Sommelieria Brasileira

Após reabertura, cerveja e tira-gosto ficam mais caros nos bares de Belo Horizonte

Após cinco meses de fechamento e diante do aumento do custo de alimentos e bebidas, os bares de Belo Horizonte elevaram os preços cobrados dos consumidores, de acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira (26) pelo site Mercado Mineiro. O levantamento foi realizado em 50 estabelecimentos da capital e da região metropolitana, entre os dias 20 e 24 de outubro. A maior alta foi observada no preço médio na porção de contra filé, que passou de R$ 44,19, em outubro do ano passado, para R$57,59 neste mês, um avanço de 30%. A porção da picanha ficou 13,80% mais cara e subiu de R$ 68,55 para R$ 78,01. Já o preço médio da porção de fritas aumentou 12,91%, de R$ 19,97 para R$ 22,55. Nas cervejas, também houve acréscimos. O valor médio da Heineken de 600 ml passou de R$ 12,20 em outubro do ano passado para R$ 13,82 neste mês, um aumento de 13,27%. A cerveja Original de 600 ml subiu de R$ 10,27 para R$ 11,05, o que representa um avanço de 7,56%. Já a Stella Artois de 275 ml ficou 8,18% mais cara, de R$ 7,03 para R $7,60. A cerveja Budweiser de 343 ml teve alta de 7,85%, de R$ 6,96 para R$ 7,51. De acordo com o diretor do site Mercado Mineiro, Feliciano Abreu, o aumento dos preços cobrados nos bares já era esperado, devido à disparada do preço da carne, que acumula alta de até 38% neste ano em Belo Horizonte, e das bebidas. “É um mercado que sofreu muito, ficou fechado por muito tempo, muita gente perdeu estoque. O consumidor hoje está doido para ir ao bar, mas muitas vezes não tem dinheiro para consumir. Os donos dos estabelecimentos até seguram o preço o máximo que podem, porque, se aumentam muito, não conseguem vender”, pontua Abreu. “Ou a população começa a receber bem e recuperar a venda para volta a consumir, ou vamos ter um longo período de de redução de consumo nos bares, com possibilidade forte de eles fecharem as portas”, afirma. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes em Minas Gerais (Abrasel-MG), Ricardo Rodrigues, todos os insumos utilizados pelo setor ficaram mais caros, como carne, óleo, arroz e bebidas. “Alguns insumos básicos chegaram a ter alta de 60% e, mesmo assim, os bares não fizeram um repasse elevado. Se formos comparar o que tivemos de alta nos insumos com o que foi acrescido no preço (para o consumidor), o repasse está bem modesto”, diz. Rodrigues defende que o poder público avance nas medidas de flexibilização para bares e restaurantes e retire o limite máximo de horário para o funcionamento dos estabelecimentos, que, atualmente, é de 22h. De acordo com o presidente da Abrasel-MG, o movimento nos bares tem sido retomado com mais força do que nos restaurantes, por causa do público mais jovem. Mas ainda não é o mesmo de antes da pandemia, por causa das restrições impostas pelo município como forma de prevenção ao coronavírus. “Existe, sim, possibilidade de amanhã ou depois, se houver flexibilização, voltarmos ao preço antigo de alguns produtos”, afirma. Variação de preços A pesquisa do site Mercado Mineiro mostra também grande variação de preço entre os bares, o que se justifica em função da localização e da tradição dos estabelecimentos e também da qualidade dos produtos. Uma porção de lombo suíno na chapa pode custar de R$ 20 a R$ 69,30, uma diferença de 246%. A porção de picanha pode ser encontrada por R$ 49,90 a R$ 170, uma variação de 240%. Já o preço das fritas varia até 134%, de R$ 14,90 a R$ 34,90. Entre as bebidas, a caipirinha sai por R$ 8 a R$ 20 nos estabelecimentos, uma diferença de 150%. A Cerveja Bohemia de 600 ml pode custar de R$ 8,40 a R$ 12,50, com uma variação de 49%. O preço da Brahma 600 ml varia até 50%, de R$ 8 a R$ 12, e, no caso da Skol de 600 ml, a diferença chega a 60%, com preços de R$ 7,50 a R$ 12. Fonte: O Tempo

Supermercados de MT começam a relatar falta de cerveja

Está faltando cerveja em supermercados de Mato Grosso. A ausência de algumas marcas começou a ser relatada por donos de lojas no último final de semana. O cenário ocorre devido à escassez de embalagens confeccionadas pelas indústrias, que, neste período pós-quarentena, têm sofrido com a falta de matéria-prima. Desde o início do mês, a falta de alumínio no mercado ficou mais evidente e já afeta a produção de cerveja em todo o país. A informação de que está faltando cerveja nos estoques de alguns supermercados de Mato Grosso foi confirmada pela Associação de Supermercados de Mato Grosso (Asmat) na terça-feira (20). Em nota, a entidade comunicou que supermercadistas “começaram a dar falta da cerveja do tipo long neck da Heineken em algumas lojas, como também de outras marcas de cerveja em lata, tendo em vista a falta de alumínio”. Quando falta determinado produto para venda em um supermercado, como é o caso da cerveja Heineken, a loja registra uma ruptura de estoque, ou seja, ausência de uma determinada marca de um produto comercializada pelo estabelecimento. Um exemplo disso seria se um mercado x vende dez marcas de cervejas lata 350 ml e uma delas está sem estoque, isso significa que há uma ruptura de 10% desse produto na loja. Para reduzir a ausência de produtos nas gôndolas dos supermercados, as empresas Neogrid e Nielsen calculam e fornecem dados do índice de ruptura, ao reunir informações homologadas de mais de 25 mil lojas do Brasil. O problema que afeta tanto o estabelecimento no varejo quanto a indústria que fabrica a marca. “O abastecimento da indústria é responsável por 38% dos problemas encontrados e o varejo responde por 62% dos gargalos. Ou seja, o índice de ruptura é um indicador que interessa a todos os envolvidos”, destaca pesquisa realizada pela Neogrid. No caso da cerveja, o índice de ruptura chegou a 16% na última medição feita pelas empresas em agosto. O valor é 6% maior que o registrado no mesmo período de 2019. O percentual traz uma média do que tem ocorrido em todo país. A explicação para a alta ruptura da cerveja está na cadeia produtiva, mais especificamente no fornecimento de vidro e lata para a confecção das embalagens. “Não estamos falando em desabastecimento. Há falta de algumas marcas. Se falta embalagem, não tem como produzir e vender cerveja no mercado”, explica Robson Munhoz, vice-presidente da Neogrid na América Latina. MELHORA – Apesar de alguns itens estarem ausentes nas prateleiras dos supermercados, o levantamento realizado pela Neogrid aponta uma queda na ruptura geral nos últimos quatro meses. O índice ainda é considerado alto, 12,08% em agosto, mas já indica um começo da estabilização na cadeia de suprimentos. “A tendência é que isso vá se normalizando, mas os números ainda apontam que os índices são altos”, explica Munhoz. Em março, no início da quarentena, o índice era 11,41% e chegou a 12,57%. “É importante que a indústria e o varejo estejam compartilhando informações para que os desafios não sejam ainda maiores na cadeia de abastecimento. Senão, ninguém ganha o jogo”, alerta Robson.

Indústria cervejeira deve ter 3º trimestre mais forte da história recente

Segundo Credit Suisse, volume de produção de álcool, sinalizador da demanda dos fabricantes da bebida, cresceu 20% em agosto, após 23% em julho e 15% em junho O banco Credit Suisse afirmou, em relatório enviado aos clientes, que o terceiro trimestre deve ser o mais forte da história recente da indústria da cerveja no Brasil. “Observamos que a cerveja representa cerca de 90% do volume total de álcool no Brasil (em litros), e os dados historicamente se correlacionam bem com nosso volume estimado de exportações. Isso apoia a visão de que a indústria da cerveja surpreenderá positivamente nos mercados emergentes, o que pode forçar os investidores a reavaliar o desconto de 15% na avaliação das fabricantes”, diz o relatório. Ainda segundo o Credit, a indústria de cerveja do Brasil tem sido beneficiada pelo pagamento do auxílio emergencial do governo aos consumidores de baixa renda. Mas o corte do benefício pela metade a partir de setembro e os recentes aumentos de preços provavelmente levarão a alguma moderação. “É importante ressaltar que acreditamos que a natureza do crescimento é impulsionada pela maior frequência (beber mais vezes), em oposição à intensidade (beber mais por ocasião), que tem maior chance de ser sustentável”, diz. Entre as empresas, o Credit espera que a Ambev supere os volumes da indústria, impulsionada por uma distribuição mais forte nos mercadinhos de bairro, que se tornaram mais relevantes durante a pandemia, bem como um momento posterior de preços versus concorrência. Por fim, o banco afirmou acreditar que os recentes aumentos de preços no Brasil também ajudam a aliviar as preocupações dos investidores com as cervejeiras, incluindo a capacidade de compensar quedas nas margens, após uma significativa depreciação do câmbio nos mercados emergentes, e o aumento da competitividade entre a AB Inbev e a Heineken.

Faturamento da indústria de bebidas alcoólicas deve cair 50% nos próximos 4 meses

Com o fechamento de restaurantes, bares e baladas nas principais capitais do país devido à pandemia do coronavírus e orientação de adotar o distanciamento social, a indústria de bebidas alcoólicas já começa a contar suas perdas. Nos próximos quatro meses, o faturamento desse setor deve cair pela metade, segundo estimativa da Abrabe (Associação Brasileira de Bebidas). “Somos diretamente impactados por essa situação. Todas as indústrias reagiram prontamente à crise, colocando todos os postos administrativos em ‘home office’ e algumas linhas de produção já estão sentindo a paralisação de bares e eventos”, conta Cristiane Foja presidente executiva da Abrabe. De acordo com Cristiane Foja, mais de 60% de algumas linhas de produção já estão paralisadas. A associação representa 36 empresas, entre elas estão Amázzoni Gin, Bacardi, Campari, Diageo (dona das marcas Ypióca, Smirnoff, Johnny Walker, Ciroc, Tanqueray), Salton e as cervejarias Heineken, Proibida, Estrella Galicia, Ashby, Malta e Saint Bier. São 31% de pequenas empresas, 38% médias e 31% grandes companhias e até multinacionais, que representam cerca de 30% do mercado de bebidas alcoólicas o Brasil. Vale frisar que uma das gigantes do segmento, a Ambev, não faz parte da Abrabe. A projeção de tombo de 50% no faturamento por quatro meses não significa que a quarentena irá durar todo esse tempo, mas mesmo com o fim do distanciamento social, Cristiane acredita que os consumidores vão demorar a retomar seus hábitos de ir a restaurante e bares na frequência com que faziam antes do coronavírus. Por isso, a estimativa para o faturamento é “conservadora”, segundo Cristiane. “Até os bares voltarem a operar normalmente, fazer pedidos, deve levar de dois a três meses [após o fim da quarentena]”, conta a executiva. Para lidar com o momento de faturamento em baixa, a Abrabe fez uma lista de reivindicações ao governo federal que inclui o adiamento nos pagamentos de impostos e o acesso ao crédito mais barato. No fim de semana, Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou que tem um potencial de refinanciar R$ 11 bilhões de pequenas e médias empresas com a suspensão temporária de pagamentos. Cristiane disse que a medida deve ajudar as companhias menores, enquanto as grandes empresas geralmente têm um colchão maior para suportar grandes impactos. “Mas o miolo fica desguarnecido. O que pedimos é acesso ao crédito sem distinção dos tamanhos das empresas”, conta a executiva. Ambev e Petrópolis Os gigantes grupos cervejeiros que estão de fora da Abrabe também sofrem com os impactos negativos do coronavírus. A Confederação Nacional das Revendas Ambev e das Empresas de Logística da Distribuição (Confenar), que representam 104 revendas da Ambev, disse que 90% dos funcionários de suas filiadas estão em casa em trabalho remoto ou em férias. “Só 10% do pessoal de logística está saindo para fazer as entregas. Estamos trabalhando com 20% da capacidade de venda e entrega porque a demanda caiu demais nas últimas duas semanas”, afirmou Ataíde Gil Guerreiro, presidente da Confenar. O Grupo Petrópolis, dono da Itaipava, colocou em férias mais de um terço dos seus funcionários (10 mil dos 28 mil), como forma de se adequar à demanda menor. A companhia informou que vai vender os produtos que tem em estoque e, futuramente, fará uma produção escalonada nas fábricas para garantir a entrega de produtos em estabelecimentos comerciais. A Ambev disse que não há previsão de cortes de estrutura ou de férias coletivas em função da pandemia. Em fato relevante enviado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a Ambev disse que “está atualmente impossibilitada de estimar de forma fidedigna os impactos do covid-19”. Fonte: Sindicato dos Operadores Portuários do Estado de São Paulo

Ambev lucra R$ 11,78 bilhões em 2019, volume de vendas de cerveja sobe 1,4% no 4º trimestre

A Ambev (ABEV3) registrou lucro líquido atribuído ao controlador de R$ 4,099 bilhões no quarto trimestre de 2019, alta de 22% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado do ano de 2019, o montante foi de R$ 11,780 bilhões, número 7,13% maior do que em 2018. A melhor performance é atribuída, principalmente, a expansão do Ebitda, menor alíquota efetiva de imposto de renda e menores despesas financeiras. O lucro líquido ajustado da fabricante de bebidas foi de R$ 4,633 bilhões no quarto trimestre de 2019, 24,4% acima do registrado em igual período do ano passado. Em informe de resultados, a companhia afirma que a alta se deve a uma menor despesa de imposto de renda. No acumulado de 2019, o lucro líquido ajustado cresceu 8,5% ante 2018, atingindo R$ 12,549 bilhões. O lucro consolidado do quarto trimestre foi de R$ 4,219 bilhões, alta de 21,80% em relação ao mesmo período do ano anterior. No acumulado de 2019, o montante foi de R$ 12,188 bilhões. Já o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado da Ambev atingiu R$ 6,924 bilhões no quarto trimestre, recuo de 9,3% ante o mesmo período do ano anterior. Na comparação de 2019 com 2018, a queda foi de 2,5%, para R$ 21,147 bilhões. A empresa reportou uma margem Ebitda do quarto trimestre de 2019 de 43,7%, contração de 390 pontos-base em relação ao quarto trimestre de 2018. “A margem Ebitda foi impactada principalmente pelo maior custo do produto vendido decorrente de preços de commodities e taxa de câmbio significativamente desfavoráveis”, diz o relatório da empresa. A receita líquida da Ambev teve queda de 1% no quarto trimestre de 2019 ante quarto trimestre de 2018, montante de R$ 15,856 bilhões. No acumulado de 2019 ante 2018, o indicador teve alta de 4,7%, somando R$ 52,599 bilhões. No documento, a administração da empresa afirma que “o crescimento decorrente da contínua expansão do segmento premium foi parcialmente compensado pelo avanço da estratégia de acessibilidade inteligente e pelo mix geográfico”. No ano, o volume de vendas no Brasil teve alta de 5,1%: o volume de cerveja vendido no Brasil cresceu 3,2%, alcançando 80,3 milhões de hectolitros. Incluindo não alcoólicos, esse índice cresceu 5,1%, chegando aos 106,8 milhões de hectolitros. A receita líquida da operação brasileira no ano somou R$ 28,7 bilhões e cresceu 7,1%. Já as vendas de bebidas não alcoólicas tiveram aumento de 11,3% no volume e 16,1% na receita líquida em 2019. O volume vendido na região CAC (América Central e Caribe) aumentou 5,3% no ano, enquanto seu EBITDA anual atingiu R$ 3 bilhões – um aumento de 22% na comparação com 2018. Já a zona LAS (Latin America South) teve queda de 3,5% no volume de vendas e cresceu o EBITDA em 12,3% No quarto trimestre de 2019, o volume total de vendas (cerveja + não alcoólicos) cresceu em 4,7% na base de comparação anual, para 31,4 milhões de hectolitros, com queda de 1,8% na receita por hectolitro. Em cerveja, o volume de vendas aumentou em 1,4% para 23,6 milhões de hectolitros. A receita líquida da venda de cerveja cresceu 1,2% e atingiu R$ 7,6 bilhões, e a receita por hectolitro decresceu ligeiramente em 0,2%. No segmento de bebidas não alcoólicas, o volume de venda cresceu 16% no trimestre, com alta de 13% na receita líquida. O Credit Suisse destacou que os números da Ambev foram fracos, com o crescimento de volume de 3,4% na base de comparação anual sendo mais que compensado do lado negativo pela queda de 4,2% de receita por hectolitro. Os analistas destacam reação negativa do mercado considerando principalmente o guidance de 2020 menos detalhado e a indicação de uma menor rentabilidade para o segmento de cerveja no Brasil no primeiro trimestre de 2020, sem a clareza de que isso levará a uma melhora de volume. O Bradesco BBI destacou que a Ambev reportou um Ebitda 2% abaixo do consenso do mercado para o quarto trimestre de 2019, embora o lucro tenha sido 6% superior às estimativas do banco. “Os resultados do quarto trimestre mostram que a Ambev praticou descontos no Brasil e eles foram maiores do que esperávamos. Os desafios permanecem para 2020 porque Heineken e Petrópolis têm aumento da capacidade de produção”, avalia o BBI. O banco observa que o guidance para 2020 indica custos maiores já para o começo deste ano. A avaliação do Itaú BBA destaca que os resultados foram mais fracos que os projetados para a divisão de cervejas, com um Ebitda 4% abaixo das estimativas do banco. Como destaques positivos, o BBA indicou o crescimento de 16% nas vendas das bebidas não alcoólicas da Ambev e o lucro líquido 1% superior às projeções. O cenário para 2020, contudo, não é positivo, porque são esperadas maiores pressões de custos e competição no mercado brasileiro de cervejas. O Itaú BBA manteve a nota “market perform” (média do mercado) para o papel ABEV3, com preço-alvo de R$ 22,00 para ação – uma alta de 39,1% sobre R$ 15,82. Números da AB InBev e alerta sobre coronavírus A Anheuser-Busch InBev, controladora da Ambev e maior cervejaria do mundo, divulgou lucro líquido de US$ 114 milhões no quarto trimestre de 2019, bem menor do que o ganho de US$ 456 milhões apurado em igual período de 2018. A empresa também alertou que perdeu US$ 170 milhões em lucro nos primeiros dois meses de 2020 por causa dos efeitos da epidemia de coronavírus. A receita da AB InBev totalizou US$ 13,33 bilhões entre outubro e dezembro, ante US$ 13,79 bilhões no quarto trimestre do ano anterior. Analistas consultados pela FactSet previam receita um pouco maior, de US$ 13,67 bilhões. Também em razão do Covid-19, como é conhecido o coronavírus, a AB InBev estima que perdeu US$ 285 milhões em receita no primeiro bimestre deste ano. O Ebitda normalizado da AB InBev – medida preferida da empresa que exclui itens extraordinários – caiu de US$ 6,02 bilhões para US$ 5,43 bilhões na mesma comparação trimestral. Também neste

Cerveja Corona também é “vítima” de coronavírus

O novo coronavírus tem uma vítima inesperada: uma das cervejas mais populares do mundo. A cerveja Corona virou alvo de memes e vídeos compartilhados nas redes sociais com o maior número de vítimas do vírus em todo o mundo. Dados sobre o aumento das buscas na Internet por “vírus da cerveja corona” e “coronavírus da cerveja” mostram que a cerveja mexicana não conseguiu escapar da associação. A chamada intenção de compra entre adultos nos EUA caiu para o menor nível em dois anos, segundo dados da YouGov. O impacto se agravou nos últimos dias com o aumento das infecções. As ações da Constellation Brands, fabricante da cerveja Corona, despencaram 8% nesta semana em Nova York. A pontuação de percepção da marca Corona – que monitora se adultos nos EUA cientes da marca ouviram coisas positivas ou negativas sobre ela – caiu para 51 em relação ao pico de 75 no início do ano, segundo a YouGov. A marca Corona, cujo nome faz referência à coroa solar em espanhol e não tem nada a ver com o vírus, é a terceira cerveja mais popular dos EUA, de acordo com o ranking da YouGov. A Guinness é a primeira, seguida da Heineken. Outro motivo para a queda da intenção de compra pode ser a percepção da cerveja Corona como uma bebida de verão associada a férias na praia, escreveu o jornalista de dados comerciais da YouGov, Graeme Bruce, em artigo publicado na quarta-feira. Portanto, há flutuações sazonais significativas, disse. Fonte: InfoMoney

Após prisão do fundador, Grupo Petrópolis tenta financiar expansão

Com o cargo de presidente vago desde que o seu fundador, Walter Faria, foi preso há quatro meses acusado de corrupção por lavagem de dinheiro e sonegação de impostos, o Grupo Petrópolis, tem buscado empréstimos de bancos estrangeiros e fundos de investimento especializados em empresas em dificuldades para financiar sua expansão. Faria se entregou no dia 5 de agosto à Justiça de Curitiba, após cinco dias foragido – pesam sobre ele e a empresa acusações de lavagem de dinheiro. A companhia teria destinado, entre 2006 e 2014, R$ 329 milhões à Odebrecht para que a empreiteira repassasse os valores adiante em forma de propina. O empresário, apontado como um dos 20 brasileiros mais ricos no início deste ano pela revista Forbes, teve também bloqueados seus bens, avaliados em R$ 1,3 bilhão. Problemático Terceira maior cervejaria do País, com faturamento líquido de R$ 9,6 bilhões em 2018 e 14% de participação de mercado – contra de 61% da Ambev e 20% da Heineken, segundo dados Nielsen obtidos pelo Estado -, a Petrópolis é há anos considerada um ativo problemático, embora o negócio seja gerador de caixa. De um lado, a empresa atrai interesse de concorrentes e de grupos estrangeiros por causa de seu crescimento. De outro, os investidores se preocupam com os intrincados problemas judiciais do grupo. A prisão de Faria fez a companhia passar a ser considerada um ativo “tóxico” pelos eventuais interessados em comprar a cervejaria, como as rivais Heineken e Femsa, engarrafadora da Coca-Cola. Fundos estrangeiros também teriam interesse na cervejaria. “Depois de toda a consolidação do setor, é raro encontrar um ativo relevante de cerveja disponível em um mercado como o Brasil. É esse o ponto de atração da Petrópolis”, diz um empresário do setor de bebidas. Procurada, a Petrópolis afirma que a venda do controle do negócio ou a busca de um sócio estão totalmente descartadas. E diz que os projetos empresariais e de marketing seguem em seu ritmo normal. O grupo deve inaugurar no ano que vem sua sétima fábrica, que está sendo construída em Uberaba (MG). Tem planos de construir outras duas novas unidades – uma no Sul e outra no Norte do País. Desde 2018, no entanto, a empresa vem buscando recursos para financiar seu crescimento. Recorreu à gestora americana Farallon para um empréstimo de R$ 1,2 bilhão. O fundo costuma ir ao resgate de ativos em situação de estresse. Ao lado da gigante Mubadala, de Abu Dabi, comprou uma concessão de rodovias que pertencia à Odebrecht. A Petrópolis também negociou uma linha de crédito com o banco alemão LBBW. Procurados, Farallon e LBBW não retornaram aos pedidos de entrevista. Questionada sobre sua estratégia de financiamento, a cervejaria não comentou. Itaipava é a cerveja principal do Grupo Petrópolis (Imagem: Divulgação) Liderança Apesar de Walter Faria estar na prisão há 120 dias, o discurso do Grupo Petrópolis é de que a empresa está relativamente blindada da crise. A filha do fundador, Giulia, está interinamente à frente da companhia, amparada por cinco executivos da empresa. A ascensão do empresário Walter Faria, 64 anos, tinha tudo para ser uma dessas trajetórias de empreendedorismo que inspiram pessoas ao mostrar que é possível criar um negócio do zero no Brasil. A história de superação do fundador do Grupo Petrópolis, no entanto, vem acompanhada de uma dose de desconfiança do mercado, em função de suspeitas que vão de sonegação fiscal à operação de esquemas de corrupção e recebimento de recursos no exterior. Os problemas com a Justiça, porém, não são recentes. Em 2005, o empresário já havia ficado dez dias detido, no âmbito da Operação Cevada. Embora a companhia repita que não tem intenção de buscar um comprador ou um sócio – a reportagem apurou que a equipe fiel a Faria aguarda com ansiedade o retorno do fundador -, outros grupos já começam a se posicionar caso o empresário permaneça mais tempo na cadeia e a situação do negócio se deteriore. Entre os potenciais compradores estão a Heineken, a Femsa (engarrafadora da Coca-Cola) e o fundo Farallon, que investe em ativos em dificuldades na América Latina e já fez um empréstimo de R$ 1,2 bilhão à Petrópolis. De porta em porta Um veículo que simboliza a origem humilde de Faria é exibido na recepção da sede do grupo liderado pelo empresário desde 1998. Fontes próximas ao empresário contam que, ainda adolescente, ele vendia produtos em uma carroça para ajudar no sustento da família. Antes de virar dono de cervejaria, ele trabalhou na indústria de algodão e também foi distribuidor da marca Schincariol. Mesmo quem conhece e defende o empresário admite que o crescimento do grupo cervejeiro foi ancorado em um estilo muito particular de gestão. Até cerca de uma década atrás, a estrutura da Petrópolis tinha composição basicamente familiar. Vários parentes de Walter Faria integravam o corpo de diretores da companhia até que uma briga causou uma cisão que excluiu seus sobrinhos, Vanuê e Cleber Faria, da sociedade da Petrópolis. A ala “dissidente” criou então o grupo Irmãos Faria e comprou a Cervejaria Imperial, que hoje tem cerca de 1,5% do mercado brasileiro de cerveja. Isso levou a uma parcial profissionalização da gestão. Segundo uma fonte, porém, todos os que são autorizados a dar as cartas dentro do grupo têm em comum a fidelidade ao “patrão”. Apesar da dificuldade de financiamento que levou a Petrópolis a recorrer ao fundo Farallon, a empresa garante que a vida segue “normal”. Investimentos em marketing Apontada pelo mercado cervejeiro como um negócio gerador de caixa, o Grupo Petrópolis avançou em participação de mercado, a despeito das acusações que pesam sobre a companhia e seu principal acionista. Embora seu principal carro-chefe, a Itaipava, tenha perdido fôlego, a participação de mercado do grupo atingiu 14,3% no acumulado de janeiro a setembro de 2019, ante 13,8% de fatia no mesmo período do ano passado, segundo dados Nielsen. Uma das âncoras do resultado foi a marca Petra, que hoje tem quase 2% do mercado brasileiro. Na mesma comparação, a Heineken ganhou participação de mercado (chegando a

Eisenbahn celebra a cultura alemã e a tradição cervejeira na Oktoberfest 2019

De 9 a 27 de outubro, Blumenau recebe a 36ª edição da Oktoberfest, que tem pelo quinto ano consecutivo a Eisenbahn como cerveja oficial. Nas semanas em que a Capital Brasileira da Cerveja vive a maior celebração da cultura alemã no país, a marca nascida na cidade faz uma homenagem a origem da tradição e da cultura cervejeira. Neste ano, a cerveja oficial do evento traz novidades – a principal delas, o Bar Secreto.  Além de bares nos quatro setores da festa, a Eisenbahn terá um espaço exclusivo onde o público vai ter uma experiência inédita no mundo da cerveja, conhecer a história dos estilos de cerveja da marca e aprender um pouco mais sobre a produção da bebida. No Bar Secreto, o público vai ter a oportunidade de conhecer dois estilos experimentais criados em colaboração entre Eisenbahn e a cervejaria Fábrica ICB, que só serão servidos no local para aqueles que participarem da experiência cervejeira.  Ao todo, a Eisenbahn estará presente no evento com nove estilos: Pilsen, Pale Ale, Weizenbier, Dunkel e Strong Golden Ale, os dois estilos criados exclusivamente para o Bar Secreto, além de duas receitas sazonais – uma delas a Session IPA, cerveja ganhadora do reality Eisenbahn Mestre Cervejeiro ano 10 e a Oktoberfest, que a marca traz pela 11ª vez. A primeira edição, em 2008, foi feita para comemorar os 25 anos da Oktoberfest Blumenau. O que mudou esse ano foi o rótulo, que carrega as cores da Alemanha em meio ao fundo branco. São diversas opções de estilos para os mais variados e exigentes paladares para acompanhar os 150 itens da gastronomia alemã disponíveis nos restaurantes da Oktoberfest. A festa também terá participação de cervejarias artesanais locais, que reforçam o potencial cervejeiro da região.  Karina Pugliesi, gerente de marketing da Eisenbahn, lembra que desde 2015, quando se tornou a cerveja oficial da Oktoberfest, a Eisenbahn busca reforçar os aspectos culturais do evento e celebrar o orgulho que o blumenauense tem pela festa e pela tradição germânica. Esse ano não será diferente, com a predominância das cores da bandeira alemã na decoração dos pavilhões que receberão diversas atrações, como bandas típicas e grupos folclóricos.  A Eisenbahn também terá ações para incentivar o consumo consciente durante a festa.  36ª Oktoberfest em Blumenau – SC ( Imagem: Clio Luconi) Serviço Data: de 9 a 27 de outubro Horário: Terças e quartas-feiras: das 11h às 02h, com exceção do dia 9 que começa às 18h. Quintas-feiras: das 11h às 03h. Sextas e Sábados: das 11h às 05h. Domingos e Segundas-feiras: das 11h à 00h Local: Parque Vila Germânica – Rua Alberto Stein, 199, Velha, Blumenau Ingressos: neste link Sobre o Grupo HEINEKEN no Brasil A HEINEKEN chegou ao Brasil em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA e, em 2017, adquiriu a Brasil Kirin Holding S.A (Brasil Kirin), tornando-se o segundo player no mercado brasileiro de cervejas. O Grupo gera mais de 13 mil empregos e tem 15 unidades no país, sendo 12 cervejarias, localizadas em Alagoinhas (BA), Alexânia (GO), Araraquara (SP), Benevides (PA), Caxias (MA), Igarassu (PE), Igrejinha (RS), Itu (SP), Jacareí (SP), Pacatuba (CE), Ponta Grossa (PR) e Recife (PE), duas microcervejarias, em Campos do Jordão (SP) e Blumenau (SC), e uma xaroparia, em Manaus (AM). No Brasil, o portfólio de cervejas do Grupo HEINEKEN é composto por Heineken®, Sol, Kaiser, Bavaria, Amstel, Kirin Ichiban, Schin, No Grau, Devassa, Baden Baden, Eisenbahn e Glacial. O portfólio de não alcoólicos inclui Água Schin, Schin Tônica, Skinka e os refrigerantes Itubaína, FYs e Viva Schin. Com sede em São Paulo, a companhia é uma subsidiária da HEINEKEN NV, a maior cervejaria da Europa. Sobre a Eisenbahn A Eisenbahn é uma cerveja de Blumenau-SC, criada em 2002 pela família Mendes com o objetivo de democratizar o acesso às cervejas artesanais e ser porta de entrada deste universo para o público. Em 2008, foi adquirida pela Schincariol e, em 2017, passou a integrar o portfólio de cervejas craft do Grupo HEINEKEN no Brasil, após aquisição da Brasil Kirin Holding S.A. Premiada com mais de 100 prêmios, atualmente produz 10 estilos de cerveja, como a Pilsen, Weizenbier, Pale Ale, American IPA, Rauchbier, Dunkel, Weizenbock, Strong Golden Ale, 5 Dry Hopped e Kölsch, além de receitas lançadas todos os anos sazonalmente, como a Oktoberfest e as cervejas ganhadoras do reality Eisenbahn Mestre Cervejeiro – que em 2019 é Session IPA. #Oktoberfest #BarSecretoEisenbahn #CervejariaEisenbahn #CapitalBrasileiradaCerveja #BlumenauSC #CervejariaFábricaICB

Eisenbahn apresenta versão 2019 da cerveja Oktoberfest

A Eisenbahn, cerveja de Blumenau que segue a Lei Alemã da Pureza (1516) na fabricação dos estilos alemães que compõem o portfólio da cervejaria, lança pela 11ª vez o estilo sazonal em homenagem à maior celebração da cultura alemã no país, a Oktoberfest. Em Blumenau, a festa, que acontece desde 1984, já se tornou a segunda maior do mundo e está atrás somente da pioneira, em Munique, na Alemanha – criada em 1810. Em São Paulo, a festa chega à sua 3ª edição e, ao que tudo indica, deve registrar crescimento superior a 20%, ultrapassando a casa dos 100 mil visitantes durante o período de duração.  Eisenbahn Oktoberfest 2019 (Imagem: Divulgação) Em 2008, para comemorar os 25 anos da Oktoberfest Blumenau, a Eisenbahn criou a primeira receita do estilo Oktoberfest no Brasil, para dar de presente à cidade. Desde então a marca reedita anualmente o estilo – sempre entre os meses de setembro e dezembro. Para a Eisenbahn, outubro é o mês alemão das boas cervejas, e a produção do estilo Oktoberfest chega para coroar o período. Para este ano, a receita continua a mesma de todas as outras edições. O que mudou foi o rótulo, que neste ano carrega as cores da Alemanha em meio ao fundo branco. A cerveja Eisenbahn Oktoberfest vem da família Lager, tem amargor na medida e aromas de malte e lúpulo balanceados. Com teor alcoólico de 5,5%, ela é considerada uma cerveja de excelente drinkability. O estilo sazonal Eisenbahn Oktoberfest está disponível na versão chope durante a 3a São Paulo Oktoberfest, e também na versão em long necks (355ml),e pode ser encontrado nos principais supermercados, empórios e lojas especializadas nas regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste, desde o mês de setembro. O preço sugerido para o estado de São Paulo é de R$ 5,09 e R$ 5,29 para as demais praças.  Sobre o Grupo HEINEKEN no Brasil A HEINEKEN chegou ao Brasil em maio de 2010, após a aquisição da divisão de cerveja do Grupo FEMSA e, em 2017, adquiriu a Brasil Kirin Holding S.A (Brasil Kirin), tornando-se o segundo player no mercado brasileiro de cervejas. O Grupo gera mais de 13 mil empregos e tem 15 unidades no país, sendo 12 cervejarias, localizadas em Alagoinhas (BA), Alexânia (GO), Araraquara (SP), Benevides (PA), Caxias (MA), Igarassu (PE), Igrejinha (RS), Itu (SP), Jacareí (SP), Pacatuba (CE), Ponta Grossa (PR) e Recife (PE), duas microcervejarias, em Campos do Jordão (SP) e Blumenau (SC), e uma xaroparia, em Manaus (AM). No Brasil, o portfólio de cervejas do Grupo HEINEKEN é composto por Heineken®, Sol, Kaiser, Bavaria, Amstel, Kirin Ichiban, Schin, No Grau, Devassa, Baden Baden, Eisenbahn e Glacial. O portfólio de não alcoólicos inclui Água Schin, Schin Tônica, Skinka e os refrigerantes Itubaína, FYs e Viva Schin. Com sede em São Paulo, a companhia é uma subsidiária da HEINEKEN NV, a maior cervejaria da Europa. Sobre a Eisenbahn A Eisenbahn é uma cerveja de Blumenau-SC, criada em 2002 pela família Mendes com o objetivo de democratizar o acesso às cervejas artesanais e ser porta de entrada deste universo para o público. A marca produz cerveja de acordo com a Lei Alemã da Pureza (1516). Em 2008, foi adquirida pela Schincariol e, em 2017, passou a integrar o portfólio de cervejas craft do Grupo HEINEKEN no Brasil, após aquisição da Brasil Kirin Holding S.A. Premiada com mais de 100 prêmios, atualmente produz 10 estilos de cerveja, como a Pilsen, Weizenbier, Pale Ale, American IPA, Rauchbier, Dunkel, Weizenbock, Strong Golden Ale, 5 Dry Hopped e Kölsch, além de receitas lançadas todos os anos sazonalmente, como a Oktoberfest e as cervejas ganhadoras do reality Eisenbahn Mestre Cervejeiro – que em 2019 é Session IPA. #BlumenauSC #Oktoberfest

Verace lança cerveja durante o Mondial de la Bière em São Paulo

A Cervejaria Verace foi convidada pela Baden Baden para produzir uma cerveja colaborativa com a utilização de lúpulos brasileiros em sua receita. O lançamento oficial desta nova cerveja será feito durante o Mondial de La Bière de São Paulo, entre os dias 30 de maio e 02 de junho de 2019. Foram produzidos 1000 litros ao todo. A nova cerveja é a Dark Lager, de coloração escura, baixa fermentação, boa carbonatação e muito refrescante. É uma cerveja originária de Praga, República Tcheca, e mais comum no Leste Europeu. Seu caráter principal é o equilíbrio entre a base mais maltada, devido o uso de maltes mais modificados, Vienna com maltes caramelo a tostados e lúpulos nobres, no caso o Mantiqueira e Lublin. Muito agradável ao paladar, com elevado drinkability, predominam sabores complexos e equilibrados de chocolate, caramelo, nozes e café, muito bem combinados com os aromas dos lúpulos. Amargor também ajuda a balancear o residual mais doce dos maltes. As características da cerveja são: ABV – 4,5%, IBU – 25 e coloração âmbar. As cervejarias Landel de São Paulo e Three Monkeys do Rio de Janeiro também fizeram produções colaborativas, em edição limitada, para serem apresentadas no Mondial de La Bière. Todas as cervejas foram feitas na fábrica do ICB – Instituto da Cerveja Brasil – a partir do lúpulo plantado e colhido em Campos do Jordão. A Landel produziu uma Sour Coffee, com café em sua composição, e a Three Monkeys, uma Pilsen com fermentação tipo Ale, que foca no paladar tradicional, com bastante sabor de malte e lúpulo. Túlio Silva, mestre cervejeiro da Verace, ressalta a importância desse convite para a cervejaria. “Significa muito, principalmente por se tratar da primeira vez em 20 anos de história que a Baden Baden chama outra cervejaria para produção de uma colaborativa. Apenas três cervejarias foram convidadas e nos orgulhamos muito de sermos a representante de Minas Gerais. Demonstra que o todo o nosso esforço para produzir cervejas de alta qualidade está sendo reconhecido. O convite veio direto, através da área de Marketing da Heineken, proprietária da Baden Baden, e viabilizado através do ICB (Instituto de Cerveja do Brasil)”, comemora. Sobre a Verace  Cervejaria Verace (Foto: Rosana Cristina Pereira) A Verace já nasceu conquistando muitas medalhas e prêmios em grandes concursos nacionais e internacionais com suas cervejas. Lançou diversos rótulos e ainda recebeu novos sócios, com a entrada do Grupo PGS. “Posso resumir que o primeiro ano da Verace foi de muito aprendizado e conhecimento sobre o mercado cervejeiro. O segundo ano definitivamente foi marcado pela consolidação da marca, pois é uma marca hoje conhecida principalmente por sua alta qualidade e já nos preparamos para o terceiro. Este, com certeza, será o ano mais importante de todos, pois queremos ampliar nosso mercado consumidor, além do conhecido nicho cervejeiro, para que todos conheçam e tenham acesso às nossas cervejas e possam encontrá-las facilmente. Este é o nosso grande desafio”, declara Marcelo Paixão, um dos novos sócios da cervejaria. A Verace é uma cervejaria que chama atenção pelos números que apresenta, mesmo sendo tão jovem. A cervejaria iniciou sua trajetória com uma capacidade de produção de 30 mil litros por mês, em agosto de 2016. A primeira ampliação se deu em janeiro de 2017, com uma nova capacidade de produção de 40 mil litros/mês e, em outubro de 2017, foi para 55 mil litros/mês. É um crescimento importante para uma cervejaria tão nova, em um mercado em amplo crescimento. A expectativa é que, para os próximos dois anos, a produção chegue a 110 mil litros/mês, além da conquista de novos mercados consumidores. #MondialdelaBière

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