Sommelieria Brasileira

Devassa lança filme com releitura de clássico da música brasileira

Lançado no último domingo (13), no canal do Youtube da Devassa, o filme “Brasil Pandeiro: Mix Tropical” celebra toda a criatividade que só o Brasil tem, com uma versão exclusiva de “Brasil Pandeiro”, dos Novos Baianos, na voz de IZA e num arranjo assinado pelos hitmakers Pablo Bispo, Ruxell e Sérgio Santos. Criado pelo HNK Lab e Grey, com produção da Stink Films e planejamento estratégico digital da iProspect, o trabalho foi filmado em Salvador, Rio de Janeiro e São Paulo, para exaltar os elementos criativos culturais brasileiros em diferentes situações. A parceria entre Iza e a marca vai além deste filme. A cantora participa da nova Campanha de Devassa, e tem o papel de reforçar a valorização da criatividade brasileira, unindo as referências da música popular com o que há de mais novo na tropicalidade do Brasil. Ela, uma das 100 personalidades Afrodescendentes Mais Influentes do Mundo em 2020, retrata melhor do que ninguém o novo momento de Devassa que valoriza a criatividade e diversidade da cultura e música nacional. Ainda em 2020, a mais recente participação de Iza para a marca foi durante o Encontros Tropicais, uma noite histórica com a cantora acompanhada de Letieres Leite e da Orkestra Rumpilezz, no Museu du Ritmo, em Salvador, quando eles receberam convidados de várias gerações de artistas para um espetáculo de celebração da música brasileira ao lado de Mateus Aleluia, Margareth Menezes, BNegão, Carlinhos Brown, Larissa Luz, Lazzo Matumbi, Chico Correa e João Milet Meirelles. A apresentação também foi transmitida pelo Multishow e já ultrapassou a marca de 1 milhão e 200 mil visualizações no YouTube de Devassa. “Brasil Pandeiro: Mix Tropical” foi dirigido por Douglas Bernardt. “Nesse filme tivemos a chance de explorar um dos aspectos mais essenciais do nosso povo: a criatividade. Uma força mágica que transforma cor, som, movimento e símbolos nessa cultura tão única”, conta o diretor. Para encantar o olhar, foram conectados diferentes núcleos narrativos com transições inteligentes e divertidas que resultaram num filme com energia pulsante, além de uma trilha marcante e ritmada. Bernardt, que já conquistou o primeiro Grand Prix de Entertainment for Music brasileiro no Cannes Lions, também têm seus filmes reconhecidos por importantes festivais de criatividade do mundo como D&AD, Clio Music, Young Director Awards, Kinsale Sharks, Camerimage e Ciclope Latino. Em “Brasil Pandeiro: Mix Tropical” a cantora IZA aparece ao lado de artistas e personalidades brasileiras reconhecidos por expressarem suas criações artísticas e criativas: Kadu dos Anjos, referência de empoderamento social e cultural em Belo Horizonte; a criadora de conteúdo de moda Luciellen Assis; a grafiteira e ativista Sista Katia; Luma Nascimento, especialista em afro-diversidade brasileira, o coletivo Afrobapho, formado por jovens negros LGBTIA+ da periferia de Salvador, entre outros. A originalidade e a autenticidade do casting trouxe a diversidade criativa para as cenas. O contato próximo com os personagens se deu pela equipe local e reduzida, gerando verdade nas situações que compõem o filme como um todo. Um exemplo disso são as trançadeiras que exercem a profissão em suas vidas reais. Além de criativos locais, outra preocupação foi de contar com uma equipe de produção e criação diversa. Entre essas pessoas, estão mulheres à frente de cargos como direção de arte, assistentes de direção, produção executiva, coordenação de pós, produção de elenco e direção de produção. Devassa segue apoiando microempreendedores locais e sua representatividade. Um exemplo é o figurino do filme “Brasil Pandeiro: Mix Tropical” que foi assinado pelos stylists baianos Pedro Batalha e Hisan Silva, estilistas da Dendezeiro, e também por Vanessa Martinez. A união dessa equipe teve a intenção de trazer uma estética com personalidade e identidade local. As roupas produzidas carregam um propósito: oferecer oportunidade e visibilidade para pequenos empreendedores da moda sustentável local, sendo muitos deles estilistas negras e negros. Studio 64, Rayzes e a própria Dendezeiro, usadas na produção, são marcas de Salvador que utilizam do upcycling para reaproveitar materiais que iriam para o lixo, transformando-os em moda contemporânea. Outra parceria firmada com o figurino deste filme é a marca Dugueto, que reverte parte do lucro para projetos sociais em sua comunidade: o Nordeste de Amaralina. #UnidosPelaMúsicaBrasileira Desde 2019, Devassa investe em ações sob seu posicionamento Tropical Transforma, que tem como objetivo glorificar a criatividade transformadora do brasileiro. Com apoio à festivais de música por todo o país e fomento à cultura, a marca criou o projeto #UnidosPelaMúsicaBrasileira durante a pandemia, visando arrecadar fundos para profissionais do backstage da produção de eventos musicais. Durante esse período, realizou lives de enorme sucesso como de Gilberto Gil, Novos Baianos, Duda Beat & Nando Reis, o Festival dos Festivais e Elza Soares, além do Encontros Tropicais, com a cantora Iza acompanhada de Letieres Leite e da Orkestra Rumpilezz como anfitriões, ao lado de Mateus Aleluia, Margareth Menezes, BNegão, Carlinhos Brown, Larissa Luz, Lazzo Matumbi, Chico Correa e João Milet Meirelles, em um espetáculo que já ultrapassou 1 milhão e 200 mil visualizações no YouTube. Sobre o Grupo HEINEKEN no Brasil O Grupo HEINEKEN chegou ao Brasil em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA e, em 2017, adquiriu a Brasil Kirin Holding S.A (“Brasil Kirin”), tornando-se o segundo player no mercado brasileiro de cervejas. O Grupo gera mais de 13 mil empregos e tem 15 unidades produtivas no país, sendo 12 cervejarias, localizadas em Alagoinhas (BA), Alexânia (GO), Araraquara (SP), Benevides (PA), Caxias (MA), Igarassu (PE), Igrejinha (RS), Itu (SP), Jacareí (SP), Pacatuba (CE), Ponta Grossa (PR) e Recife (PE), duas micro cervejarias em Campos do Jordão (SP) e Blumenau (SC) e uma unidade de concentrados para refrigerantes em Manaus (AM). No Brasil, o portfólio de cervejas do Grupo HEINEKEN é composto por Heineken, Sol, Amstel, Kaiser, Bavaria, Eisenbahn, Baden Baden, Devassa, Schin, Glacial, No Grau e Kirin Ichiban. O portfólio de não alcoólicos inclui Água Schin, Schin Tônica, Skinka e os refrigerantes Itubaína, Viva Schin e FYs. Com sede em São Paulo, a companhia é uma subsidiária da HEINEKEN NV, a maior cervejaria da Europa.

Heineken sofre com falta de garrafas de vidro

A cervejaria Heineken tem tido dificuldade para abastecer o mercado com cervejas em garrafas de vidro em algumas regiões do país. A empresa afirma que a questão é pontual e causada pela falta de insumos como vidro e alumínio, problema já sentido por outras cadeias industriais, e que, segundo a companhia, tem afetado toda a indústria de bebidas no Brasil. Ainda segundo a cervejaria, todo e qualquer impacto na cadeia “tem um impacto ainda maior na disponibilidade de Heineken”. O Sindicerv (sindicato nacional da indústria da cerveja) e a CervBrasil, associação do setor, também dizem que há falta pontual de garrafas. Para o Sindicerv, o problema é reflexo do impacto no fornecimento de insumos agravado pela pandemia. A entidade diz que busca, junto aos fornecedores, “soluções para a normalização e menor impacto possível ao processo”. A indústria do vidro, por sua vez, diz que o problema decorre da mudança de hábitos de consumo do brasileiro na pandemia, que passou a consumir mais latas em casa durante o distanciamento social imposto pela crise do coronavírus, reduzindo a demanda por garrafas. “As empresas diminuíram as compras e venderam tudo o que tinham de capacidade de venda. Agora, na volta, querem contratar o que elas estavam vendendo antes da pandemia. Não tem como suprir embalagem de vidro diferente para cada cliente”, disse Lucien Belmonte, presidente da Abividro (Associação Brasileira das Indústrias de Vidro). De acordo com Belmonte, a indústria de vidro nunca parou de fabricar, mesmo com a pandemia. “A fábrica produz 365 dias por ano, durante 18 anos. No pico da crise, chegamos a quebrar, literalmente, as garrafas de vidro porque não tínhamos para quem vender”. Segundo ele, a demanda pode se normalizar no fim do primeiro trimestre do ano que vem. De acordo com Paulo Petroni, presidente do CervBrasil, as garrafas que estão sobrando nos estoques das fábricas são retornáveis. Isso condiz com a mudança de hábitos relatada por Belmonte, já que os grandes consumidores desse tipo de vasilhame são bares e restaurantes, que estão entre as categorias mais afetadas pelo distanciamento social imposto pela crise do coronavírus. A falta de vidro no mercado não é um problema somente para cervejas. Segundo sondagem da CNI (Confederação Nacional da Indústria), em novembro, ainda por causa da pandemia, 75% das indústrias brasileiras enfrentaram dificuldades para conseguir insumos domésticos.

Heineken anuncia campanha de lançamento da cerveja sem álcool

A Heineken acaba de anunciar a campanha da cerveja sem álcool, lançada em julho no Brasil. Com a assinatura “Agora Você Pode”, a série de vídeos retrata de um jeito divertido pessoas bebendo cerveja em momentos inesperados, ressaltando novas ocasiões de consumo. Os filmes terão veiculação em mídias indoor, digitais e TV aberta a partir de outubro. A campanha mostra consumidores bebendo Heineken 0.0 enquanto praticam atividades que exigem a máxima concentração, como por exemplo, durante uma reunião de trabalho, antes de dirigir um veículo ou até mesmo após um treino na academia. Ao causarem certo estranhamento e receberem olhares desaprovadores das pessoas ao redor, cada protagonista aponta para o rótulo da garrafa que indica o zero teor alcoólico da cerveja. “A Heineken 0.0 chegou em julho ao Brasil e desde o primeiro mês de vendas tem superado as nossas expectativas. O lançamento de Heineken 0.0 sugere a possibilidade de apreciar uma cerveja em momentos em que o álcool não é uma opção”, comenta Guilherme Retz, gerente de marcas premium do Grupo Heineken no Brasil. A cerveja criada em 2017 é composta de ingredientes naturais, não tem adição de açúcar e conta com 69 calorias por long neck de 330 ml. No Brasil desde julho, a Heineken 0.0 está presente nas regiões Sul e Sudeste, com previsão de chegar a todo território nacional até o final deste ano

Qual cervejaria ganha mais com a alta no consumo de cerveja no Brasil?

O consumo de cerveja está aumentando no Brasil, com mais ocasiões para saborear uma gelada. O terceiro trimestre deve ser o mais forte da história recente para o Brasil, com aumento na produção de 20% em agosto, seguidos de meses fortes, com alta de 23% em julho e de 15% em junho, diz o banco Credit Suisse em relatório. A cerveja é, de longe, a bebida alcoólica mais consumida no Brasil, representando 90% das vendas em litros. “(Esse aumento na produção) suporta nossa visão de que a indústria da cerveja vai ser surpreendentemente positiva em mercados emergentes”, diz o Credit Suisse em relatório. Apenas o Brasil representa mais de 15% do volume total tanto da Ab Inbev quanto da Heineken, um mercado de grande relevância para as duas maiores fabricantes de cerveja no mundo. Mesmo assim, o mercado tem riscos e há dúvidas se esse crescimento pode se manter nos próximos meses. Aumento do preço das bebidas e redução na renda disponível estão entre as preocupações. Veja também Heineken vai subir preço da cerveja em 5% no Brasil por pressão da matriz Em setembro, a Heineken anunciou um aumento de preço de suas bebidas no Brasil por conta da desvalorização do real perante o dólar, o que encarece os custos de produção da bebida. A Ambev também aumentou o preço de suas bebidas pouco depois. Embora o aumento nos preços podem prejudicar, em parte, as vendas, o banco acredita que investidores podem se tranquilizar, já que a intensa competição entre Ambev e Heineken estava levando a práticas irracionais. “Acreditamos que os recentes aumentos de preços no Brasil também ajudam a diminuir as preocupações mais amplas dos investidores sobre as fabricantes de cerveja, incluindo a capacidade de precificar para compensar os ventos contrários da margem transacional, após significativa depreciação do câmbio em mercados emergentes, e práticas irracionais após o aumento da intensidade competitiva entre a Ambev e a Heineken”, diz o relatório. Além disso, as vendas de cerveja estavam sendo estimuladas pela ajuda governamental para as classes mais baixas, com o pagamento do auxílio emergencial. Esse auxílio também foi reduzido pela metade em setembro. De acordo com um estudo encomendado pela AmBev, o consumo excessivo de álcool em um curto período, prática que pode trazer efeitos de embriaguez, caiu durante o isolamento social no Brasil. “Não temos interesse no lucro proveniente do consumo indevido dos nossos produtos”, disse Anna Paula Alves, responsável pela área de consumo inteligente da Ambev. Quem ganha na concorrência pelo consumidor? Para o Credit Suisse, uma das fabricantes de cerveja se destaca entre as demais. A Ambev deve ter crescimento nos volumes vendidos acima da média do mercado, acredita o banco, principalmente porque possui uma distribuição mais forte entre pequenos mercados e lojas de conveniência. Esses pontos de venda se tornaram mais relevantes no período da pandemia, já que os consumidores preferem comprar de empresas locais e menores para reduzir o deslocamento. Além disso, a Ambev reajustou o preço pouco depois da concorrência, o que pode ser uma vantagem. Quem perde nesse mercado é o Grupo Petrópolis, acredita o CS, bem como o portfólio da marca Kirin, do grupo Heineken. “De maneira pouco comum, a Heineken liderou as mudanças no preço da indústria este ano, também provavelmente liderando uma performance de volume inferior em relação à Ambev, embora a competição a seguiu em um curto espaço de tempo”, diz o relatório.

Ministério da Justiça notifica Heineken para ajustar divulgação de recall

A Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), ligada ao Ministério da Justiça, notificou o grupo Heineken no Brasil para que faça ajustes na comunicação do recall voluntário de lotes de garrafas long neck de cerveja. O recall foi anunciado pela empresa na sexta (14). Em comunicado, o grupo informou que: foi identificada uma “pequena alteração” nas garrafas de 330 ml desses lotes; que essa alteração pode fazer com que “uma pequena lasca de vidro se desprenda do bocal no momento da abertura”; que “há risco de lesões ou ingestão acidental” dessa lasca de vidro. “A alteração está totalmente restrita à garrafa, sem nenhum impacto no líquido”, segundo o texto. De acordo com a Heineken, o problema foi encontrado em “menos de 0,3%” das garrafas nos lotes afetados, que podem ser identificados pelas letras “CH”, em alto relevo, na parte inferior das long necks. A quem comprou cervejas desses lotes, a empresa orienta abrir a garrafa com cuidado, seguindo as instruções na embalagem. Caso algum problema seja identificado, o consumidor deve entrar em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor. Notificação A Senacon notificou a Heineken na sexta, mas divulgou nota sobre o assunto apenas neste domingo (16). No documento, a secretaria informa que a campanha sobre o recall apresenta “desconformidade” em relação ao que foi tratado com a empresa. Segundo a Senacon, entre as irregularidades está a falta de clareza sobre o acesso dos consumidores à campanha e ausência de informações sobre substituição do produto. “Esperava-se que a informação sobre a opção “dois por um” de substituição do produto fosse clara ao consumidor, como um indutor comportamental. Entretanto, não houve qualquer divulgação nesse sentido. Assim, determina-se que o fornecedor demonstre, de forma clara e precisa, quais indutores serão utilizados (incluindo eventuais recompensas), assim como a forma pela qual o consumidor tomará conhecimento dos mesmos”, diz a nota da Senacon. Ainda de acordo com o órgão, a empresa não obedeceu ao pedido para que a mensagem “recall voluntário da Heineken” constasse no título do vídeo de divulgação da campanha. A Senacon fixou prazo de 2 dias úteis para que a Heineken faça os ajustes e pode aplicar multa de até R$ 9 milhões se eles não forem realizados. Empresa diz que buscou autoridades Em nova, a Heineken afirma que buscou as autoridades para informar sobre a alteração identificada em lotes específicos de neck 330 ml e que vai adaptar sua campanha. “A partir da veiculação da campanha, na última sexta-feira (14), a companhia foi notificada sobre a necessidade de ajustes, que estão em andamento e serão concluídos dentro do prazo estabelecido pela autoridade.”

Heineken anuncia recall de garrafas de cerveja por problema em embalagem

Segundo a cervejaria, ao serem abertas, algumas unidades do produto podem soltar lascas de vidro que podem ser ingeridas acidentalmente A Heineken do Brasil, anunciou na última sexta-feira (14), uma campanha de recall voluntário devido a problemas identificados em alguns lotes das garrafas long neck 330 ml. Segundo a cervejaria, ao serem abertas, algumas unidades do produto podem soltar lascas de vidro. A empresa informou que a alteração nos recipientes não comprometeu a qualidade do líquido. “A medida é preventiva e acontece em virtude da identificação de uma alteração nas garrafas, que pode fazer com que, em menos de 0,3% das long necks desses lotes, uma pequena lasca de vidro se desprenda do bocal no momento da abertura, o que poderá ocasionar lesões ou ingestão acidental de lascas de vidro”, diz o comunicado no site da marca. Um guia explicando ao consumidor como identificar os lotes alterados e explicando como proceder para fazer uma abertura segura também foi disponibilizado na página da cervejaria. “Veja se a sua long neck 330ml possui as letras CH em alto-relevo na parte inferior da garrafa. Se você encontrar essas letras, abra a garrafa com cuidado, girando a tampa, como recomenda a embalagem”, orienta a empresa. Os consumidores que adquiriram produtos destes lotes comprometidos podem fazer a troca ou pedir o reembolso. Um número de telefone e um email para contato foram disponibilizados no site da marca.

Coca Cola é obrigada a fazer a distribuição da Heineken

Coca Cola seguirá fazendo a distribuição das cervejas da Heineken no Brasil (Imagem: Divulgação) A briga entre duas gigantes das bebidas no Brasil chegou ao fim. Uma decisão do tribunal arbitral do Rio de Janeiro determinou que a Heineken mantenha a Coca-Cola como distribuidora de suas cervejas até 2022, conforme contrato que vigora entre as duas companhias. Em 2017, depois de comprar a Brasil Kirin, a Heineken tentou abandonar o acordo com a Coca-Cola, para usar a estrutura de distribuição que herdou do grupo japonês (que, por sua vez, teve origem na brasileira Schincariol). A sentença consta de fato relevante divulgado nesta quinta-feira (31), pela Coca-Cola Femsa. O contrato entre Heineken e o Sistema Coca-Cola reúne 13 empresas. Amparadas por uma liminar, as distribuidoras da marca de refrigerantes mantiveram a entrega das marcas da Heineken — o portfólio inclui ainda Kaiser, Amstel, Bavaria, Xingu e Sol. A decisão garantiu o cumprimento do contrato até que as duas partes resolvessem a questão — o que ocorreu agora. Como a Heineken cumpriu a liminar, não caberá multa ou outra sanção à cervejaria. Guerra da distribuição A questão da distribuição traz problemas a ambas as empresas. No caso da Heineken, o sistema herdado da Kirin era pulverizado e, segundo fontes do setor de bebidas, havia insatisfação por parte desses parceiros. Nos últimos anos, por causa da liminar, eles continuaram a distribuir apenas o portfólio que veio da Kirin. Para a Coca-Cola, o problema é ainda maior: isso porque é comum que distribuidoras de refrigerantes também ofereçam aos clientes uma opção de cerveja. Foi por essa razão que um distribuidor da Coca-Cola em Minas Gerais, Luiz Octávio Possas Gonçalves, criou a Kaiser, em 1982. A Heineken era sócia dessa cervejaria desde os anos 1990, mas comprou o controle em 2007. Mesmo com a proibição da “venda casada” de bebidas, a noção dos distribuidores é de que as vendas da Coca-Cola poderão ser prejudicadas caso ela fique sem marcas de cerveja para oferecer a bares e restaurantes. A tendência, de acordo com fontes, é que a Coca-Cola busque uma opção de cerveja – por um nova parceria ou por uma marca a ser criada – até 2022. Procurada pela a Exame, a Heineken enviou o seguinte comunicado: “O Grupo Heineken no Brasil informa que recebeu a decisão final do processo de arbitragem entre a Cervejarias Kaiser, empresa pertencente ao Grupo, e o Sistema Coca-Cola Brasil, e que sua equipe jurídica está analisando o conteúdo”. Fonte: Exame #Femsa #Heineken #Kaiser

A resposta da AmBev após os investimentos da Heineken

Líder absoluta no mercado brasileiro de cervejas, a Ambev acredita ter nas mãos um trunfo para frear o avanço de sua principal concorrente no país, a holandesa Heineken. Em conferência com analistas na sexta-feira, logo após anunciar resultados tidos como decepcionantes por analistas e investidores, Bernardo Paiva, presidente da Ambev, afirmou ter confiança de que a variedade de marcas da companhia para o mercado premium é um trunfo para os próximos trimestres. “O jogo no mercado premium é de portfólio”, afirmou. Paiva fazia referência à variedade de marcas da Ambev para este segmento, composto por cervejas de alto volume mas em geral puro malte, que permitem a preços maiores para o consumidor. Ele citou nominalmente cinco marcas como as mais promissoras da companhia para o Brasil: Beck`s, Bud, Colorado Lager, Corona e Stella Artois. Segundo ele, a Bud vai seguir como uma “porta de entrada” para este segmento, e Corona, Beck’s e Colorado Lager são as cervejas com maior crescimento da companhia. “Nosso segmento premium segue crescendo dois dígitos”. A cervejaria anunciou nesta sexta-feira um lucro líquido de 2,5 bilhões de reais no terceiro trimestre, queda de 11,6% em relação ao mesmo período de 2018. O faturamento, por sua vez, cresceu 8%, para 11,9 bilhões de reais. A combinação fez as ações caírem 8% na sexta-feira e fecharem a segunda-feira em nova queda, de 0,35%. Ou seja: em dois dias a Ambev perdeu 26 bilhões de reais em valor de mercado. A estratégia contrasta com a da principal concorrente no Brasil, a holandesa Heineken, que tem duas marcas fortes para competir no segmento premium: Heineken e Eisenbahn. Segundo EXAME revelou na sexta-feira, a Heineken, acostumada a gerir menos marcas em cada país em que atua, cortou seis das dez variedades da Eisenbahn para se concentrar nas linhas de maior volume. “É uma estratégia oposta à da principal concorrente”, diz um consultor do mercado de cervejas. AmBev (Imagem: Divulgação) A cervejaria holandesa tem cerca de 20% do mercado brasileiro, com potencial de chegar a 25% em 2023, segundo o banco Bradesco BBI. Para isso, está investindo 985 milhões de reais para dobrar a capacidade de produção da Heineken. O anúncio veio após uma série de gargalos na produção da companhia no Brasil, diante da demanda acima do previsto. Relatório do banco Bradesco BBI afirma que faltaram até as tradicionais garrafas verdes para envasar a cerveja. Este ano o Brasil virou o maior mercado mundial para a marca Heineken, à frente de Estados Unidos, França e Holanda. Enquanto no segmento premium tanto Ambev quanto Heineken reportam crescimentos trimestrais de “dois dígitos” no Brasil, no segmento popular a fase é das mais difíceis. A queda nos volumes da Heineken, dona da marca Schin no Brasil, chegou a mais de 10% no terceiro trimestre. O segmento ainda responde por 80% da volume total da empresa no país. A Ambev também anunciou queda de 3% em seu volume total no terceiro trimestre, na comparação com o mesmo período de 2018. Na conferência de resultados na sexta-feira, Bernardo Paiva, da Ambev destacou mais uma vez a variedade de marcas da Ambev como um diferencial no mercado popular. A empresa está investindo no chope Brahma e na Skol Puro Malte, e vem lançando marcas regionais, como Nossa (Pernambuco), Magnífica (Maranhão) e Legítima (Ceará). Elas levam ingredientes baratos como mandioca na formulação e podem custar até 40% menos que a Skol. O portfólio da Heineken no segmento é mais amplo que no premium, com Schin, Bavária, Glacial e até a Amstel. Do sucesso delas depende os recursos para seguir investindo na maior aposta da companhia no país: a cerveja que dá nome ao grupo e que sofre uma avalanche da concorrência. Fonte: Exame #Corona #StellaArtois #Heineken #Budweiser #Becks #Colorado #MercadodeCervejas

Heineken investe em parque eólico no Ceará

Com a inauguração de um parque eólico próprio em Acaraú, no Ceará, o Grupo Heineken no Brasil anuncia sua estratégia de sustentabilidade e as metas para contribuir com o desenvolvimento socioambiental do país nos próximos três anos. Com capacidade para gerar 112 mil MWh/ano, o parque eólico é a primeira instalação de uma cervejaria no país e o maior da Heineken no mundo. O empreendimento, que contou com investimentos na ordem de R$ 200 milhões, conta com 14 aerogeradores e tem estrutura capaz de gerar o equivalente a 30% de toda a energia elétrica consumida pelas 15 cervejarias da companhia no Brasil. Com o início do pleno funcionamento do parque, a Heineken deixará de emitir 12 mil toneladas de CO2 por ano, proporcional a novas 400 mil árvores plantadas. A inauguração do parque eólico é uma das principais iniciativas que demonstram o compromisso e o investimento da Heineken no Brasil. A operação reforça o posicionamento do Grupo e dá dimensão a um importante pilar de sustentabilidade da Companhia, que tem como objetivo reduzir as emissões de CO2 no meio ambiente. Parque Eólico no Ceará é uma estratégia da Heineken em Sustentabilidade (Imagem: Divulgação) Nelcina Tropardi, Vice-presidente de Assuntos Corporativos & Sustentabilidade do Grupo Heineken no Brasil, afirma: “Temos trabalhado em prol do país desde o início das nossas atividades por aqui. Agora, como um grande grupo, estabelecemos um plano robusto, em linha com nossos valores e crenças, e comunicamos nossa estratégia para a sociedade de forma transparente. Temos muito a fazer, mas estamos 100% empenhados em retribuir a confiança dos brasileiros.” A estratégia da Heineken é traduzida pelo início do movimento “Mais com Menos”, que também convida à reflexão e mudança de comportamento de toda a sociedade. “Como segundo maior player do mercado nacional de cerveja, a Heineken compreende sua responsabilidade com o futuro desta e das próximas gerações. Nossa estratégia segue o direcionamento global e abrange diferentes frentes, mas, neste primeiro momento, estamos investindo ainda mais esforços nos pilares de consumo responsável e de redução de emissões de CO2. Nesse sentido, fazer mais com menos será a premissa da nossa atuação”, complementa a executiva. Globalmente, a Heineken possui uma estratégia de sustentabilidade que aposta em práticas focadas em seis grandes pilares: saúde e segurança; proteção de recursos hídricos; redução de emissões de CO2; sustentabilidade na cadeia de fornecimento conscientização sobre consumo responsável; crescimento junto com as comunidades em que atua. No Brasil, além do parque eólico, o Grupo Heineken conta com outras unidades produtoras de energia limpa, como caldeiras de biomassa nas unidades de Ponta Grossa (PR), Araraquara (SP), Alexânia (GO), Caxias (MA) e Itu (SP). Na unidade paranaense, a caldeira já é responsável por 100% da energia térmica para o funcionamento da cervejaria, o que, em 2017, representou uma redução de 57% nas emissões de CO2 nos nossos processos produtivos na localidade. “Nosso objetivo é implementar essa tecnologia nas outras 12 unidades do Grupo nos próximos três anos. Estamos olhando para um futuro próximo, no qual teremos 100% da nossa operação brasileira funcionando a partir de energia limpa até 2023”, completa a executiva. A Heineken chegou ao Brasil em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA e, em 2017, adquiriu a Brasil Kirin Holding S.A (“Brasil Kirin”), tornando-se o segundo player no mercado brasileiro de cervejas. O Grupo gera mais de 13 mil empregos e tem 15 unidades no país, sendo 12 cervejarias, localizadas em Alagoinhas (BA), Alexânia (GO), Araraquara (SP), Benevides (PA), Caxias (MA), Igarassu (PE), Igrejinha (RS), Itu (SP), Jacareí (SP), Pacatuba (CE), Ponta Grossa (PR) e Recife (PE), duas microcervejarias, em Campos do Jordão (SP) e Blumenau (SC), e uma xaroparia, em Manaus (AM). No Brasil, o portfólio de cervejas do Grupo Heineken é composto por Heineken, Sol, Kaiser, Bavaria, Amstel, Kirin Ichiban, Schin, No Grau, Devassa, Baden Baden, Eisenbahn e Glacial. O portfólio de não alcoólicos inclui Água Schin, Schin Tônica, Skinka e os refrigerantes Itubaína, FYs e Viva Schin. Com sede em São Paulo, a companhia é uma subsidiária da HEINEKEN NV, a maior cervejaria da Europa. #AcaraúCE #GrupoHeineken #Sustentabilidade

HEINEKEN entra no mercado equatoriano de cervejas com a aquisição da BIELA ECUADOR

Amsterdan, 2 de maio de 2019 – A Heineken NV comunicou a aquisição majoritária na Biela e Bebidas do Equador SA BIELESA («BIELA EQUADOR») de um grupo local investidores. HEINEKEN entra no mercado equatoriano de cervejas com a aquisição da BIELA ECUADOR (Imagem: Divulgação) Nos últimos anos, a BIELA EQUADOR estabeleceu seu lugar no mercado de cerveja equatoriano, relançando a marca Biela. A cervejaria BIELA está localizada em Guayaquil, a maior cidade do Equador, e está totalmente operacional usando equipamentos de fabricação de cerveja e embalagens de alta qualidade. Além da Biela, a HEINEKEN pretende comercializar seu portfólio de marcas premium e internacionais, lideradas pela Heineken, no futuro. A HEINEKEN também planeja fabricar cerveja Heineken localmente em breve. Marc Busain, presidente das Américas na HEINEKEN, disse: “Temos o prazer de anunciar nosso investimento no Equador. Com sua demografia favorável, grande indústria do turismo e crescimento do PIB, oferece muito potencial para aumentar nossa oferta premium, liderada pela Heineken. Estamos empolgados em expandir nossos negócios no Equador em estreita colaboração com nossos novos parceiros. “ Luis Enrique Landinez, CEO da BIELA EQUADOR, falando em nome do grupo de investidores disse: “Estamos muito satisfeitos por ter concluído esta aliança com a HEINEKEN, que é uma boa notícia para o Equador e seus consumidores, que terão uma escolha mais ampla e melhor de produtos. O relançamento bem-sucedido da marca Biela®, seu reconhecimento atual no mercado e o ambiente de investimento favorável gerado pelo governo equatoriano atraíram a HEINEKEN para o Equador. “ O Equador é um mercado muito atraente, com o PIB projetado para crescer a uma taxa de 5,7% (CAGR) nos próximos 10 anos e incentivar os fundamentos socioeconômicos. O mercado equatoriano de cervejas apresenta uma oportunidade promissora para a HEINEKEN, com um tamanho atual de 6 milhões de hectolitros por ano e um consumo relativamente baixo per capita de 39 litros, quando comparado a outros países sul-americanos. Além disso, o governo equatoriano apóia o investimento estrangeiro e a introdução de concorrência no mercado de cerveja. Termos financeiros não são divulgados. Fonte: Heineken #BielaEcuador #Heineken

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A base de conteúdos desse canal é oriunda do antigo site Cerveja em Foco.