O principal evento cervejeiro do país está chegando, além disso, teremos a Feira Brasileira da Cerveja acontecerá nos dias 11, 12 e 13 de março - no tradicional Parque Vila Germânica, em Blumenau (SC). A cidade é considerada a capital brasileira da cerveja e o evento é realizado pela ABLUTEC...
Os apaixonados por cerveja artesanal agora poderão apreciar um novo e exclusivo estilo da bebida. A Voodoo Ris 2020, com lançamento no dia 6 de março em Curitiba (PR), é uma Russian Imperial Stout, idealizada pelas cervejarias Dash e Hespanha Brewery de Paranaguá. Apesar do nome, a primeira cerveja do...
A Brassaria Ampolis, cervejaria criada em homenagem ao humorista Mussum, estará presente no Festival Brasileiro da Cerveja, que acontece de 11 a 14 de março em Blumenau/SC. Além dos quatro rótulos já conhecidos pelo público – Cacildis (Premium Lager Puro Malte), Ditriguis (Witbier), Forévis (Session IPA) e Birits (Vienna Lager)...
Nos últimos anos, o Festival Brasileiro da Cerveja vem se consolidando como o principal evento do ramo no Brasil. E para receber os amantes das cervejas especiais, a Black Princess preparou seis chopes exclusivos para o festival: Serra Rauch, Weizendoppelbock, Milkystout, Bohemian Pilsner, Tropical Wit e Sour de Açaí.No estilo...
Biritiba Mirim receberá entre os dias 6 e 8 de março o Festival de Torresmo e Cerveja Artesanal, das 15h às 24h. O evento será gratuito e contará com diversas atrações, incluindo barracas com variedades culinárias.No festival o público encontrará pratos típicos com torresmo na receita, como torresmo de rolo,...
O evento ocorre em Brusque, de 06 a 08 de março, e a expectativa é de reunir cerca de 8 mil pessoas nos três dias de encontro, com muita cerveja, gastronomia e atrações musicais. O 1º Festival da Cerveja Artesanal do Vale, que ocorre de 06 a 08 de março,...
A cerveja belga Hoegaarden trocou as horas dos relógios de rua de três vias da capital paulista por dicas para aproveitar ao ar livre este sábado (29), dia extra neste ano bissexto.Segundo a marca, a ação é inspirada pela tranquilidade da vila onde produz sua cerveja no interior da Bélgica...
The BrewDog AF BARConhecida mundialmente por ser a cervejaria mais punk do mundo cervejeiro, a BrewDog, lançou agora em janeiro, o primeiro bar sem álcool no mundo, situado em Londres. The BrewDog AF BAR como é chamado, conta com 15 torneiras e com uma gastronomia já conhecida por seus fãs...
A Ambev (ABEV3) registrou lucro líquido atribuído ao controlador de R$ 4,099 bilhões no quarto trimestre de 2019, alta de 22% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano de 2019, o montante foi de R$ 11,780 bilhões, número 7,13% maior do que em 2018. A...
A Ambev (ABEV3) registrou lucro líquido atribuído ao controlador de R$ 4,099 bilhões no quarto trimestre de 2019, alta de 22% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano de 2019, o montante foi de R$ 11,780 bilhões, número 7,13% maior do que em 2018. A melhor performance é atribuída, principalmente, a expansão do Ebitda, menor alíquota efetiva de imposto de renda e menores despesas financeiras.
O lucro líquido ajustado da fabricante de bebidas foi de R$ 4,633 bilhões no quarto trimestre de 2019, 24,4% acima do registrado em igual período do ano passado. Em informe de resultados, a companhia afirma que a alta se deve a uma menor despesa de imposto de renda. No acumulado de 2019, o lucro líquido ajustado cresceu 8,5% ante 2018, atingindo R$ 12,549 bilhões.
O lucro consolidado do quarto trimestre foi de R$ 4,219 bilhões, alta de 21,80% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2019, o montante foi de R$ 12,188 bilhões.
Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da Ambev atingiu R$ 6,924 bilhões no quarto trimestre, recuo de 9,3% ante o mesmo período do ano anterior. Na comparação de 2019 com 2018, a queda foi de 2,5%, para R$ 21,147 bilhões.
A empresa reportou uma margem Ebitda do quarto trimestre de 2019 de 43,7%, contração de 390 pontos-base em relação ao quarto trimestre de 2018. “A margem Ebitda foi impactada principalmente pelo maior custo do produto vendido decorrente de preços de commodities e taxa de câmbio significativamente desfavoráveis”, diz o relatório da empresa.
A receita líquida da Ambev teve queda de 1% no quarto trimestre de 2019 ante quarto trimestre de 2018, montante de R$ 15,856 bilhões. No acumulado de 2019 ante 2018, o indicador teve alta de 4,7%, somando R$ 52,599 bilhões.
No documento, a administração da empresa afirma que “o crescimento decorrente da contínua expansão do segmento premium foi parcialmente compensado pelo avanço da estratégia de acessibilidade inteligente e pelo mix geográfico”.
No ano, o volume de vendas no Brasil teve alta de 5,1%: o volume de cerveja vendido no Brasil cresceu 3,2%, alcançando 80,3 milhões de hectolitros. Incluindo não alcoólicos, esse índice cresceu 5,1%, chegando aos 106,8 milhões de hectolitros. A receita líquida da operação brasileira no ano somou R$ 28,7 bilhões e cresceu 7,1%. Já as vendas de bebidas não alcoólicas tiveram aumento de 11,3% no volume e 16,1% na receita líquida em 2019.
O volume vendido na região CAC (América Central e Caribe) aumentou 5,3% no ano, enquanto seu EBITDA anual atingiu R$ 3 bilhões – um aumento de 22% na comparação com 2018. Já a zona LAS (Latin America South) teve queda de 3,5% no volume de vendas e cresceu o EBITDA em 12,3%
No quarto trimestre de 2019, o volume total de vendas (cerveja + não alcoólicos) cresceu em 4,7% na base de comparação anual, para 31,4 milhões de hectolitros, com queda de 1,8% na receita por hectolitro. Em cerveja, o volume de vendas aumentou em 1,4% para 23,6 milhões de hectolitros. A receita líquida da venda de cerveja cresceu 1,2% e atingiu R$ 7,6 bilhões, e a receita por hectolitro decresceu ligeiramente em 0,2%. No segmento de bebidas não alcoólicas, o volume de venda cresceu 16% no trimestre, com alta de 13% na receita líquida.
O Credit Suisse destacou que os números da Ambev foram fracos, com o crescimento de volume de 3,4% na base de comparação anual sendo mais que compensado do lado negativo pela queda de 4,2% de receita por hectolitro.
Os analistas destacam reação negativa do mercado considerando principalmente o guidance de 2020 menos detalhado e a indicação de uma menor rentabilidade para o segmento de cerveja no Brasil no primeiro trimestre de 2020, sem a clareza de que isso levará a uma melhora de volume.
O Bradesco BBI destacou que a Ambev reportou um Ebitda 2% abaixo do consenso do mercado para o quarto trimestre de 2019, embora o lucro tenha sido 6% superior às estimativas do banco. “Os resultados do quarto trimestre mostram que a Ambev praticou descontos no Brasil e eles foram maiores do que esperávamos. Os desafios permanecem para 2020 porque Heineken e Petrópolis têm aumento da capacidade de produção”, avalia o BBI. O banco observa que o guidance para 2020 indica custos maiores já para o começo deste ano.
A avaliação do Itaú BBA destaca que os resultados foram mais fracos que os projetados para a divisão de cervejas, com um Ebitda 4% abaixo das estimativas do banco. Como destaques positivos, o BBA indicou o crescimento de 16% nas vendas das bebidas não alcoólicas da Ambev e o lucro líquido 1% superior às projeções.
O cenário para 2020, contudo, não é positivo, porque são esperadas maiores pressões de custos e competição no mercado brasileiro de cervejas. O Itaú BBA manteve a nota “market perform” (média do mercado) para o papel ABEV3, com preço-alvo de R$ 22,00 para ação – uma alta de 39,1% sobre R$ 15,82.
Números da AB InBev e alerta sobre coronavírus
A Anheuser-Busch InBev, controladora da Ambev e maior cervejaria do mundo, divulgou lucro líquido de US$ 114 milhões no quarto trimestre de 2019, bem menor do que o ganho de US$ 456 milhões apurado em igual período de 2018. A empresa também alertou que perdeu US$ 170 milhões em lucro nos primeiros dois meses de 2020 por causa dos efeitos da epidemia de coronavírus.
A receita da AB InBev totalizou US$ 13,33 bilhões entre outubro e dezembro, ante US$ 13,79 bilhões no quarto trimestre do ano anterior. Analistas consultados pela FactSet previam receita um pouco maior, de US$ 13,67 bilhões.
Também em razão do Covid-19, como é conhecido o coronavírus, a AB InBev estima que perdeu US$ 285 milhões em receita no primeiro bimestre deste ano.
O Ebitda normalizado da AB InBev – medida preferida da empresa que exclui itens extraordinários – caiu de US$ 6,02 bilhões para US$ 5,43 bilhões na mesma comparação trimestral. Também neste caso, a projeção da FactSet era de um resultado maior nos três meses até dezembro, de US$ 5,69 bilhões.
O volume de vendas de cerveja da AB InBev teve expansão orgânica anual de 1,6% no trimestre, a 142 milhões de hectolitros. Apenas na América do Norte, houve aumento de 2,8% no volume de cerveja.
A base de conteúdos desse canal é oriunda do antigo site Cerveja em Foco.
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