O grupo Heineken Brasil e a rede de restaurantes Madero fecharam recentemente parceria para venda das cervejas do grupo, como Heineken, Amstel, SOL Premium, Xingu Black, Dos Equis, Birra Moretti e Edelweiss. A parceria se estende em quase 70 restaurantes da rede Madero em todo o Brasil. Com a carta de cervejas da rede Madero, o grupo Heineken Brasil deu um importante passo em sua expansão em território nacional. “A Heineken está sempre em busca de parceiros que estejam expandindo seus negócios nacionalmente de forma consistente e, assim como as marcas da companhia, tenham foco em qualidade e em proporcionar ao público uma experiência de consumo completa”, comenta Maurício Giamellaro, vice-presidente de vendas da Heineken Brasil. No modelo de negócio, será possível encontrar todas as marcas da Heineken Brasil nos restaurantes Madero Steak House e no Madero Sports Bar (em Curitiba). As operações Madero Container oferecerão Amstel na caneca e nas versões long-neck estarão disponíveis a Heineken, SOL Premium e Bavaria Zero. “Essa parceria com a HEINEKEN Brasil marca um momento histórico do grupo Madero. Apesar de estarmos com a expansão da rede a todo o vapor, nossa maior preocupação desde o início foi com a qualidade dos produtos oferecidos aos nossos clientes”, diz Junior Durski, presidente do Grupo Madero. Investimentos O Grupo Madero planeja investir este ano R$ 100 milhões na abertura de 33 novos restaurantes em todo o Brasil – 25 containers e 8 steak houses. Cada operação custa em média de R$ 1,5 milhão a R$ 4,5 milhões. No ano passado, o Madero faturou R$ 334,5 milhões, com crescimento de 56,1% em relação a 2014. Para este ano, a meta é ousada: crescer 40% seu faturamento. No final do ano passado, o empresário Junior Durski investiu R$ 28 milhões na fábrica na região de Ponta Grossa – PR. O projeto é atingir a marca de 200 restaurantes em operação até 2018. Fonte: AllBeers #GrupoMadero #HeinekenBrasil
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Heineken traz para o Brasil cerveja Tiger
Essa é a maior aposta da Heineken para o ano. Criada em Cingapura, a Tiger é uma das principais marcas globais do grupo.
Heineken é a cerveja preferida dos brasileiros, mas não é a cerveja mais vendida
A garrafa long neck da Heineken se tornou a queridinha dos brasileiros. Em dez anos desde a chegada da cervejaria holandesa no país, a marca da estrela vermelha mudou a forma como se produz e consome cerveja no Brasil. Mesmo assim, ainda não é a marca mais consumida. Em sua pesquisa sobre consumo de cerveja, o Credit Suisse entrevistou 800 consumidores de bebidas alcoólicas pelo Brasil, em parceria com o Gerson Lehrman Group, grupo norte-americano de serviços de consultoria. A amostra representa a população brasileira em termos de idade, sexo e região, mas não em termos de renda ou nível educacional, mais altos que a média brasileira. Segundo a pesquisa, a Heineken continua sendo a marca preferida da maioria, citada por 28% dos consumidores. O Credit nota, no entanto, que isso pode ser por conta do nível educacional e de renda dos respondentes da pesquisa. No pódio também estão as marcas da Ambev, Brahma e Skol, em segundo e terceiro lugar. Apesar de ser a marca favorita, a Heineken não é a mais consumida – Skol, da Ambev, é a líder de vendas, seguida pela Heineken. Além disso, embora a Heineken seja a favorita para 28% dos respondentes, apenas 22% dizem que essa é a marca consumida com maior frequência, uma distância grande entre preferência e consumo, nota o banco. Entre os possíveis motivos citados pelo Credit, estão os preços altos e a falta de estoque, problemas também encontrados durante a última pesquisa do banco com donos de bares. Mais uma vez, a Ambev, líder absoluta no mercado nacional, foi destaque em distribuição, chegando a 98% dos bares, incluindo 100% dos estabelecimentos em bairros de alta renda.
Heineken 0.0 é a primeira cerveja sem álcool a fazer propaganda na TV brasileira
A cerveja zero álcool da Heineken promove até o fim de novembro uma série de ações de conteúdo e merchandising na TV aberta e fechada, em canais digitais e redes sociais, em um movimento pioneiro para uma marca do segmento. A estratégia de mídia desenvolvida pela Publicis Brasil conta com inserções e interações divertidas dos apresentadores dos programas Papo de Segunda (GNT), CNN Tonight, Sportcenter (ESPN), Que história é essa, Porchat? (GNT), Otalab (UOL), Programa do Bial (Globo), Lady Night (Multishow) e Shark Tank (Sony). Além disso, o projeto conta com uma ação de conteúdo no break da TV Globo, com filme publicitário produzido para ser veiculado com exclusividade e de forma contextualizada no intervalo da novela ‘A Força do Querer’. “A Heineken 0.0 sugere a possibilidade de apreciar uma cerveja com o sabor de qualidade Heineken em momentos em que o álcool não é uma opção e isso nos abre novas possibilidades de comunicação com o público. Aproveitamos esse diferencial para investir em ações de entretenimento que impactam os consumidores de maneira fluida e descontraída, possibilitando a sinergia e entre diferentes meios”, comenta Vanessa Brandão, Diretora de marcas premium do Grupo HEINEKEN no Brasil. Uma das formas de promover essa sinergia foi prolongar o conteúdo produzido para os diferentes programas nas redes sociais. Por exemplo, Otaviano, Juliana Paes, Fábio Porchat, Tatá Werneck, Juliana Paiva, Luciano Amaral, os Sharks, entre outros, aparecem nas redes sociais tomando uma Heineken 0.0 enquanto se preparam para entrar no ar , ou em outras situações de trabalho, e lembram que agora, com a cerveja, eles podem fazer isso. Criada em 2017 pelos mestres cervejeiros da Heineken, a Heineken 0.0 é refrescante, encorpada e destinada a pessoas que apreciam o sabor da cerveja, mas não necessariamente os efeitos do álcool em determinadas horas do dia. Digna do selo de qualidade Heineken, a bebida é composta de ingredientes naturais, não tem adição de açúcar e conta com apenas 69 calorias.
Heineken está prestes a ficar sem a sua zero álcool no Brasil
A estratégia de lançamento e crescimento da opção sem álcool da cerveja Heineken no Brasil vem dando sinais de sucesso. A cervejaria holandesa entrou de cabeça no segmento de cervejas sem álcool e a planta onde é fabricada, em Ponta Grossa (PR), já está prestes a ter esgotada sua capacidade de produção. Executivos da companhia entendem que o motivo é a alta demanda pelo produto no Brasil e estão eufóricos com a assertividade da aposta. Para conseguir crescer rapidamente no segmento, não está descartado um investimento adicional para ampliar a capacidade de produção, disse um porta-voz ao Radar Econômico da Veja. O plano para expansão da fábrica, fundada há 25 anos, custou 865 milhões de reais — quase todo revertido para produzir a Heineken padrão.
Heineken tem leve queda no volume de vendas de cerveja no Brasil
Fábrica da Heineken em Jacareí (SP) — Foto: Paulo Whitaker/Reuters A fabricante holandesa de bebidas Heineken informou nesta terça-feira (23) que o volume de cervejas vendidas no Brasil teve leve recuo no terceiro trimestre, ante igual período de 2018. Segundo a companhia, o segmento de bebidas premium e da sua própria marca cresceu dois dígitos no país, impulsionado por Amstel, Devassa e Heineken. Mas o segmento que inclui bebidas mais baratas teve queda de dois dígitos, como reflexo do aumento dos preços registrado no início do segundo trimestre. No relatório trimestral da empresa, divulgado mais cedo, a companhia não informa números específicos do Brasil. Nas Américas, região da qual o país faz parte, houve queda de 0,5% no volume de vendas de cerveja, em termos orgânicos, e de 19,6% na venda de outras bebidas, como refrigerantes. Em termos consolidados, o volume de vendas recuou 2,7% na região. Globalmente, houve crescimento de 2,3% no volume de vendas de cervejas, puxado pelo desempenho nos países asiáticos. Considerando apenas a cerveja Heineken, houve avanço de 7,4% nas vendas, com a contribuição do Brasil, da África do Sul, do Reino Unido, da Nigéria, da Romênia e da Alemanha. A empresa informou que teve lucro de 1,67 bilhão de euros no período de janeiro a setembro, o que representa alta de 4% ante os mesmos meses do ano anterior. Após a divulgação dos resultados, na manhã desta quarta-feira, as ações da fabricante de bebidas tinham queda de 2,25% em Amsterdã, para 94,54 euros. Fonte: G1 #HeinekenBrasil #mercadocervejeiro
Heineken iniciará produção da Lagunitas no Brasil
Criada em 1993 e adquirida pela Heineken em 2017, a cervejaria norte-americana chega ao Brasil reforçando o portfólio da multinacional e aumentando a competição com rivais no segmento de maior valor. Criada na cidade de Petaluma, no estado da Califórnia, a cervejaria Lagunitas se tornou ao longo de seus 25 anos uma das mais populares e de crescimento mais rápido nos Estados Unidos. Fator que certamente foi um dos motivadores de sua aquisição pela Heineken em 2017. Ainda quando figurava entre as afiliadas da Brewers Association nos EUA, a Lagunitas foi rankeada como a sexta maior cervejaria artesanal americana em 2014. Em 2018, segundo a empresa de inteligência de mercado Nielsen, a cervejaria foi considerada umas das 5 maiores do “segmento artesanal” do país. Fundada por Tony Magee, a Lagunitas cresceu no mercado americano sob uma fórmula que combina cervejas lupuladas, identidade visual vintage e marketing com tom irreverente. A presidente da Lagunitas, Maria Stipp declarou a imprensa no início de 2019 “A explosão da cerveja artesanal está em toda parte. Nós vimos isso quando fomos para o Milão. Nós vimos isso em Barcelona. Nós vimos isso no Rio. Nós vimos isso em São Paulo. Não é apenas um fenômeno dos EUA ”. A executiva também declarou a intenção de instalar uma cervejaria no Brasil, entre os próximos passos da marca alegando que o jeito mais eficiente para que consumidores “experimentem o frescor da IPA de Petaluma” é com uma fábrica por perto. Enquanto a nova cervejaria está nos planos, a Heineken iniciou a produção da Lagunitas em sua fábrica em Blumenau (da também afiliada Eisenbahn) e já deve chegar com o produto aos mercados em agosto, tendo dentro da estratégia de lançamento da cerveja um stand no festival Mondial de la Biere Rio que será realizado em setembro. Lagunitas começa a produção em Blumenau – SC (Imagem: Divulgação) Fonte: Catalisi #BlumenauSC #CervejariaAmericana #Lagunitas
Heineken mantém-se otimista com o mercado brasileiro
Nem mesmo os efeito da crise econômica no consumo tiraram a visão otimista de Didier Debrosse, CEO da Heineken Brasil, para os negócios no País. “Embora estejamos em um cenário desafiador, acreditamos no potencial do mercado e estamos aqui para ficar e crescer. Nesses oitos anos, o mercado brasileiro respondeu muito bem aos nossos avanços e produtos”, afirmou o executivo em entrevista ao jornal Valor Econômico. De acordo com a Heineken, no primeiro trimestre deste ano suas vendas na região das Américas, que inclui o Brasil, cresceram 42,5%. Sem revelar os números exatos, a empresa afirma que as vendas por aqui tiveram aumento de “duplo dígito”. “O Brasil é um mercado de cerveja altamente atrativo e resiliente e, apesar do recente impacto dos desdobramentos macroeconômicos e políticos no crescimento do PIB, continua a oferecer uma perspectiva atraente de longo prazo”, acredita Debrosse. Atualmente, a Heineken Brasil está focada na estratégia de aumentar sua presença no País, por meio de expansões e modernização de cervejarias. A empresa também investe para melhorar processos e inovação nos próximos três anos. #HeinekenBrasil
Heineken decepciona em receita, mas cresce em volume de vendas de cerveja
Heineken vê queda de 5,5% na receita no 3º trimestre de 2024, mas volume de cerveja cresce 0,7%, superando expectativas.
Grupo HEINEKEN expande portfólio e lança cerveja Sol zero álcool
A primeira versão zero álcool da cerveja Sol contém vitamina D e B, com a proposta de oferecer novas ocasiões de consumo no cotidiano