir e doar 500 mil unidades de álcool em gel para os hospitais públicos com maiores números de casos da doença. O interessante é a forma de obtenção do álcool: segundo a empresa, ele virá da produção das cervejas comuns e também da Brahma 0.0, não alcoólica. Normalmente, a cerveja sem álcool é produzida pelo processo de fermentação interrompida. Temperatura, pressão e tempo de contato dos lêvedos (organismos unicelulares) com o mosto (malte, água e lúpulo) são controlados para diminuir a produção de álcool. A Brahma 0.0, que dará origem ao álcool em gel, utiliza outro processo. Ela passa pela fermentação completa, como se fosse uma cerveja comum, e depois é filtrada em equipamentos de desalcoolização, que retiram totalmente o álcool da bebida. É esse álcool que será transformado em gel para as mãos. Serão cinco mil frascos de 237ml divididos em unidades de saúde do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal. A produção ocorrerá na fábrica de Piraí (RJ), e a distribuição ficará por conta da Ambev. A empresa não foi a única a utilizar suas fábricas para colaborar neste período de pandemia. A LVMH, dona de marcas de luxo como a Louis Vuitton, separou três de suas indústrias de perfumes e cosméticos para produzir álcool em gel. Os produtos serão entregues às autoridades de saúde francesas, que devem distribui-los pelo país.

Ambev lucra R$ 11,78 bilhões em 2019, volume de vendas de cerveja sobe 1,4% no 4º trimestre

A Ambev (ABEV3) registrou lucro líquido atribuído ao controlador de R$ 4,099 bilhões no quarto trimestre de 2019, alta de 22% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano de 2019, o montante foi de R$ 11,780 bilhões, número 7,13% maior do que em 2018. A melhor performance é atribuída, principalmente, a expansão do Ebitda, menor alíquota efetiva de imposto de renda e menores despesas financeiras. O lucro líquido ajustado da fabricante de bebidas foi de R$ 4,633 bilhões no quarto trimestre de 2019, 24,4% acima do registrado em igual período do ano passado. Em informe de resultados, a companhia afirma que a alta se deve a uma menor despesa de imposto de renda. No acumulado de 2019, o lucro líquido ajustado cresceu 8,5% ante 2018, atingindo R$ 12,549 bilhões. O lucro consolidado do quarto trimestre foi de R$ 4,219 bilhões, alta de 21,80% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2019, o montante foi de R$ 12,188 bilhões. Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da Ambev atingiu R$ 6,924 bilhões no quarto trimestre, recuo de 9,3% ante o mesmo período do ano anterior. Na comparação de 2019 com 2018, a queda foi de 2,5%, para R$ 21,147 bilhões. A empresa reportou uma margem Ebitda do quarto trimestre de 2019 de 43,7%, contração de 390 pontos-base em relação ao quarto trimestre de 2018. “A margem Ebitda foi impactada principalmente pelo maior custo do produto vendido decorrente de preços de commodities e taxa de câmbio significativamente desfavoráveis”, diz o relatório da empresa. A receita líquida da Ambev teve queda de 1% no quarto trimestre de 2019 ante quarto trimestre de 2018, montante de R$ 15,856 bilhões. No acumulado de 2019 ante 2018, o indicador teve alta de 4,7%, somando R$ 52,599 bilhões. No documento, a administração da empresa afirma que “o crescimento decorrente da contínua expansão do segmento premium foi parcialmente compensado pelo avanço da estratégia de acessibilidade inteligente e pelo mix geográfico”. No ano, o volume de vendas no Brasil teve alta de 5,1%: o volume de cerveja vendido no Brasil cresceu 3,2%, alcançando 80,3 milhões de hectolitros. Incluindo não alcoólicos, esse índice cresceu 5,1%, chegando aos 106,8 milhões de hectolitros. A receita líquida da operação brasileira no ano somou R$ 28,7 bilhões e cresceu 7,1%. Já as vendas de bebidas não alcoólicas tiveram aumento de 11,3% no volume e 16,1% na receita líquida em 2019. O volume vendido na região CAC (América Central e Caribe) aumentou 5,3% no ano, enquanto seu EBITDA anual atingiu R$ 3 bilhões – um aumento de 22% na comparação com 2018. Já a zona LAS (Latin America South) teve queda de 3,5% no volume de vendas e cresceu o EBITDA em 12,3% No quarto trimestre de 2019, o volume total de vendas (cerveja + não alcoólicos) cresceu em 4,7% na base de comparação anual, para 31,4 milhões de hectolitros, com queda de 1,8% na receita por hectolitro. Em cerveja, o volume de vendas aumentou em 1,4% para 23,6 milhões de hectolitros. A receita líquida da venda de cerveja cresceu 1,2% e atingiu R$ 7,6 bilhões, e a receita por hectolitro decresceu ligeiramente em 0,2%. No segmento de bebidas não alcoólicas, o volume de venda cresceu 16% no trimestre, com alta de 13% na receita líquida. O Credit Suisse destacou que os números da Ambev foram fracos, com o crescimento de volume de 3,4% na base de comparação anual sendo mais que compensado do lado negativo pela queda de 4,2% de receita por hectolitro. Os analistas destacam reação negativa do mercado considerando principalmente o guidance de 2020 menos detalhado e a indicação de uma menor rentabilidade para o segmento de cerveja no Brasil no primeiro trimestre de 2020, sem a clareza de que isso levará a uma melhora de volume. O Bradesco BBI destacou que a Ambev reportou um Ebitda 2% abaixo do consenso do mercado para o quarto trimestre de 2019, embora o lucro tenha sido 6% superior às estimativas do banco. “Os resultados do quarto trimestre mostram que a Ambev praticou descontos no Brasil e eles foram maiores do que esperávamos. Os desafios permanecem para 2020 porque Heineken e Petrópolis têm aumento da capacidade de produção”, avalia o BBI. O banco observa que o guidance para 2020 indica custos maiores já para o começo deste ano. A avaliação do Itaú BBA destaca que os resultados foram mais fracos que os projetados para a divisão de cervejas, com um Ebitda 4% abaixo das estimativas do banco. Como destaques positivos, o BBA indicou o crescimento de 16% nas vendas das bebidas não alcoólicas da Ambev e o lucro líquido 1% superior às projeções. O cenário para 2020, contudo, não é positivo, porque são esperadas maiores pressões de custos e competição no mercado brasileiro de cervejas. O Itaú BBA manteve a nota “market perform” (média do mercado) para o papel ABEV3, com preço-alvo de R$ 22,00 para ação – uma alta de 39,1% sobre R$ 15,82. Números da AB InBev e alerta sobre coronavírus A Anheuser-Busch InBev, controladora da Ambev e maior cervejaria do mundo, divulgou lucro líquido de US$ 114 milhões no quarto trimestre de 2019, bem menor do que o ganho de US$ 456 milhões apurado em igual período de 2018. A empresa também alertou que perdeu US$ 170 milhões em lucro nos primeiros dois meses de 2020 por causa dos efeitos da epidemia de coronavírus. A receita da AB InBev totalizou US$ 13,33 bilhões entre outubro e dezembro, ante US$ 13,79 bilhões no quarto trimestre do ano anterior. Analistas consultados pela FactSet previam receita um pouco maior, de US$ 13,67 bilhões. Também em razão do Covid-19, como é conhecido o coronavírus, a AB InBev estima que perdeu US$ 285 milhões em receita no primeiro bimestre deste ano. O Ebitda normalizado da AB InBev – medida preferida da empresa que exclui itens extraordinários – caiu de US$ 6,02 bilhões para US$ 5,43 bilhões na mesma comparação trimestral. Também neste

Startup cria solução para gerar energia para a Ambev usando água das cervejarias

Com 32 cervejarias espalhadas pelo Brasil, a Ambev busca alternativas para gerar energia. Uma das soluções veio da Pequi Ambiental, startup da Bios Consultoria, uma empresa de Belo Horizonte, Minas Gerais, que desenvolveu um projeto para gerar energia aproveitando a água que sai das fábricas. A técnica envolve as Estações de Tratamento de Efluentes Industriais da Ambev, que tratam a água usada na produção da cerveja e a devolve ao meio ambiente. Na saída das ETEIs, passam, em média, 50 litros de água por segundo. Para explorar o potencial hidráulico deste processo, a Pequi construiu micro-hidrelétricas. “Quando eu era pequeno, energia elétrica era uma coisa rara na zona rural dos municípios mineiros. Aproveitar os rios costumava ser uma saída para conseguir eletricidade”, diz Paulo Prado Costa, sócio-fundador da Bios Consultoria e da Pequi Ambiental. Duas micro-hidrelétricas de 25 m² foram implementadas na Ambev para abastecer partes da produção nas próprias cervejarias. A instalação de Sete Lagoas, em Minas Gerais, tem capacidade para gerar 7,200 kWh por mês. Outra micro usina foi construída na cervejaria de Lages, em Santa Catarina, gerando 1,400 kWh por mês. Ao custo de R$ 100 mil cada uma, elas poderiam abastecer até 50 residências. “As micro-hidrelétricas conseguem aproveitar o fluxo da água que já existia, sem poluir, e geram energia de forma mais eficiente do que grandes hidrelétricas”, afirma Rodrigo Figueiredo, vice-presidente de sustentabilidade e suprimentos da Ambev. Segundo Figueiredo, a expectativa é implementar o projeto em outras cervejarias que tenham vazão e fluxo de água suficientes para abastecer as micro-hidrelétricas. É o caso da fábrica de Recife, em Pernambuco. A Pequi Ambiental foi criada em 2012, prestando serviços de recuperação de áreas florestais degradas e a manutenção de pequizeiros, árvore que dá nome a startup. Em 2018, veio a oportunidade de integrar a primeira edição do programa de aceleração da Ambev, a Aceleradora 100+. A empresa investiu quase R$ 1,2 milhão na startup. “Projetos como esse da Pequi são fundamentais. Sabemos que, sozinhos, não vamos encontrar as soluções para os desafios ambientais que temos”, explica Rodrigo Figueiredo. “Foi pensando nisso que criamos nossa aceleradora.” Outra startup que trabalha em parceria com a Ambev, a gaúcha Luming Inteligência Energética, desenvolveu uma iniciativa aproveitando o biogás emitido por uma das etapas de produção das cervejarias da Ambev como fonte de energia. A ideia é reduzir a emissão de CO2 em 482 toneladas por ano — o equivalente ao plantio de mais de 2,8 mil árvores. Segundo a Ambev, a iniciativa faz parte de uma das metas da companhia para reduzir em 25% as emissões de carbono ao longo de toda a cadeia de valor da empresa até 2025.

Lohn Bier fecha parceria com ZX Ventures, empresa da AmBev

Depois da cervejaria Pratinha (SP), agora é a Lohn Bier que fecha uma “parceria” com a Ambev via seu braço de inovação, a ZX Ventures. A cervejaria de Santa Catarina vai participar de um “programa de aceleração de microcervejarias”, do qual faz parte uma mentoria de gestão e “acesso às tecnologias cervejeiras mais inovadoras” como, por exemplo, o banco de leveduras da AB Inbev, “o mais completo do mundo”, segundo comunicado divulgado pela Lohn Bier em suas redes sociais.  “Quando criamos a Lohn, um dos nossos sonhos era levar as cervejas artesanais do Sul para todo o Brasil. Agora, vamos poder produzir e criar ainda mais receitas”, comenta Richard Brighenti, cervejeiro da Lohn Bier, que, no final do ano passado, lançou o livro ‘Fazemos Cervejas – Os primeiros anos de uma microcervejaria’, que conta a história da sua cervejaria. Em 2019, a Lohn Bier foi eleita cervejaria do ano no South Beer Cup, em Buenos Aires (Argentina). Fundada em 2014, em Lauro Muller, no ano seguinte, lançou a Carvoeira, rótulo que se tornou o mais premiado, no Brasil, em 2017 e 2018. Trata-se de uma Russian Imperial Stout (9,5% ABV e 60 IBU), produzida em parceria com a cervejaria Random/ Drei Adler, também de Santa Catarina. Entre seus ingredientes estão funghi secchi e cumaru, além de nove diferentes grãos, candy sugar e especiarias. Há uma versão com pimenta, há a versão wood aged, outra com café e uma quinta com Nitrogênio. Em 2017, a Catharina Sour Uva Goethe da cervejaria de Laulo Muller foi considerada a melhor cerveja do mundo na categoria Flavored Fruit & Vegetable, no World Beer Awards, em Londres. “Queremos fomentar o ecossistema cervejeiro e a Lohn tem uma bela história de inovação e criatividade com a cerveja. Os consumidores podem ficar felizes porque, depois dessa aceleração, eles terão à disposição cada vez mais rótulos, estilos, aromas e sabores diferentes”, afirma Felipe Ghiotto, diretor de cervejas artesanais da cervejaria Ambev. Lohn fecha parceria com AmBev #ZXVentures #Ambev #LohnBier #Cerveja #LauroMüllerSC

Ambev busca facilitador para lançar cerveja feita com caju do Piauí

Caju com origem da agricultura familiar no Piauí No dia 27/12, representantes da diretoria da Ambev estiveram no Piauí em reunião com a equipe da Secretaria da Agricultura Familiar (SAF),  para tratar sobre parcerias para criação de uma cerveja a partir de produtos produzidos no estado. Segundo os diretores da empresa, a proposta envolve incentivos à agricultura familiar a partir da compra de produtos da região, como caju, por exemplo, com preço justo e sem intermediários, tornando o custo da matéria prima mais atraente para a cervejaria. Participaram das discussões o secretário da Agricultura Familiar, Herbert Buenos Aires; o representante da Frente Parlamentar da Agricultura Familiar, deputado estadual Francisco Limma; a diretora da Agricultura Familiar da SAF, Liz Elizabeth; o analista de Projetos do Programa Viva o Semiárido, Otávio Pierrot Filho; o diretor de apoio as cadeias produtivas da SAF, Valmir Abreu; o diretor de Relações Corporativas da Ambev, Tiago Pereira e o gerente agronômico da empresa, Vitor Monteiro. A reunião na SAF, aconteceu após conversa de representantes da secretaria executiva da Ambev, com o governador Wellington Dias, no dia 12 de dezembro, em São Paulo. O primeiro passo dos trabalhos será realizar pesquisas de campo para avaliar potencialidades e, em seguida, serão apresentados os resultados para o Governo do Estado. Segundo o secretário Herbert Buenos Aires, a intenção da Ambev é aproveitar a produção de caju da agricultura familiar, tanto das cooperativas, como dos assentamentos de reforma agrária e dos produtores individuais. “Já existem experiências semelhantes no Maranhão e no Ceará, com a produção de cervejas com o ingrediente da mandioca. Além de uma cerveja de umbu, na Bahia. Isso demonstra o quanto é rica a cultura da nossa região, que possibilita a combinação de diferentes sabores na cerveja”, destacou. O representante da Frente Parlamentar da Agricultura Familiar, deputado Francisco Limma, ressaltou a importância da proposta para o Piauí, que deverá ser desenvolvida por meio da SAF com o apoio da Secretaria do Desenvolvimento Econômico (SDE). “Me proponho a dar apoio, inclusive, com elaboração de um projeto de lei, que incentive a utilização do caju na produção da cerveja do nosso estado”, destacou o parlamentar. #Ambev #caju #Cerveja #Piauí

Projeto Bacias da AmBev ajudou a preservar 7,5 mil hectares de vegetação

Projeto Bacias da AmBev (Imagem: Reprodução) Desde 2016, foram mais de 7,5 mil hectares de áreas ambientais conservadas graças ao Projeto Bacias, que tem como objetivo proteger importantes bacias hidrográficas do País. A Cervejaria Ambev ajudou a conservar mais de 7,5 mil hectares de vegetação desde 2016, uma área equivalente a 50 vezes o Parque Ibirapuera, em São Paulo. Isso foi possível graças ao Projeto Bacias, iniciativa da companhia em parceria com as ONGs The Nature Conservancy (TNC) e World Wide Fund for Nature (WWF-Brasil). O projeto tem como principal objetivo a recuperação do solo e da mata ciliar no entorno de importantes bacias hidrográficas, firmando parcerias com agricultores e produtores rurais para conservar a qualidade da água nesses locais. “Cuidar da água é prioridade na Cervejaria Ambev. Ela sempre foi um dos nossos principais pilares de sustentabilidade, até porque sem água, não tem cerveja. Por isso, iniciativas como o Projeto Bacias fazem todo o sentido. Começamos em 2010, em uma parceria com o WWF-Brasil para a cidade de Gama, no Distrito Federal. Desde então, o projeto só vem aumentando”, Filipe Barolo, gerente de sustentabilidade da Cervejaria Ambev. Atualmente, o Projeto Bacias está em Sete Lagoas (MG), Jaguariúna (SP), Jundiaí (SP) e Guandu (RJ) – os três últimos são em parceria com a TNC. Projeto Bacias da AmBev (Imagem: Reprodução) Além de preservar o meio ambiente, conscientizar as pessoas também é um importante objetivo do Projeto Bacias. Por isso, a parceria da Cervejaria Ambev com o WWF-Brasil contempla iniciativas educacionais e programas de treinamento que tiveram mais de 2.000 participantes em 2018. “O Brasil é um país com grande disponibilidade hídrica. Temos a maior reserva de água doce do mundo, a maior área úmida (Pantanal) e a maior bacia hidrográfica (a Amazônica) do mundo. Ainda assim, enfrentamos dificuldades para preservar esse patrimônio, por isso as ações de conscientização são tão relevantes”, explica Júlio César Sampaio, Gerente do WWF-Brasil para Cerrado Pantanal. “É um projeto muito bacana e com muitos desdobramentos. Sabemos que, para ampliar o alcance de nossas ações, é importante atuar para fora dos muros das nossas cervejarias”, continua Barolo. “No Bacias, são muitas as pessoas envolvidas, tanto da Cervejaria Ambev, como das ONGs e dos próprios municípios. É importantíssimo ver todo mundo trabalhando em parceria para preservar o meio ambiente”, conclui o executivo. Desde janeiro de 2019, com a ajuda da TNC, o Projeto Bacias começou a ser implantado também em Jacareí (SP), onde estão sendo feitos estudos para avaliar as necessidades locais de conservação. “O Projeto Bacias nos permite colocar em prática iniciativas de conservação em locais estratégicos, por meio de uma plataforma de ação coletiva que reúne poder público, sociedade civil e a iniciativa privada. Essa é uma parceria que fortalece os municípios, favorecendo um arranjo institucional e de governança que viabiliza a restauração ecológica, a conservação de florestas e a adoção de boas práticas agrícolas. Queremos, com isso, ampliar a segurança hídrica da região e dos seus usuários, utilizando soluções da própria natureza como um dos indutores de desenvolvimento regional”, diz Samuel Barrêto, gerente nacional de Água da TNC Brasil. Sobre a Cervejaria Ambev A Ambev é uma cervejaria inovadora e tem o consumidor no centro de suas decisões e iniciativas. O portfólio conta com cervejas, refrigerantes, chás, isotônicos, energéticos e sucos, de marcas reconhecidas como Skol, Brahma, Antarctica, Budweiser, Stella Artois, Wäls, Colorado, Guaraná Antarctica, Fusion, do bem e AMA, a água mineral que destina 100% de seu lucro para projetos que levam acesso à água potável para famílias do semiárido brasileiro. Sobre a TNC The Nature Conservancy (TNC) é uma organização global de conservação ambiental dedicada à proteção em grande escala das terras e água das quais a vida depende. Guiada pela ciência, a TNC cria soluções inovadoras e práticas para que a natureza e as pessoas possam prosperar juntos. Trabalhando em 72 países, a organização utiliza uma abordagem colaborativa, que envolve comunidades locais, governos, setor privado e outros parceiros. No Brasil, onde atua há 30 anos, a TNC promove iniciativas nos principais biomas, com o objetivo de compatibilizar o desenvolvimento econômico e social dessas regiões com a conservação dos ecossistemas naturais. O trabalho da TNC concentra-se em ações ligadas à Agropecuária Sustentável, à Segurança Hídrica e à Infraestrutura Inteligente, além de Restauração Ecológica e Terras Indígenas. Saiba mais sobre a TNC em www.tnc.org.br/agua. Sobre o WWF O WWF-Brasil é uma organização da sociedade civil brasileira e sem fins lucrativos que trabalha para mudar a atual trajetória de degradação ambiental e promover um futuro onde sociedade e natureza vivam em harmonia. Criada em 1996, atua em todo Brasil e integra a Rede WWF (Fundo Mundial para a Natureza), presente em mais de 100 países. Apoie nosso trabalho em wwf.org.br/doe. #CervejariaAmbev #TheNatureConservancy #WorldWideFundforNature #MeioAmbiente #Natureza #Sustentabilidade #ConsumoResponsável #ProjetoBacias

A resposta da AmBev após os investimentos da Heineken

Líder absoluta no mercado brasileiro de cervejas, a Ambev acredita ter nas mãos um trunfo para frear o avanço de sua principal concorrente no país, a holandesa Heineken. Em conferência com analistas na sexta-feira, logo após anunciar resultados tidos como decepcionantes por analistas e investidores, Bernardo Paiva, presidente da Ambev, afirmou ter confiança de que a variedade de marcas da companhia para o mercado premium é um trunfo para os próximos trimestres. “O jogo no mercado premium é de portfólio”, afirmou. Paiva fazia referência à variedade de marcas da Ambev para este segmento, composto por cervejas de alto volume mas em geral puro malte, que permitem a preços maiores para o consumidor. Ele citou nominalmente cinco marcas como as mais promissoras da companhia para o Brasil: Beck`s, Bud, Colorado Lager, Corona e Stella Artois. Segundo ele, a Bud vai seguir como uma “porta de entrada” para este segmento, e Corona, Beck’s e Colorado Lager são as cervejas com maior crescimento da companhia. “Nosso segmento premium segue crescendo dois dígitos”. A cervejaria anunciou nesta sexta-feira um lucro líquido de 2,5 bilhões de reais no terceiro trimestre, queda de 11,6% em relação ao mesmo período de 2018. O faturamento, por sua vez, cresceu 8%, para 11,9 bilhões de reais. A combinação fez as ações caírem 8% na sexta-feira e fecharem a segunda-feira em nova queda, de 0,35%. Ou seja: em dois dias a Ambev perdeu 26 bilhões de reais em valor de mercado. A estratégia contrasta com a da principal concorrente no Brasil, a holandesa Heineken, que tem duas marcas fortes para competir no segmento premium: Heineken e Eisenbahn. Segundo EXAME revelou na sexta-feira, a Heineken, acostumada a gerir menos marcas em cada país em que atua, cortou seis das dez variedades da Eisenbahn para se concentrar nas linhas de maior volume. “É uma estratégia oposta à da principal concorrente”, diz um consultor do mercado de cervejas. AmBev (Imagem: Divulgação) A cervejaria holandesa tem cerca de 20% do mercado brasileiro, com potencial de chegar a 25% em 2023, segundo o banco Bradesco BBI. Para isso, está investindo 985 milhões de reais para dobrar a capacidade de produção da Heineken. O anúncio veio após uma série de gargalos na produção da companhia no Brasil, diante da demanda acima do previsto. Relatório do banco Bradesco BBI afirma que faltaram até as tradicionais garrafas verdes para envasar a cerveja. Este ano o Brasil virou o maior mercado mundial para a marca Heineken, à frente de Estados Unidos, França e Holanda. Enquanto no segmento premium tanto Ambev quanto Heineken reportam crescimentos trimestrais de “dois dígitos” no Brasil, no segmento popular a fase é das mais difíceis. A queda nos volumes da Heineken, dona da marca Schin no Brasil, chegou a mais de 10% no terceiro trimestre. O segmento ainda responde por 80% da volume total da empresa no país. A Ambev também anunciou queda de 3% em seu volume total no terceiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2018. Na conferência de resultados na sexta-feira, Bernardo Paiva, da Ambev destacou mais uma vez a variedade de marcas da Ambev como um diferencial no mercado popular. A empresa está investindo no chope Brahma e na Skol Puro Malte, e vem lançando marcas regionais, como Nossa (Pernambuco), Magnífica (Maranhão) e Legítima (Ceará). Elas levam ingredientes baratos como mandioca na formulação e podem custar até 40% menos que a Skol. O portfólio da Heineken no segmento é mais amplo que no premium, com Schin, Bavária, Glacial e até a Amstel. Do sucesso delas depende os recursos para seguir investindo na maior aposta da companhia no país: a cerveja que dá nome ao grupo e que sofre uma avalanche da concorrência. Fonte: Exame #Corona #StellaArtois #Heineken #Budweiser #Becks #Colorado #MercadodeCervejas

Procon notifica Gol por promoção de passagens feita em parceria com AmBev

A Fundação Procon-SP enviou nesta quarta-feira, 19, notificação à Gol Linhas Aéreas para que esclareça a venda de passagens aéreas internacionais por R$ 3,90, sem taxas, na noite de terça-feira, 18, durante o jogo de Brasil e Venezuela pela Copa América. O site da empresa saiu do ar depois de a companhia aérea ter anunciado que venderia, em parceria com a Brahma, passagens aéreas para Argentina, Bolívia, Chile, Equador, Paraguai, Peru e Uruguai por R$ 3,90, mais as taxas de embarque. O Procon-SP quer esclarecimentos sobre onde foram disponibilizadas as passagens e quais os termos e condições da referida promoção; quantas passagens aéreas foram comercializadas nesta promoção; quais canais de venda foram disponibilizados para acesso dos consumidores e em quanto tempo foram comercializadas essas passagens. A empresa também terá de enviar relação de consumidores que conseguiram adquirir passagens durante a vigência da promoção com indicação de destino, e-mail e telefone de contato. Segundo o Procon, a notificação foi feita para resguardar os direitos dos consumidores. A Gol terá 24 horas para apresentar resposta. A Gol informou, em comunicado, que a promoção “GOL a preço de Brahma” teve alcance recorde e as 140 passagens a preço especial foram vendidas em poucos minutos. “Tivemos inúmeros acessos simultâneos, o que fez com que nosso site sofresse instabilidade.” Procon notifica Gol por promoção de passagens feita em parceria com AmBev (Imagem: Divulgação) #Ambev #Futebol

Gol e Ambev venderão passagens a preço de cerveja!

A Gol anunciou que venderá passagens internacionais a R$ 3,90 durante o jogo do Brasil contra a Venezuela nesta terça-feira (18) pela Copa América. O preço não inclui taxas de embarque. A ação é uma parceria com a Ambev, fabricante da marca de cerveja Brahma. Os bilhetes serão de ida e volta, partindo do aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, para Buenos Aires, Montevidéu, Quito, Santiago, Assunção, e Santa Cruz de la Sierra (Bolívia), para viajar entre 3 e 11 de outubro; e Lima, para viajar entre 20 e 28 de dezembro. As passagens promocionais serão vendidas das 21h30 às 23h30 desta terça-feira, exclusivamente pelo site da Gol. Segundo as empresas, cerca de 100 bilhetes serão vendidos. Gol e Ambev venderão passagens a preço de cerveja (Imagem: Reprodução) #Ambev #Gol

Lucro da Ambev cresce no 1º trimestre, mas fica aquém do esperado

Ambev 9Imagem: Divulgação) A fabricante de bebidas Ambev divulgou alta de 6,2% no lucro líquido do primeiro trimestre nesta terça-feira, abaixo do esperado por analistas, em meio a um aumento de dois dígitos nos custos de produtos vendidos e maiores despesas financeiras. A subsidiária latino-americana da Anheuser Busch InBev obteve lucro líquido de 2,749 bilhões de reais, abaixo da estimativa média de analistas de 2,969 bilhões de reais, de acordo com dados da Refinitiv. A receita líquida trimestral da companhia cresceu 8,6%, para 12,64 bilhões de reais, enquanto os volumes subiram 6,1%, para 41,3 milhões de hectolitros. Como resultado, a receita por hectolitro aumentou 2,3 por cento na comparação ano a ano. O custo dos produtos vendidos (CPV) atingiu 5,1 bilhões de reais, alta de 14,6% em relação ao mesmo período de 2018, em parte devido a preços mais elevados de commodities e pressão inflacionária na Argentina. As despesas financeiras tiveram acréscimo de 12,2% no primeiro trimestre, enquanto as despesas gerais, com vendas e administrativas subiram 1,6% no período. O lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização (Ebitda) ajustado totalizou 5,12 bilhões de reais, alta de 7% ante os primeiros três meses de 2018. A subsidiária brasileira Ambev , na qual a AB InBev detém participação de 61,9%, está presente em 16 países nas Américas, incluindo Argentina e Canadá. As ações da Ambev na bolsa paulista acumulam alta de mais de 17% até o momento neste ano, recuperando-se parcialmente do declínio de 25% em 2018. Donte: Época Negócios #Ambev #AnheuserBuschInBev

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A base de conteúdos desse canal é oriunda do antigo site Cerveja em Foco.